“Não vou jogar na China e nem no deserto”, afirma Robben

Atacante holandês rechaça ida à China ou ao Oriente Médio e reitera discurso de quase dois anos atrás

O atacante holandês Arjen Robben anunciou que não renovará com os alemães do Bayern de Munique ao final da temporada. Ainda sem propostas reveladas oficialmente, novamente voltam os rumores de China, Oriente Médio e Estados Unidos, ligas emergentes e rumo de jogadores em fim de carreira ou até mesmo jovens, visto que os salários são astronômicos.

Contudo, o camisa 10 dos bávaros ainda não decidiu se vai colocar um ponto final na carreira ou se vai integrar um novo projeto. Em entrevista à revista alemã Kicker, o holandês explicou que está aberto a estudar novas propostas e até admite integrar um projeto que considere interessante:

“Ainda não está inteiramente claro, mas talvez eu pare de jogar no final da temporada. Ainda vou esperar pelas oportunidades que possam surgir. Se chegarempropostas, vou examiná-las. Mas se não surgir nenhuma proposta ideal, será o momento certo (para parar)”, explica o experiente jogador.

Entretanto, rechaça uma ida a futebol emergente e usa sua família como atributo de justificativa, desta vez:

“Tenho três filhos e eles têm o direito de serem felizes, portanto não vou com certeza jogar na China ou no deserto”, destacou.

Em janeiro de 2017, Robben concedeu uma entrevista à “Radio 538” e criticou a ida de jogadores de relativo destaque ou mercado na Europa para a China – recentemente, Oscar (Shanghai SIPG), Tevez (Shanghai Shenhua) e Witsel (Tiajing Quanjian) que tinham assinado com os chineses:

“Estou tendo um grande momento aqui no Bayern e estou jogando num dos melhores clubes do mundo. Eu não saberia para onde ir na minha idade. Uma transferência para a China seria algo completamente diferente. É basicamente assumir que a sua carreira acabou. Eu quero continuar jogando no nível mais alto o maior tempo possível”, disse o craque holandês à época.

Robben também chegou a dizer que as propostas chegaram a seis vezes do valor de seu salário. Porém, também foi coerente em assumir que o dinheiro é muito alto, afirmando que, pelo menos, é preciso considerar. Ressaltou também que o dinheiro nunca o guiou. Na entrevista de 2017 ele criticou jogadores no auge, com 27, 28 anos de idade. Agora, já com 34 anos de idade nas costas, quem sabe um salário astronômico não muda seus conceitos?

Eric Filardi

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Quando pequeno quis ser jogador. O sonho de criança passou. Uma vida nova se anseia. Bem-vindo ao melhor site de futebol. Bem-vindo ao Futebol na Veia. Sou Eric Filardi, paulistano de 25 anos, jornalista de formação e apaixonado por futebol.Como todo jornalista amo escrever. Como todo brasileiro amo futebol. Tenho meu clube e minhas preferências, mas viso o profissionalismo e a imparcialidade, sem deixar de lado a criatividade. Sou Tricolor, sou Peixe, sou Palestra e sou Timão. Sou da Colina, Botafogo, sou Flu e sou do Mengão. Sou Brasil, sou Hermano, francês e italiano. Sou Ghiggia, Paolo Rossi, Caniggia e Zidane. Sou Alemanha dos 7 a 1, mas que o povo não se engane. Também sou Ronaldo, Romário, Zico, Garrincha e Pelé. Sou Bundesliga, MLS, Eredivisie e Premier. Sou das várzeas e dos terrões, sou Clássico das Multidões. Sou sul, sou nordeste, Amazônia e Pantanal. Sou Galo, sou Raposa, sou Bavi e sou Grenal. Sou Ásia, sou África, sou Barça e sou Real. Sou as Américas, a Europa, sou o mundo em geral. Sou a festa nas arquibancadas, que o estádio incendeia, sou Futebol na Veia.

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