Sofrido, o Visão Celeste dá mais um passo na Copinha

Time de Parnamirim faz história novamente, batendo o Primavera-SP, nos pênaltis
Sofrido, o Visão Celeste dá mais um passo na Copinha

Visão Celeste e Primavera jogaram no estádio Ítalo Limongi, em jogo válido pela terceira fase da Copa São Paulo de Futebol Júnior. O jogo foi bastante equilibrado, com o primeiro tempo mais movimentado e o complemento, mais tenso. Indo aos pênaltis, o herói do dia foi Patrick, o goleiro do Visão Celeste, que defendeu duas cobranças e ajudou o clube a fazer história, mais uma vez.

Primeiro Tempo

Jogando em casa, o Primavera tinha a torcida ao seu favor, mas o Visão Celeste não se acuou e foi para cima. Aos nove minutos, Zé Eduardo aproveitou vacilo do adversário para fazer o primeiro gol do jogo. o time da casa chegou ao empate, com 38 minutos de partida, quando Igor Pikachu fez grande jogada e tocou para Vitor que só empurrou para o gol. Assim, a primeira etapa terminou em 1 x 1.

(Divulgação/Visão Celeste)

Segundo Tempo

Na volta do intervalo, a equipe anfitrião voltou melhor, criando as melhores chances contra um Visão Celeste irreconhecível. Entretanto, o que sobrou no primeiro tempo, faltou no segundo: a pontaria. O domínio do Primavera era evidente, mas nada disso foi convertido em boas chances que assustassem os rivais. Dessa forma, a partida não tinha outro destino, a não ser as penalidades máximas.

Pênaltis

Na hora da decisão a equipe nordestina foi mais precisa no mano a mano, entre goleiro e atacante. O Visão Celeste acabou desperdiçando uma cobrança com Thiago, mas, o Primavera viu o arqueiro Patrick defender os chutes de Ramon e Lucas Vaz. Enquanto isso, Roney, jogou na trave qualquer chance da equipe de Indaiatuba se classificar, colocando o time potiguar na próxima fase da competição.

(Reprodução/FPF TV)

E Agora?

Avançando de fase, o Visão Celeste joga as oitavas de final, na próxima quarta-feira (16). O adversário saiu do confronto entre Corinthians e Red Bull Brasil, vencido pela equipe alvinegra, também nos pênaltis, por 4 x 2.

Ruan Silva

Sobre Ruan Silva

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Meu nome é Ruan Silva da Silva, tenho 24 anos, moro na cidade de Altamira no Pará. Sou graduado na área de Letras, com habilitação em Língua Portuguesa e no momento pós-graduando na área de Linguagem e Ensino, ambos pela Universidade Federal do Pará (UFPA). Sou deficiente físico, tenho dificuldades na questão da locomoção, que dificulta um pouquinho as coisas, mas nada que impeça de exercer diversas atividades. Sou apaixonado por todos os esportes, principalmente pelo futebol, corintiano e simpatizante de diversos clubes na Europa que não cabem todos aqui e apaixonado também pelo jornalismo esportivo tendo como ídolos, ícones como Galvão Bueno, Luciano do Valle, André Henning, Vitor Sérgio Rodrigues e outros mais. Uma curiosidade minha é que consegui na graduação em um ambiente voltado aos estudos de ensino e aprendizagem, incluir o futebol no principal trabalho dos quatro anos de curso, o TCC. Escrevi sobre Nelson Rodrigues e a Copa de 1950, temas raramente trabalhados numa graduação como essa. Enfim! Sonho em um dia trabalhar efetivamente na área que tanto amo e acredito que posso fazer um bom papel no meio.


 

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Ruan Silva
Ruan Silva
Meu nome é Ruan Silva da Silva, tenho 24 anos, moro na cidade de Altamira no Pará. Sou graduado na área de Letras, com habilitação em Língua Portuguesa e no momento pós-graduando na área de Linguagem e Ensino, ambos pela Universidade Federal do Pará (UFPA). Sou deficiente físico, tenho dificuldades na questão da locomoção, que dificulta um pouquinho as coisas, mas nada que impeça de exercer diversas atividades. Sou apaixonado por todos os esportes, principalmente pelo futebol, corintiano e simpatizante de diversos clubes na Europa que não cabem todos aqui e apaixonado também pelo jornalismo esportivo tendo como ídolos, ícones como Galvão Bueno, Luciano do Valle, André Henning, Vitor Sérgio Rodrigues e outros mais. Uma curiosidade minha é que consegui na graduação em um ambiente voltado aos estudos de ensino e aprendizagem, incluir o futebol no principal trabalho dos quatro anos de curso, o TCC. Escrevi sobre Nelson Rodrigues e a Copa de 1950, temas raramente trabalhados numa graduação como essa. Enfim! Sonho em um dia trabalhar efetivamente na área que tanto amo e acredito que posso fazer um bom papel no meio.

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