Paysandu 47 vezes – o maior campeão paraense

O Paysandu ainda não tinha vencido o Remo na temporada, mas em clássicos esse tipo de retrospecto é pouco levado em conta, ainda mais em uma final. Nos jogos anteriores, o Papão da Curuzu perdeu uma e empatou duas em 2017 contra o Remo e vinham pressionados depois da derrota na Copa Verde contra o Luverdense fora de casa. Todos esses fatores foram juntados numa espécie de motivação a mais para os jogadores bicolores.

O Paysandu foi melhor durante boa parte da partida, atacando e levando muito perigo ao gol do goleiro André Luís, mas sem oportunidades reais de fato, como aos 7 minutos em cobrança de escanteio lançada na área, a bola acabou sendo afastada por Zé Antônio, defensor da equipe do Remo. Pelo lado azulino, a cautela imperava, com o time esperando algum erro do adversário e tendo sua saída para o jogo bastante dificultada. Aos 30 minutos saiu o gol allviceleste, em boa jogada de contra-ataque, Bérgson foi lançado na área e bateu cruzado sem chances para André Luís e festa da torcida na arquibancada. O Remo até tentou responder de forma rápida, mas esbarrou na sua dificuldade técnica de conseguir algo efetivo no jogo e o primeiro tempo terminou mesmo no 1 a 0.

No segundo tempo o Paysandu manteve-se bem ao ataque e logo no primeiro minuto, Alfredo recebe na área e chuta para grande defesa do goleiro do Remo. Aos 15 minutos saiu o gol azulino, mesmo sem merecer, João Victor recebe na área e cruza a bola na segunda trave e encontra Rodrigo Miranda que só teve o trabalho de empurrar a bola para o fundo da meta do goleiro Emerson. Após o gol o jogo ganhou em emoção, com boas chances para as duas equipes, até os 45 minutos de jogo, quando brilhou mais uma vez a estrela do artilheiro do campeonato Bérgson que recebeu passe na entrada da grande área e chutou forte no canto esquerdo de André Luís e garantindo o título do Campeonato Paraense 2017 para a equipe bicolor.

Agora as atenções das duas equipes estão voltadas para as competições nacionais, o Paysandu tem o Santos pelo segundo jogo da Copa do Brasil na próxima quarta-feira. Já o olhar do Remo vai mais adiante, mais precisamente no próximo fim de semana, quando começa a disputa da série C 2017 contra o Fortaleza em casa.

Ruan Silva

Sobre Ruan Silva

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Meu nome é Ruan Silva da Silva, tenho 24 anos, moro na cidade de Altamira no Pará. Sou graduado na área de Letras, com habilitação em Língua Portuguesa e no momento pós-graduando na área de Linguagem e Ensino, ambos pela Universidade Federal do Pará (UFPA). Sou deficiente físico, tenho dificuldades na questão da locomoção, que dificulta um pouquinho as coisas, mas nada que impeça de exercer diversas atividades. Sou apaixonado por todos os esportes, principalmente pelo futebol, corintiano e simpatizante de diversos clubes na Europa que não cabem todos aqui e apaixonado também pelo jornalismo esportivo tendo como ídolos, ícones como Galvão Bueno, Luciano do Valle, André Henning, Vitor Sérgio Rodrigues e outros mais. Uma curiosidade minha é que consegui na graduação em um ambiente voltado aos estudos de ensino e aprendizagem, incluir o futebol no principal trabalho dos quatro anos de curso, o TCC. Escrevi sobre Nelson Rodrigues e a Copa de 1950, temas raramente trabalhados numa graduação como essa. Enfim! Sonho em um dia trabalhar efetivamente na área que tanto amo e acredito que posso fazer um bom papel no meio.

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Meu nome é Ruan Silva da Silva, tenho 24 anos, moro na cidade de Altamira no Pará. Sou graduado na área de Letras, com habilitação em Língua Portuguesa e no momento pós-graduando na área de Linguagem e Ensino, ambos pela Universidade Federal do Pará (UFPA). Sou deficiente físico, tenho dificuldades na questão da locomoção, que dificulta um pouquinho as coisas, mas nada que impeça de exercer diversas atividades. Sou apaixonado por todos os esportes, principalmente pelo futebol, corintiano e simpatizante de diversos clubes na Europa que não cabem todos aqui e apaixonado também pelo jornalismo esportivo tendo como ídolos, ícones como Galvão Bueno, Luciano do Valle, André Henning, Vitor Sérgio Rodrigues e outros mais. Uma curiosidade minha é que consegui na graduação em um ambiente voltado aos estudos de ensino e aprendizagem, incluir o futebol no principal trabalho dos quatro anos de curso, o TCC. Escrevi sobre Nelson Rodrigues e a Copa de 1950, temas raramente trabalhados numa graduação como essa. Enfim! Sonho em um dia trabalhar efetivamente na área que tanto amo e acredito que posso fazer um bom papel no meio.

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