Nos pênaltis, Oeste supera Cruzeiro e vai às oitavas de final da Copinha

- Proposta defensiva deu resultado e o Rubrão teve sua revanche após derrota na fase de grupos
Oeste e agora

Nesta terça-feira (14), Cruzeiro e Oeste entraram em campo em jogo válido pela segunda fase da Copa São Paulo. Assim, as equipes fizeram um jogo morno e sem maiores perigos. A Raposa até chegou mais à meta adversária, mas não conseguiu balançar as redes. Já o Rubrão, com uma proposta de levar o confronto para as penalidades, segurou a partida. Dessa forma, o empate sem gols prevaleceu. Nos pênaltis, três jogadores desperdiçaram para o time mineiro, enquanto que apenas um perdeu para os paulistas. Logo, por 3 x 1, o time de Barueri avançou na Copinha.

1º TEMPO

Com mais posse de bola, o Cruzeiro começou a partida impondo seu ritmo. Todavia, apesar de tocar mais a bola e ter paciência para tentar as infiltrações, foi o Oeste que teve a primeira chance. Assim, aos 10′, Brunão viu o goleiro adiantado e arriscou do meio campo, mas o arqueiro segurou firme. Sem conseguir entrar na área, o jeito foi finalizar de fora da área, mas Márcio defendeu o chute da entrada da área. Logo em seguida, o Rubrão puxou contra-ataque e Wellington invadiu a área, bateu cruzado, mas a bola passou perto da trave esquerda. Aos 21′, Marco Antônio cobrou falta, a bola foi cabeceada e ficou viva na área, mas ninguém mandou para as redes.

Explorando os erros e saídas nos contra-ataques, o Oeste passou a ganhar mais campo na segunda metade da etapa. Aos 26′, Luan cobrou falta, mas a bola foi direta por cima do gol. Na sequência, em nova bola parada, a pelota foi batida rasteira e ficou fácil para o goleiro cruzeirense. A partir dos 35′, o Rubrão igualou as ações atuando pelo lado direito do campo. Assim, Reifit experimentou de longe, a redonda passou a esquerda do arqueiro mineiro. Aos 44′, Brunão cobrou falta forte da intermediária, mas Denivys agarrou firme. Dessa forma, sem grandes lances de perigo e carecendo de intensidade, o confronto foi para o intervalo com o placar zerado.

2º TEMPO

Sem maiores emoções, a partida reiniciou, em Barueri, com o mesmo panorama da etapa inicial. Enquanto o Cruzeiro, mesmo com dificuldades, buscava criar jogadas de perigo. O Oeste se fechava atrás da linha do meio campo, esperando o adversário, para jogar no contra-golpe. Assim, com as defesas bem postadas, as equipes só chegavam em bolas paradas. Assim, a Raposa chegou em escanteio, Jonathan cabeceou, a pelota passou rente ao travessão. Aos 24′, Alexandre Jesus recebeu na área, quando preparou o chute, Luan cortou e evitou que a bola fosse na direção do gol.

Assim, os lances fizeram o Cruzeiro crescer no jogo com as entradas de Bicalho e Riquelmo. Aos 32′, Marco Antônio cobrou falta, mas o cabeceou foi para fora. Logo, jogando para levar a partida para as penalidades, o Oeste só saia para jogo quando lhe era seguro. Aos 39′, o Rubrão arriscou de fora da área, mas a bola passou por cima do gol. Em seguida, Jabá trouxe para a perna esquerda e arrematou, mas a redonda saiu mascada. Já nos acréscimos, Alejandro, com habilidade e,m lance individual, ainda tentou, mas Douglão cortou. Nos pênaltis, os mineiros desperdiçaram três chutes e Wellington classificou o os paulistas para as oitavas de final.

https://twitter.com/OesteFC_Barueri/status/1217247139685859332

E AGORA?

Com o resultado, o Oeste está classificado às oitavas de final da Copa São Paulo. Enquanto que o Cruzeiro volta para Minas Gerais mais cedo. Assim, na próxima fase, o Rubrão enfrenta o Avaí, em dia e horário ainda não definidos. por uma vaga nas quartas de final da Copinha.

MELHORES MOMENTOS

Foto Destaque: Reprodução / Gustavo Aleixo / Globoesporte.com

Ricardo do Amaral

Sobre Ricardo do Amaral

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"Alvíssaras! Sou Ricardo Accioly Filho, pernambucano de 27 anos, advogado e estudante de jornalismo pela Uninassau. Tenho como mote que “no futebol, nunca serão apenas 11 contra 11”; é arte, é espetáculo, humanismo, tem poder de mover multidões e permitir ascensões sociais. Como paixão nacional do brasileiro, o futebol me acompanha desde cedo, entretanto como nunca tive habilidade para praticá-lo, busquei associar duas vertentes de minha vida: o prazer pela leitura e o esporte bretão. Foi nesse diapasão que encontrei no jornalismo esportivo o elo de ligação que me leva a difundir e informar o que, nas palavras de Steven Spielberg, é o “mais belo espetáculo de imagens que já vi”."

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