Meia do Independente do Paraguai, Cortez fala sobre adaptação e almeja: “Quero seguir bem”

- Um papo descontraído sobre carreira, inspirações, treinos em casa e projetos para o futuro
Cortez

O meia brasileiro Cortez que atua pelo Independente do Paraguai concedeu uma entrevista exclusiva ao ‘Futebol na Veia‘. De forma descontraída, a conversa seguiu por vários temas e para começar o jovem contou que o sonho em se tornar jogador de futebol surgiu na infância. Nesse interím, ele era aluno de uma escola de futebol da Superintendência dos Deportos do Estado da Bahia, projeto para o estímulo à prática esportiva e a promoção de inclusão social pelo esporte.

“Desde dos 8 anos quando eu comecei a jogar na escolinha da sudesb em salvador, eu sempre tive um sonho de jogar profissionalmente, então foi naturalmente acontecendo. O sonho foi começando pelo futsal já buscando ir para o campo, e quando participei de uma peneira no vitória aos 13 anos e passei, fiquei um tempo lá treinando, e aí lá começou o sonho”.

Inspiração Iniesta e Cristiano Ronaldo

Decerto, todos nós temos um personagem que nos inspira na vida, Cortez também teve e suas inspirações são craques da bola. O meio-campista espanhol André Iniesta que solidificou sua carreira no Barcelona, ganhando destaque por sua inteligência na leitura de jogo e passes precisos. Além de citar também o fenômeno português Cristiano Ronaldo, que é considerado um dos jogadores mais completos da atualidade.

“Minha inspiração sempre foi Iniesta e Cristiano Ronaldo. Iniesta pela tranquilidade e pelos passes, e Ronaldo pelos gols que fazia e os recordes que quebrava sempre”.

Do Nordeste para Europa

Cortez
Divulgação/AFK Linköping

Revelado na base da equipe do Vitoria, o meia tem passagem por outras duas equipes nordestinas, sendo elas, o Galícia e no Independente de Sergipe. Aliás, ele conseguiu realizar o sonho de todos os profissionais da bola que é vestir a camisa de um clube europeu.

Segundo o próprio, ele só acreditou quando estava lá, ressaltou que o período foi de grande aprendizado. E aproveitou para pontuar as diferenças do futebol que é praticado no AFK Linköping. Aliás, o principal quesito citado foi a diferença no tamanho do campo em comparação ao do Brasil e o estilo de jogo que é praticado.

“No começo eu não acreditei, só quando cheguei lá que acreditei, e foi um pouco difícil de se adaptar por conta do frio. Mais me acostumei rápido e graças a Deus deu tudo certo. Muita coisa positiva, fato de educação, aprendizado e estilo de trabalho, sempre tendo que se adaptar ao futebol do jeito deles. Lá é muito mais o físico, é muita força, e o campo não é do mesmo tamanho que o Brasil, você não tem muito espaço, então tem que jogar rápido, e aí faz você se movimentar muito mais”.

No Paraguai

Atualmente, o jogador, de 23 anos, defende o time do Independente do Paraguai. Perguntado sobre a adaptação, Cortez afirmou que foi natural já que o futebol paraguaio é bem semelhante ao brasileiro.

“Graças a Deus me adaptei muito bem, foi coisa que também não esperava, que era me adaptar rápido assim, mais o futebol é parecido com o do Brasil, então foi mais fácil me adaptar aqui”.

Cortez
Divulgação/Independente do Paraguai

Treinos na quarentena

A pandemia do novo coronavírus alterou drasticamente a rotina dos jogadores, sobretudo com as paralisações dos jogos e proibições dos treinos presenciais. O jogador revela que vem treinando em casa todos os dias.

Afetou muito, mas nossa profissão exige muito do físico, temos que continuar treinando e se esforçando o máximo todos os dias para não cair de produção. Eu sempre treino em casa, todos os dias, de domingo a domingo. Mantendo o foco sempre”.

Projetos do Cortez para o futuro

O presidente da Associação de Futebol do Paraguai, Robert Harrison, através do twitter divulgou que o futebol no país retornará no dia 17 de julho. De acordo com essa informação, perguntamos sobre quais os projetos do jogador para o futuro com a camisa do clube paraguaio.

“Quero seguir bem, jogando e com fé em Deus sair campeão esse ano, por toda a luta que já passei e toda glória que conquistei, por mais que o ano foi conturbado, o ano foi difícil, nada melhor do que ser coroado na volta com um título”.

Foto Destaque: Divulgação/Independente do Paraguai

Tathiane Marques

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Na verdade, não fui eu que escolhi o jornalismo e sim ele que me escolheu. Sem dúvidas, a profissão é como um oceano que precisa ser desvendado na sua profundeza, só assim é possível conhecer e respeitar toda sua beleza.

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