Rampla vence clássico fora e encerra jejum de vitórias

- Picapiedras, com gol de Juan Albín, venceram o Cerro, no Tróccoli, e voltou a vencer após 11 rodadas
Rampla vence clássico fora e encerra jejum de vitórias

Jogando em casa, no Estádio Luis Tróccoli, o Cerro recebeu o Rampla Juniors, maior rival, para o Clássico de la Villa. O duelo aconteceu no último sábado (16), pela 12ª rodada do Clausura Uruguaio 2019. Com muita rivalidade envolvida, o jogo foi um capítulo a parte do campeonato, como de costume. Muita garra, vontade de vencer e força, o que resultou em muitos cartões amarelos: nove no total. Para os mandantes valia a vitória para melhorar sua média de promédios para 2020, afinal, meio de tabela é o que resta. Por outro lado, para os visitantes nada estava em jogo, pois já estão rebaixados. Certo? Errado! A dignidade estava valendo e, claro, o orgulho frente ao adversário. Não venciam desde o início do torneio, ou seja, há 11 rodadas. Mas o gol de Juan Albín no começo do 2º tempo não deu só a vitória aos Picapiedras, mas também a chance de ficarem invictos no derby por mais de um ano.

1º tempo

O duelo começou movimentado e com chances rápidas para ambos, mas boas defesas dos goleiros mantiveram o embate intacto no placar. Um chute a meia distância de Santiago Gaspari, pelo lado visitante, outro de Maureen Franco, pelos locais, alertaram que seria um jogo dinâmico. Mas com o passar dos minutos o jogo se tornou muito disputado no meio-campo e com entradas mais fortes e, consequentemente, faltas. E isso conspirou nas chegadas sobre as áreas rivais nas bolas paradas. O Cerro confiava em jogar a bola na esperança que Franco decidisse. Foi assim que, aos 24′, em velocidade pela direita, chutou forte no travessão. Os mandante tinham controle do jogo, mas não conseguiram clareza no terço final do campo para abrir o marcador. José Luis Tancredi teve uma chance clara, mas o Rampla se defendeu bem para manter o zero no placar.

2º tempo

O jogo não mudou no complemento, com os anfitriões tentando encontrar buracos na muralha picapiedra, que se defendia bem e esperava o momento de acertar, o que não demorou muito para acontecer. Um cabaceio de Piñeiro achou Formento bem postado para defender, mas nada pôde ser feito aos 56′, quando, após uma grande jogada coletivo, a bola chegou a Juan Albín, que teve calma para abrir o placar. Rodrigo Piñeiro complicou a zaga local com sua velocidade pela esquerda e até teve a chance de ampliar, mas sua definição não foi precisa. O técnico Antúnez tentou fazer a equipe mandante reagir e colocou Diego Casas em campo. E o jogador entrou com tudo. Depois de receber na área, driblou e finalizou, mas o goleiro Samurio, vestido como protagonista, buscou no canto. Já próximo do fim, foi esse mesmo atacante que tentou novamente em um chute cruzado que pegou Samurio, a grande figura do jogo.

E agora?

Com a vitória no derby o Rampla Juniors chega a seis pontos no Clausura, dois a menos que Fénix e Juventud. Por outro lado, o Cerro fica na 12ª colocação com o dobro de pontos do rival. Na próxima rodada jogam na sexta-feira (22), às 16h30 (horário de Brasília). O Cerro visita o Juventud, enquanto o Rampla recebe o River Plate.

Foto destaque: Reprodução/Dante Fernández/Foco UY

Eric Filardi

Sobre Eric Filardi

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Quando pequeno quis ser jogador. O sonho de criança passou. Uma vida nova se anseia. Bem-vindo ao melhor site de futebol. Bem-vindo ao Futebol na Veia. Sou Eric Filardi, paulistano de 27 anos, jornalista pós-graduado em Jornalismo Esportivo e apaixonado por futebol. Como todo jornalista amo escrever. Como todo brasileiro amo futebol. Tenho meu clube e minhas preferências, mas viso o profissionalismo e a imparcialidade, sem deixar de lado a criatividade. Sou Tricolor, Peixe, Palestra e Timão. Sou da Colina, Glorioso, Flu e Mengão. Sou brasileiro, hermano, francês e italiano. Sou Ghiggia, Paolo Rossi, Caniggia e Zidane. Sou Alemanha dos 7 x 1, mas que o povo não se engane. Também sou Ronaldo, Romário, Zico, Garrincha e Pelé. Sou Bundesliga, MLS, Eredivisie e Premier. Sou das várzeas e dos terrões. Sou Clássico das Multidões. Sou Sul, Nordeste, Amazônia e Pantanal. Sou Galo, Raposa, Bavi e Grenal. Sou Ásia e África. Sou Barça e Real. Sou as Américas, a Europa, sou o mundo em geral. Sou a festa nas arquibancadas, que o estádio incendeia: sou Futebol na Veia.

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