No apagar das luzes, Remo abre vantagem na semifinal do Parazão

Remo teve muitas dificuldades para bater o rival e o gramado do Diogão
No apagar das luzes, Remo abre vantagem na semifinal do Parazão

No Diogão, em Bragança, Nordeste paraense, o Bragantino recebeu o Remo pelo jogo de ida da semifinal do Parazão 2019. Com um gramado cheio de problemas por conta das chuvas, a partida foi cheia de contratempos, pois as equipes tinham muitas dificuldades para produzirem. Até que a bola aérea decidiu o confronto.

1º Tempo

O jogo começou bastante truncado, sem grandes oportunidades de parte a parte. O jogadores do Tubarão, acostumados com o gramado, souberam se aproveitar das condições da melhor maneira. Porém, Fidélis foi o único a assustar de fato o goleiro rival, após um chute de longa distância, para a boa defesa de Vinícius. O Remo pouco chegou ao ataque e sequer incomodou o adversário. Até a parada para o intervalo, o jogo seguiu em 0 x 0.

2º Tempo

Ainda com dificuldades, o jogo melhorou um pouco mais depois da parada. Os lançamentos foram os melhores artifícios encontrados pelos jogadores do Remo, principalmente em direção a Gustavo Ramos e Edno. Dedeco foi quem mais assustou até então, após cobrança de falta de Douglas Packer e obrigou o goleiro Axel a trabalhar. No fim, precisamente aos 48 minutos, em um escanteio da direita a bola encontrou a cabeça de Emerson Carioca, que colocou no canto, sem chances de defesa e finalizando o jogo em 1 x 0 para o Leão.

https://twitter.com/ClubeDoRemo/status/1113537297155350529

E Agora?

Com a vitória, o qualquer empate no jogo da volta, garante o Remo na final do Parazão em 2019. Já o Bragantino, precisa vencer por dois gols de vantagem para se garantir na finalíssima. Entretanto, vitória por um gol de vantagem, leva a decisão para os pênaltis. O próximo encontro, está previsto para o próximo domingo (7), no Mangueirão, às 16h (horário de Brasília). A outra semifinal será entre Independente de Tucuruí e Paysandu, o jogo acontece nesta quinta-feira, no Navegantão, às 20h (horário de Brasília).

Melhores Momentos

Ruan Silva

Sobre Ruan Silva

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Meu nome é Ruan Silva da Silva, tenho 24 anos, moro na cidade de Altamira no Pará. Sou graduado na área de Letras, com habilitação em Língua Portuguesa e no momento pós-graduando na área de Linguagem e Ensino, ambos pela Universidade Federal do Pará (UFPA). Sou deficiente físico, tenho dificuldades na questão da locomoção, que dificulta um pouquinho as coisas, mas nada que impeça de exercer diversas atividades. Sou apaixonado por todos os esportes, principalmente pelo futebol, corintiano e simpatizante de diversos clubes na Europa que não cabem todos aqui e apaixonado também pelo jornalismo esportivo tendo como ídolos, ícones como Galvão Bueno, Luciano do Valle, André Henning, Vitor Sérgio Rodrigues e outros mais. Uma curiosidade minha é que consegui na graduação em um ambiente voltado aos estudos de ensino e aprendizagem, incluir o futebol no principal trabalho dos quatro anos de curso, o TCC. Escrevi sobre Nelson Rodrigues e a Copa de 1950, temas raramente trabalhados numa graduação como essa. Enfim! Sonho em um dia trabalhar efetivamente na área que tanto amo e acredito que posso fazer um bom papel no meio.


 

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Ruan Silva
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Meu nome é Ruan Silva da Silva, tenho 24 anos, moro na cidade de Altamira no Pará. Sou graduado na área de Letras, com habilitação em Língua Portuguesa e no momento pós-graduando na área de Linguagem e Ensino, ambos pela Universidade Federal do Pará (UFPA). Sou deficiente físico, tenho dificuldades na questão da locomoção, que dificulta um pouquinho as coisas, mas nada que impeça de exercer diversas atividades. Sou apaixonado por todos os esportes, principalmente pelo futebol, corintiano e simpatizante de diversos clubes na Europa que não cabem todos aqui e apaixonado também pelo jornalismo esportivo tendo como ídolos, ícones como Galvão Bueno, Luciano do Valle, André Henning, Vitor Sérgio Rodrigues e outros mais. Uma curiosidade minha é que consegui na graduação em um ambiente voltado aos estudos de ensino e aprendizagem, incluir o futebol no principal trabalho dos quatro anos de curso, o TCC. Escrevi sobre Nelson Rodrigues e a Copa de 1950, temas raramente trabalhados numa graduação como essa. Enfim! Sonho em um dia trabalhar efetivamente na área que tanto amo e acredito que posso fazer um bom papel no meio.

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