Semifinais históricas reúnem apenas campeões e 18 títulos em campo

A Copa do Brasil tem se tornado cada vez mais especial para o torcedor que acompanha seu time do coração nos últimos anos. A inclusão das equipes que disputam a Libertadores, que antes de 2013 não disputavam a competição nacional, ascendem a rivalidade ao mesmo tempo em que acrescentam qualidade das melhores equipes de cada ano. 2016 será o primeiro ano, da história do torneio, que reunirá apenas campeões de edições passadas nas quartas de final. Ao todo, nada menos que 18 títulos da competição estarão em campo.

Ao menos por enquanto não teremos clássicos estaduais. Das 5 possibilidades de confrontos entre rivais do mesmo estado, ainda deixando fora dessa conta os duelos entre a dupla Grenal contra o Juventude, nenhuma se concretizou. Até mesmo a distribuição das equipes entre as duas chaves não beneficiaram aos clássicos, pois apenas Palmeiras e Corinthians poderão se enfrentar na semifinal, já os outros rivais, apenas em uma eventual final.

Dos quatro duelos quem, teoricamente, “se deu melhor” foi o Atlético Mineiro que vai encarar o Juventude, a única equipe da série C que avançou para as quartas de final. Os mineiros vivem bom momento enquanto a equipe de Caxias do Sul dividirá atenções entre a Copa do Brasil e as quartas de final da série C.

Na mesma chave, o Internacional encara o Santos. As duas equipes vivem momentos distintos no Brasileiro e não seria surpresa nenhuma se os gaúchos abdicassem dos mata-matas e focassem os esforços em fugir do rebaixamento na série A. O Santos foi a única equipe que o Inter venceu nos últimos jogos do Campeonato Brasileiro. Será também a primeira, e prematura, vez que o Santos voltará ao Beira Rio após o jogo que envolveu muita polêmica com a expulsão de Lucas Lima pela 23° rodada, na qual o Inter saiu vencedor por 2 a 1.

Na outra chave estão concentrados os maiores campeões do torneio. O Cruzeiro, campeão por 4 oportunidades, encara o 3 vezes campeão, Corinthians. Embora tenha conseguido respirar na série A, a Raposa ainda não se livrou completamente do descenso. Intercalando bons jogos com outros ruins, a equipe ainda não se firmou e isso pode ser importante para a classificação, ou não, do time mineiro. O Corinthians, de técnico novo, e sem perspectivas de queda ou de título no Brasileiro, aparece mais solto e disposto em dar prioridade para a Copa do Brasil e, assim, salvar o ano de 2016.

Por último o duelo que envolve grande rivalidade, principalmente na própria Copa do Brasil. Grêmio, também 4 vezes campeão, contra o Palmeiras, campeão em 3 oportunidades e atual detentor do título, voltam a cruzar seus caminhos pelo mata-mata nacional. As equipes já se encontraram em quatro oportunidades, em 1993, 1995, 1996 e 2012. O duelo é equilibrado entre paulistas e gaúchos. São 8 jogos com 2 vitórias dos alviverdes contra uma tricolor, e outros 5 empates. Cada equipe se classificou em cima do rival em duas oportunidades.

O primeiro jogo acontece já na próxima semana, entre os dias 28 e 29 de setembro, enquanto que o jogo de volta está marcado para os dias 19 e 20 de outubro.

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Sobre Miguel Deak

Miguel Deak já escreveu 23 posts nesse site..

Entusiasta do futebol moderno mas sem esquecer de sua época romântica, começou tarde nesse esporte ludopédio. Aos 13 anos "descobriu" o futebol Europeu após assistir um Sevilla x Barcelona, em 2003, e se tornou ,desde então, apaixonado pelo esporte bretão, com um carinho especial pelo time da Catalunha. VISCA EL BARÇA! Amante do 4-3-3 mas que respeita a decisão de quem prefere o 4-4-2, não admite que profissionais batam escanteio a meia altura e detesta lateral cobrado na área.


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Miguel Deak
Entusiasta do futebol moderno mas sem esquecer de sua época romântica, começou tarde nesse esporte ludopédio. Aos 13 anos "descobriu" o futebol Europeu após assistir um Sevilla x Barcelona, em 2003, e se tornou ,desde então, apaixonado pelo esporte bretão, com um carinho especial pelo time da Catalunha. VISCA EL BARÇA! Amante do 4-3-3 mas que respeita a decisão de quem prefere o 4-4-2, não admite que profissionais batam escanteio a meia altura e detesta lateral cobrado na área.

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