O São Paulo Futebol Clube se apequenou

O clube vive um marasmo desde a conquista da Copa Sul-Americana, venha tentar entender o porque

Neste domingo (26) o São Paulo visitou o Corinthians, em Itaquera e mais uma vez saiu com a derrota. Assim, chega a 12 jogos na Zona Leste, acumulando nove derrotas e três empates. Deste modo, sem surpresas, mais uma vez mostrou ser apático em clássicos, em jogos decisivos e entristece o seu torcedor, que antes da bola rolar, não tinha confiança alguma em seus jogadores e sabia do resultado. Mas porque o Tricolor Paulista, tão temido caiu nesse marasmo?

GESTÃO

Começou com o terceiro mandato de Juvenal Juvêncio. Primeiro de tudo, mostrou o egoísmo que pairava em sua cabeça ao mudar o estatuto para conseguir sua reeleição. Dessa maneira, geriu o clube de maneira hostil, com contratações bisonhas, com jogadores que nada fizeram para vestir uma camisa tão pesada. Em seguida, assumiu Carlos Miguel Aidar, que montou uma verdadeira seleção com Pato, Kardec, Ganso, Kaká, entre outras figuras, pagando salários astronômicos sem conseguir pagar. O clube quebrou. Assim, começou a debandada de atletas, vendendo por vender, e jogando a culpa em treinadores. Agora, com Leco nada mudou, sempre “o mais do mesmo”.

TREINADORES

Começou lá atrás, com Muricy Ramalho, que mesmo conquistando o triplete de brasileiros (2006,07 e 08), acabou sendo demitido, dando a era de treinadores que não tinham tempo mínimo de trabalho. Após a saída do atual comentarista do SporTV, passou pelo clube: Milton Cruz (5x), Ricardo Gomes, Sérgio Baresi, Paulo César Carpegiani, Adílson Batista, Emerson Leão, Ney Franco, Paulo Autuori, o próprio Muricy, Osório, Doriva, Edgardo Bauza, novamente Ricardo Gomes, Pintado, Rogério Ceni, Dorival Júnior, Diego Aguirre, André Jardine, Vagner Mancini e Cuca. Ou seja, 25 trabalhos diferentes, filosofias distintas, mas todos com um denominador comum: nenhum teve tempo para trabalhar. Além disso, em maio de 2019 já são três técnicos.

JOGADORES

Além da venda, empréstimos de talentos, há dois contrapontos. O primeiro: muitos dos jogadores não tinham sequer qualidade técnica para vestir a camisa são-paulina. Não vou citar nomes, mas todos sabem quem são, vários deles foram esquecidos em times menores, simplesmente por falta de futebol. Além disso, atletas que mal tiveram chance de se adaptarem, que tinham vocação para estar no clube, rapidamente foram queimados. Assim, mostraram seu valor em outros clubes, e conquistaram títulos. O caso mais emblemático é de Rodrigo Caio, completamente chutado do clube e hoje mostrando o porque sempre foi tachado como grande profissional, agora no Flamengo.

SOBERBA

Além de Juvenal, Carlos Miguel Aidar foi infeliz ao dizer em entrevista que o Palmeiras tinha se apequenado. Assim, mostrando uma alta arrogância, desrespeito com seu rival. Deste modo, o tempo mostrou se ele estava certo ou não. Fora os diretores e quem comanda o clube nesses últimos anos. Há de se entender que o São Paulo se apequenou, que tem que começar um trabalho completamente do ZERO. Não tem que se pensar em títulos agora, em venda de atletas, ou egos inflados. Pelo seu torcedor o Soberano precisa novamente reinar, até os rivais estão sentido sua falta. Hoje o Tricolor do Morumbi não bota mais medo em ninguém, é chacota em arenas, clássicos e no mundo.

Salvem o Tricolor Paulista, amado clube brasileiro..

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Sobre Alexsander Vieira

Alexsander Vieira já escreveu 437 posts nesse site..

Olá, me chamo Alexsander Vieira, tenho 21 anos e um amor intenso por futebol. Sou estudante de jornalismo pela FAM. Quando pequeno, pensava em trabalhar com o futebol, como jogador. Por situações não harmoniosas esse sonho se dissolveu, porém achei outra maneira de continuar no esporte. Foi com as mãos que decidi trabalhar, informar minha nação com os melhores acontecimentos, e sempre ter credibilidade no que passo à frente.

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Alexsander Vieira
Olá, me chamo Alexsander Vieira, tenho 21 anos e um amor intenso por futebol. Sou estudante de jornalismo pela FAM. Quando pequeno, pensava em trabalhar com o futebol, como jogador. Por situações não harmoniosas esse sonho se dissolveu, porém achei outra maneira de continuar no esporte. Foi com as mãos que decidi trabalhar, informar minha nação com os melhores acontecimentos, e sempre ter credibilidade no que passo à frente.
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