Pia Sundhage muda o jeito da Seleção Feminina

Brasil continua invicto sob o comando da treinadora
pia sundhage

Nesta terça feira (8), a Seleção brasileira Feminina venceu o amistoso contra a Polônia por 3 x 1, fora de casa, em Kielce. Os gols foram marcados por Formiga, Tamires e Debinha. As mandantes descontaram com Mesjasz. Desta forma, o saldo é positivo do trabalho de Pia Sundhage. Em pouco mais de dois meses são quatro jogos, com três vitórias e um empate. No último sábado (5), também venceram a partida, diante da Inglaterra. A sueca está invicta e continua a preparação para os Jogos Olímpicos de Tóquio 2020.

As mudanças

Um setor da equipe que sofreu grandes mudanças desde sua chegada é o meio-campo. Apesar do pouco tempo, Pia já implementou um estilo diferente do ex-treinador Vadão. Portanto, com a sueca, o jogo passa muitas vezes pelo centro, considerado por ela, o lugar mais importante, que dita o ritmo da partida e pretende trabalhar bastante por ali. A ideia, é colocar a bola no chão, ocupar os espaços, buscar a triangulação para sair jogando sem dar chutão, combinando velocidade e variação ofensiva.  Entretanto, a diferença é gigantesca. O jeito do ex-técnico era de ligações diretas, sem passar pelas intermediárias, mais vertical e sem muita criatividade.

Os testes de Pia

A coragem da treinadora é uma das coisas que mais chama atenção. Das 30 jogadoras convocadas, ela utilizou 28. Todavia, esse alto número foi por conta que nos amistosos pode se fazer até seis modificações. Assim, sua leitura de jogo e inteligência são perfeitas. No intervalo das duas partidas, mudou o que precisava em todos os setores: defesa, meio e ataque, surtindo efeito.

Essas mudanças e testes são essenciais para as competições que o Brasil irá disputar no qual o time chegará com um jeito diferente e sólido. Entretanto, em suas convocações, um detalhe foi notado: a permanência de atletas com experiência( Marta, Formiga e Erika) e da base montada por Vadão.

Nicollas Almeida

Sobre Nicollas Almeida

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Escolhi o jornalismo porque queria contar histórias, participará dela também. Já estagiei na assessoria de imprensa de um órgão do governo do Rio de Janeiro. Fiz trabalhos voluntários no meio religioso e político, participei de um programa de debate na rádio na faculdade.

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