Seleção Portuguesa de 60, o time que encantou o mundo

Seleção tinha entre outro atletas, nada mais nada menos, que Eusébio
Seleção Portuguesa

Olá, tudo bem com vocês de Brasil?! Estou acá mais uma vez na coluna o O Gajo Conta do Futebol na Veia, mas, hoje, é especial. Ora pois, aqui já trouxe para meus gurizinhos um pouco da rica história do Belenenses, lá em dezembro do ano que passou. Todavia, hoje, falarei sobre a Seleção Portuguesa da década de 60, um time que marcou o mundo e tinha como principal destaque, Eusébio, que assim como eu, marcou história com a Quinas. Enfim, sem mais delongas, como gostam de falar no Brasil, vamos para oque interessa, que é falar sobre nossa eterna seleção da década de 60.

Bom, como todos sabem, eu não era nascido nos anos 60, pois vim a terra para brilhar somente em 1985, porém minha mãe Dolores Aveiro, me contou um pouco mais sobre aquele time que encantou o mundo. Minha querida mãe,  falou sobre o Pantera Negra, Eusébio, de José Augusto e Simões, atletas que fizeram história e que me inspiraram na minha brilhante carreira.

A SELEÇÃO QUE ENCANTOU

Então, vamos contar a história desse grande feito do futebol português, que encantou o mundo, inclusive eu, CR7. Bom, Portugal qualificou-se pela primeira vez para uma fase final de um Mundial em 1966, evento que decorreu na Inglaterra, país onde fui muito feliz, vestindo as cores do meu querido Manchester United, deixando a Checoslováquia fora da fase final.

Na equipa figuravam vários jogadores que tinham vencido por duas vezes a Taça dos Clubes Campeões Europeus pelo Benfica, como Simões, José Augusto, Coluna e Eusébio. Estes dois últimos eram provenientes da África Portuguesa, que até os anos 60 não eram muito valorizados no Portugal europeu, mas que passaram a sê-lo através do brasileiro Otto Glória, primeiramente como técnico do Benfica e posteriormente como técnico da seleção. Na fase de grupos, Portugal venceu todos os jogos, derrotando o Brasil e a Hungria, por 3 x 1, e a Bulgária por 3 x 0.

De imediato, nas quartas de final Portugal defrontou a Coreia do Norte. De nível teoricamente inferior, a equipa norte-coreana surpreendeu os jogadores portugueses ao marcar três gols sem resposta ainda na primeira parte. Os meus guerreiros acabaram por dar a volta por cima, vencendo a partida por 5 x 3. Eusébio foi o grande herói da partida, ao marcar 4 gols. Ao finalizar cada gol, o jogador não festejou, optando por correr a ir buscar a bola ao fundo da baliza e repondo-a no meio campo, um gesto que inspiraria gerações futuras de jogadores e que passou a ser comum em situações semelhantes, eu como bom português já fiz isso. José Augusto marcou o quinto e último tento.

A GRANDE SEMIFINAL

Para mim é motivo de orgulho saber que meus conterrâneos chegaram a uma semifinal de mundial, porém, em 2022, eu e meus companheiros iremos ganhar a copa, para orgulhar os jogadores da década de 60. Na semifinal Portugal viria a ser derrotado pela seleção anfitriã e futura campeã, Inglaterra. Bobby Charlton foi a figura de destaque do encontro, ao marcar dois gols. Eusébio ainda reduziu, de pênalti, mas era tarde demais para poder alterar o rumo da partida. No jogo para definir o terceiro lugar, meu Portugal venceu a União Soviética por 2 x 1, terminando em 3º Lugar. Torres marcou o golo da vitória no minuto 89.

Enfim, esta seria até hoje a melhor prestação de Portugal num campeonato mundial de futebol. Eusébio acabaria o torneio como melhor marcador, com nove golos.Nesse ínterim,  a equipa foi recebida em festa pelos portugueses, minha querida mãe Dolores estava lá, tendo os seus jogadores sido alcunhados de “magriços” segundo uma famosa história contada por Luís de Camões.

O GRANDE DESTAQUE: EUSÉBIO

Primeiramente, para mim, Cristiano Ronaldo dos Santos Aveiro, Eusébio junto a mim, foi o melhor jogador português da história, porém eu fui o maior. Em 1966, vestindo a camisola das quinas, foi um dos protagonistas do Campeonato do Mundo jogado na Inglaterra. Com uma prestação fenomenal, Eusébio foi uma das principais armas portuguesas para uma das melhores campanhas internacionais de sempre. Logo no primeiro Campeonato do Mundo, Portugal chegou aos quartos de final, deixando pelo caminho equipas como a da Coreia do Norte, Hungria e Brasil. Em conclusão Portugal acabou por sair derrotado contra a equipa da casa, numa partida que ficou conhecida como “Jogo das Lágrimas”, e que ficou marcada por contestações à organização do torneio.

DECLÍNIO

Antecipadamente, infelizmente a minha seleção das Quinas teve uma queda sendo eliminada na fase de grupos do mundial em várias ocasiões. Apesar da exibição notável no mundial de 1966, a Seleção não conseguiu dar seguimento a essa prestação, conseguindo qualificar-se para a fase final de uma grande competição apenas 18 anos depois. Durante este período a Seleção Portuguesa acabava por perder quase sempre jogos importantes contra adversários do seu grupo, acabando por ficar fora dos lugares de acesso à fase final. Por fim, Esta fase viu também muitas figuras importantes da geração dos “magriços”, como Eusébio, Coluna e José Águas atingirem a idade da reforma, enquanto que outros, como Fernando Chalana e Rui Jordão começavam a despontar.

Apesar disso, Portugal conseguiu chegar à final da Taça Independência, um torneio de 20 equipas organizado em 1972 que assinalou os 150 anos da independência do Brasil. Enfim, Portugal venceu quase todos os jogos em que participou, empatando somente contra o Uruguai, mas na final disputada no Estádio do Maracanã, o Brasil levaria a melhor sobre os portugueses, com um golo de Jairzinho aos 89′.

Foto destaque: Divulgação/ O Curioso do Futebol 

Pedro Henrique de Mesquita

Sobre Pedro Henrique de Mesquita

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Meu nome e Pedro Henrique, tenho 18 anos e desde os meus 5 anos sou completamente apaixonado por futebol. Meu maior sonho e se tornar jornalista esportivo e fazer o que eu mais amo que e falar e escrever sobre o assunto. Pretendo em algum dia trabalhar em um grande meio de comunicação do país. Só de estar no futebol na veia já e motivo de honra e orgulho pra mim.

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