Paysandu sofre, mas vence Itupiranga na Curuzu

Clubes se enfrentaram na rodada inaugural do Parazão
Paysandu sofre, mas vence Itupiranga na Curuzu

Na noite desta segunda-feira (20), o Paysandu recebeu a equipe do Itupiranga, novata do estadual em 2020, pela 1ª rodada do Parazão. A partida aconteceu no Estádio da Curuzu, em Belém, para 11.613 pessoas. A princípio, a partida prometia ser mais tranquila para o time da casa, mas o visitante se mostrou valente e não deixou o Papão jogar com tranquilidade. No fim, prevaleceu a força do clube da capital e acabou vencendo.

1º Tempo

O começo da partida foi empolgante, mostrando que as duas equipes vieram com tudo para o estadual. Aos oito minutos, Alex Maranhão arriscou de longe, contou com a ajuda do goleiro Redson e abriu o placar para o Paysandu. Porém, dois minutos depois, Quadrado recebe em velocidade, limpou a marcação e chutou forte para empatar a disputa. Mas, aos 13 minutos, após cobrança de escanteio e o bate e rebate na área, Caíque Oliveira colocou o Bicolor na frente de novo. A partir daí, o Paysandu dominou as ações da posse de bola, com o Crocodilo se atendo aos contra-ataques. Ao final, o placar ficou em 2 x 1 para o Alviceleste.

2º Tempo

Na etapa complementar, o Itupiranga com um homem a menos (após a expulsão de Tácio na reta final do duelo), precisou ficar mais atento a defesa. O clube do interior começou levando perigo, as duas vezes com Quadrado. Entretanto, aos 16 minutos, após roubada de bola, Caíque Oliveira apareceu livre na área (em impedimento), para ampliar o marcador. Assim, o placar foi se arrastando até que aos 47 minutos, Tairon perdeu pênalti que poderia diminuir o prejuízo no marcador.

E Agora?

O resultado coloca o Paysandu dividindo o 2º lugar na tabela com o Bragantino, já o Itupiranga se posiciona em 8º, empatado com o Águia de Marabá. O Crocodilo volta a jogar no próximo domingo (26), contra o Independente, no Parque do Bacurau, às 16h (horário de Brasília). Enquanto isso, o Bicolor volta a jogar na segunda-feira (27), também na Curuzu, às 20h (horário de Brasília).

 

Destaque: Jorge Luiz/Paysandu

Ruan Silva

Sobre Ruan Silva

Ruan Silva já escreveu 856 posts nesse site..

Meu nome é Ruan Silva da Silva, tenho 24 anos, moro na cidade de Altamira no Pará. Sou graduado na área de Letras, com habilitação em Língua Portuguesa e no momento pós-graduando na área de Linguagem e Ensino, ambos pela Universidade Federal do Pará (UFPA). Sou deficiente físico, tenho dificuldades na questão da locomoção, que dificulta um pouquinho as coisas, mas nada que impeça de exercer diversas atividades. Sou apaixonado por todos os esportes, principalmente pelo futebol, corintiano e simpatizante de diversos clubes na Europa que não cabem todos aqui e apaixonado também pelo jornalismo esportivo tendo como ídolos, ícones como Galvão Bueno, Luciano do Valle, André Henning, Vitor Sérgio Rodrigues e outros mais. Uma curiosidade minha é que consegui na graduação em um ambiente voltado aos estudos de ensino e aprendizagem, incluir o futebol no principal trabalho dos quatro anos de curso, o TCC. Escrevi sobre Nelson Rodrigues e a Copa de 1950, temas raramente trabalhados numa graduação como essa. Enfim! Sonho em um dia trabalhar efetivamente na área que tanto amo e acredito que posso fazer um bom papel no meio.

BetWarrior


Ruan Silva
Ruan Silva
Meu nome é Ruan Silva da Silva, tenho 24 anos, moro na cidade de Altamira no Pará. Sou graduado na área de Letras, com habilitação em Língua Portuguesa e no momento pós-graduando na área de Linguagem e Ensino, ambos pela Universidade Federal do Pará (UFPA). Sou deficiente físico, tenho dificuldades na questão da locomoção, que dificulta um pouquinho as coisas, mas nada que impeça de exercer diversas atividades. Sou apaixonado por todos os esportes, principalmente pelo futebol, corintiano e simpatizante de diversos clubes na Europa que não cabem todos aqui e apaixonado também pelo jornalismo esportivo tendo como ídolos, ícones como Galvão Bueno, Luciano do Valle, André Henning, Vitor Sérgio Rodrigues e outros mais. Uma curiosidade minha é que consegui na graduação em um ambiente voltado aos estudos de ensino e aprendizagem, incluir o futebol no principal trabalho dos quatro anos de curso, o TCC. Escrevi sobre Nelson Rodrigues e a Copa de 1950, temas raramente trabalhados numa graduação como essa. Enfim! Sonho em um dia trabalhar efetivamente na área que tanto amo e acredito que posso fazer um bom papel no meio.

Artigos Relacionados

Topo