No quarto clássico do ano, Remo conquista o título do Parazão 2018

Aos olhos de 29 mil pessoas, a quarta vitória contra o Paysandu em 2018, veio com o gol de pênalti ainda no primeiro tempo.

Foi um estadual cheio de problemas para ambos os lados, e com trocas de técnicos precocemente, por conta do início de temporada desastroso dos rivais. Assim Remo e Paysandu se reergueram no meio do Parazão e chegaram a final, que em determinado momento parecia improvável. Givanildo Oliveira e Dado Cavalcanti deram cara nova aos seus clubes que fizeram dois jogos dignos de decisão, o primeiro se saiu melhor, mas o segundo sabe que ainda há muito o que trabalhar para o restante da temporada.

Primeiro tempo

O Paysandu precisava reverter o 2 x 1 da primeira partida da final, e tomou a iniciativa do jogo na primeira etapa. Walter apareceu aos dois minutos para a primeira oportunidade na partida, mas jogou para fora. Aos 20′, Pedro Carmona tentou novamente para o Bicolor, mas tomou o mesmo rumo da chance anterior. O Remo apostava no contra-ataque, e chegou seis minutos depois com Felipe Marques, que resultou em Marcão o derrubando dentro da área. Isac bateu o penâlti e colocou a bola no fundo da rede adversária, dando mais vantagem ao Leão. O Paysandu pressionou bastante, mas pecou demais nos passes e nas finalizações. E assim terminou em 1 x 0 o primeiro tempo para o Remo.

Segundo tempo

Assim como no primeiro, a segunda etapa foi de pressão do Paysandu e de muita paciência para o Remo, que esperava o momento certo para o contra-ataque, transformando o goleiro Vinícius no grande nome da partida, assim como no primeiro jogo. O time alviceleste chegou pelo menos três vezes, uma com Diego Ivo e duas com Moisés, mas o arqueiro azulino estava atento. Nos contra-ataques, o Remo chegou com Jayme e Adenilson, que perderam excelentes oportunidades de marcar. O Paysandu ainda tentou uma pressão final, mas não foi o suficiente para tirar o título do Remo, que conquistou seu 45º título na história do Parazão, agora dois a menos que o rival. Para Givanildo o título foi ainda mais especial, pois foi o segundo comandando o time azulino, e o terceiro estadual em sequência: venceu o mineiro pelo América-MG (2016), o Cearense pelo Ceará (2017) e agora o Paraense pelo Remo (2018).

Foto: Jornal O Liberal

O futuro dos rivais

A festa e a decepção devem durar pouco tempo, pois os times já têm o Brasileirão no alvo, já na semana que vem. O Paysandu estreia na Série B no próximo sábado contra a Ponte Preta, no Moisés Lucarelli. Enquanto o Remo, joga na segunda-feira contra o Atlético Acreano, na Arena da Floresta, no Acre, pela Série C.

Em tempo…

O Bragantino venceu o São Raimundo por 1 x 0 no Diogão, em Bragança, e conquistou o título simbólico do interior e terceiro lugar do Parazão 2018. Marcelo Marciel foi às redes, aos 40 minutos do primeiro tempo, garantindo o Tubarão na Copa do Brasil do ano que vem. Para o Pantera, resta a torcida pelo Paysandu na Copa Verde, já que só com o título Bicolor, o time de Santarém irá para disputar a competição nacional em 2019.

Ruan Silva

Sobre Ruan Silva

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Meu nome é Ruan Silva da Silva, tenho 24 anos, moro na cidade de Altamira no Pará. Sou graduado na área de Letras, com habilitação em Língua Portuguesa e no momento pós-graduando na área de Linguagem e Ensino, ambos pela Universidade Federal do Pará (UFPA). Sou deficiente físico, tenho dificuldades na questão da locomoção, que dificulta um pouquinho as coisas, mas nada que impeça de exercer diversas atividades. Sou apaixonado por todos os esportes, principalmente pelo futebol, corintiano e simpatizante de diversos clubes na Europa que não cabem todos aqui e apaixonado também pelo jornalismo esportivo tendo como ídolos, ícones como Galvão Bueno, Luciano do Valle, André Henning, Vitor Sérgio Rodrigues e outros mais. Uma curiosidade minha é que consegui na graduação em um ambiente voltado aos estudos de ensino e aprendizagem, incluir o futebol no principal trabalho dos quatro anos de curso, o TCC. Escrevi sobre Nelson Rodrigues e a Copa de 1950, temas raramente trabalhados numa graduação como essa. Enfim! Sonho em um dia trabalhar efetivamente na área que tanto amo e acredito que posso fazer um bom papel no meio.

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Ruan Silva
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Meu nome é Ruan Silva da Silva, tenho 24 anos, moro na cidade de Altamira no Pará. Sou graduado na área de Letras, com habilitação em Língua Portuguesa e no momento pós-graduando na área de Linguagem e Ensino, ambos pela Universidade Federal do Pará (UFPA). Sou deficiente físico, tenho dificuldades na questão da locomoção, que dificulta um pouquinho as coisas, mas nada que impeça de exercer diversas atividades. Sou apaixonado por todos os esportes, principalmente pelo futebol, corintiano e simpatizante de diversos clubes na Europa que não cabem todos aqui e apaixonado também pelo jornalismo esportivo tendo como ídolos, ícones como Galvão Bueno, Luciano do Valle, André Henning, Vitor Sérgio Rodrigues e outros mais. Uma curiosidade minha é que consegui na graduação em um ambiente voltado aos estudos de ensino e aprendizagem, incluir o futebol no principal trabalho dos quatro anos de curso, o TCC. Escrevi sobre Nelson Rodrigues e a Copa de 1950, temas raramente trabalhados numa graduação como essa. Enfim! Sonho em um dia trabalhar efetivamente na área que tanto amo e acredito que posso fazer um bom papel no meio.

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