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Tudo igual em Belém

No primeiro jogo da grande final do campeonato paraense 2017, Remo e Paysandu fizeram um jogo de polos de distintos no Mangueirão. Após um início eletrizante de boas oportunidades, o empate num final que deu sono, deixou as duas equipes sem vantagem alguma para o próximo domingo, no jogo que acontecerá no mesmo estádio do confronto de hoje.

A equipe do Remo entrou com desfalques importantes, enquanto a equipe adversária entrou engasgada pois ainda não conseguiu emplacar uma única vitória contra o arquirrival na temporada. Os azulinos começaram o jogo sofrendo pressão logo com um minuto de partida em jogada de Leandro Carvalho, mas logo que sofria um ataque o leão respondia com outro ataque, mas sem muito perigo ao gol de ambos. Até os 27 minutos de jogo, quando Diogo Oliveira fez boa jogada e cruzou na medida para Bergson abrir o marcador para o Papão da Curuzu, e fazer seu nono gol no campeonato paraense, artilheiro da competição. O Remo parecia ter sentido o gol naquele momento e só veio chegar ao ataque nove minutos depois em um escanteio sem muito perigo. No final da primeira etapa Bergson ainda tentou um chute que passou por cima da meta do goleiro André Luís.

Na segunda etapa o Remo começou errando passes bobos, mas determinado a buscar o empate, tanto que logo aos dois minutos João Victor pegou a sobra na meia lua e chutou para defesa do goleiro Emerson, no rebote Gabriel Lima tentou aproveitar, mas a bola ficou na defesa. Três minutos depois, Edgar seguiu pela ponta esquerda, ganhou da marcação e cruzou para Igor João, livre, cabecear e fazer o gol de empate azulino. Logo após o tento, o Paysandu tentou reagir, mas sem sucesso.

No final, os times pareciam já sem perna e o jogo perdeu a intensidade que tinha durante toda a partida. Final de jogo, um a um e as duas equipes vão para a próxima partida com tudo aberto no confronto do próximo domingo dia sete de maio. Tudo pode acontecer em um clássico, de muita tradição e histórias que é o RE-PA. O Remo durante semana, tem todos os dias para trabalhar pensando na volta desse duelo, já o Paysandu, na quarta-feira, cinco de maio, começa a disputar mais uma final, dessa vez é pela Copa Verde, contra a equipe do Luverdense, em Lucas do Rio Verde, e vai precisar manter o foco total também nessa competição importante.

Ruan Silva

Sobre Ruan Silva

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Meu nome é Ruan Silva da Silva, tenho 24 anos, moro na cidade de Altamira no Pará. Sou graduado na área de Letras, com habilitação em Língua Portuguesa e no momento pós-graduando na área de Linguagem e Ensino, ambos pela Universidade Federal do Pará (UFPA). Sou deficiente físico, tenho dificuldades na questão da locomoção, que dificulta um pouquinho as coisas, mas nada que impeça de exercer diversas atividades. Sou apaixonado por todos os esportes, principalmente pelo futebol, corintiano e simpatizante de diversos clubes na Europa que não cabem todos aqui e apaixonado também pelo jornalismo esportivo tendo como ídolos, ícones como Galvão Bueno, Luciano do Valle, André Henning, Vitor Sérgio Rodrigues e outros mais. Uma curiosidade minha é que consegui na graduação em um ambiente voltado aos estudos de ensino e aprendizagem, incluir o futebol no principal trabalho dos quatro anos de curso, o TCC. Escrevi sobre Nelson Rodrigues e a Copa de 1950, temas raramente trabalhados numa graduação como essa. Enfim! Sonho em um dia trabalhar efetivamente na área que tanto amo e acredito que posso fazer um bom papel no meio.


 

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Ruan Silva
Ruan Silva
Meu nome é Ruan Silva da Silva, tenho 24 anos, moro na cidade de Altamira no Pará. Sou graduado na área de Letras, com habilitação em Língua Portuguesa e no momento pós-graduando na área de Linguagem e Ensino, ambos pela Universidade Federal do Pará (UFPA). Sou deficiente físico, tenho dificuldades na questão da locomoção, que dificulta um pouquinho as coisas, mas nada que impeça de exercer diversas atividades. Sou apaixonado por todos os esportes, principalmente pelo futebol, corintiano e simpatizante de diversos clubes na Europa que não cabem todos aqui e apaixonado também pelo jornalismo esportivo tendo como ídolos, ícones como Galvão Bueno, Luciano do Valle, André Henning, Vitor Sérgio Rodrigues e outros mais. Uma curiosidade minha é que consegui na graduação em um ambiente voltado aos estudos de ensino e aprendizagem, incluir o futebol no principal trabalho dos quatro anos de curso, o TCC. Escrevi sobre Nelson Rodrigues e a Copa de 1950, temas raramente trabalhados numa graduação como essa. Enfim! Sonho em um dia trabalhar efetivamente na área que tanto amo e acredito que posso fazer um bom papel no meio.

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