São Paulo, Palmeiras e Santos tem melhores da América

Jogadores dos clubes concorrem ao prêmio Rei da América
Daniel Alves São Paulo

Os times paulistas não se destacaram como o esperado em 2019, no entanto terão representantes no prêmio Rei da América, organizado pelo jornal uruguaio El País e que escolhe os melhores do continente sul-americano. Assim, cinco nomes ligados a São Paulo, Palmeiras e Santos ficaram entre os cinco melhores por posição.

Os selecionados foram Daniel Alves (lateral direita) e Reinaldo (na lateral esquerda) ambos do Tricolor Paulista, Gustavo Gómez (na zaga) e Bruno Henrique (como volante) do Verdão,  Yeferson Soteldo (meia) do Alvinegro Paulista.  Assim, todos disputam a eleição com outras quatro opções.

Para o prêmio principal, de Rei da América, melhor jogador do continente,  o futebol brasileiro terá um quarteto como representante. Foram escolhidos os destaques de Flamengo e um do Grêmio – três jogadores nascidos no Brasil e um no Uruguai.

Do elenco flamenguista, estão na eleição o meia uruguaio De Arrascaeta e os atacantes Gabriel Barbosa, o Gabigol, e Bruno Henrique. No Grêmio, Everton Cebolinha, o destaque da Seleção Brasileira na vitória na Copa América, também selecionado. Outros na disputa do Rei da América são Rafael Santos Borré, Enzo Pérez e Franco Armani do River Plate; Esteban Andrada  do Boca Juniors; Luis Rodríguez do Colón de Santa Fé e Cristian Pellerano Independiente del Valle.

Por fim, dois técnicos que trabalham no futebol brasileiro vão concorrer na eleição de melhor comandante da América. Renato Gaúcho, do Grêmio, e o português Jorge Jesus, do Flamengo, vão disputar a eleição com Gustavo Alfaro  do Boca Jrs, Marcelo Gallardo do River Plate e Miguel Ángel Ramírez do Independiente del Valle.

Foto Destaque: Divulgação/São Paulo FC

Nara Costa

Sobre Nara Costa

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Minha paixão por futebol aconteceu em 1994, na Copa do Mundo daquele ano, me lembro da preparação das ruas e das bandeirinhas de toda aquela festa e emoção em cada jogo, tudo isso ficou profundamente no meu coração e se transformou em um sentimento, o qual é inevitável não sentir, ao ver a bola rolar no gramado.

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Minha paixão por futebol aconteceu em 1994, na Copa do Mundo daquele ano, me lembro da preparação das ruas e das bandeirinhas de toda aquela festa e emoção em cada jogo, tudo isso ficou profundamente no meu coração e se transformou em um sentimento, o qual é inevitável não sentir, ao ver a bola rolar no gramado.

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