Los Angeles Galaxy 2000 – Um time para a história da MLS

Equipe foi a última a vencer a Copa dos Campeões da Concacaf
Los Angeles Galaxy 2000 - Um time para a história da MLS

A coluna Desbravando o Tio Sam dessa semana, traz um time histórico para o futebol nos Estados Unidos. Los Angeles Galaxy de 2000 foi o último campeão da Concacaf Champions League. Antes de mais nada, a competição na época, ainda era chamada de Copa dos Campeões, depois passou por várias nomenclaturas até chegar ao que é hoje.

O time que é tema da nossa coluna, chegou a competição em viés de baixa, mas conseguiu se reerguer ao longo daquele ano. Aliás, o torneio foi realizado que estava sendo realizado em 2000, acabou sendo levado para 2001, devido ao conflito de calendário com o futebol mexicano.

A competição

A Copa dos Campeões foi 36ª realizada na história. Oito clubes disputaram o torneio, sendo: dois americanos, dois mexicanos, dois hondurenhos, um de Trinidad e Tobago e o outro da Costa Rica. Num formato de mata-mata, assim a competição começou no dia 16 de janeiro e terminou no dia 21, ou seja, de maneira muito rápida. Todas as partidas da competição, foram realizadas nas cidades de Fullerton e Los Angeles. Aliás, a última foi o palco da final.

A campanha vitoriosa

Vindo de um vice-campeonato na MLS (perdendo para o DC United), o Los Angeles começou a caminhada contra o Real España de Honduras. O 0 x 0 permaneceu até o fim, e como era jogo único, a disputa foi para os pênaltis. No fim, vitória americana por 5 x 3.

Mais tarde, veio a revanche da MLS CUP no ano anterior. Galaxy e DCU se enfrentaram pela semifinal do torneio. Novamente, o placar terminou em empate para os Galáticos e de novo os pênaltis. A vitória veio por 4 x 2, e a passagem para enfrentar o surpreendente Olímpia, que goleou o Pachuca por 4 x 0.

Por fim, a decisão foi cheia de emoção. Graças a dois gols Ezra Hendrickson, o Galaxy conseguiu a vitória nos minutos derradeiros. Assim, comemorando seu primeiro e único título na competição. Adiante, os dois clubes tinham vaga garantida no Mundial de Clubes em 2001, porém o torneio acabou cancelado.

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O elenco

O lendário Sigi Schmid tinha a sua disposição grandes nomes do cenário americano. Alguns deles, hoje em dia, seguem o mesmo caminho do treinamento, tendo até campeões. Nomes conhecidos como Lalas, Greg Vanney, Peter Vagenas e outros, formavam uma equipe de respeito no continente.

Goleiro

No gol, Kevin Hartman teve passagem marcante pelo time galático, com suas 10 temporadas, Hartman sofreu três gols na competição. Além do título continental, foram três consagrações na MLS e uma na Lamar Hunt. Algumas honrarias individuais como: 2º maior número de vitórias de goleiros na história da MLS (180), e primeiro goleiro da MLS a ter 20 vitórias consecutivas. Esses são alguns tópicos de seu currículo extenso.

Defesa

O setor contava com nomes importantes do futebol nacional. Apenas Ezra Hendrickson, de São Vicente e Granadinas não defendia os Estados Unidos. Em contrapartida, Paul Caligiuri, Greg Vanney e Alexi Lalas, têm uma boa história para contar com a camisa americana. O mais famoso deles, Lalas, disputou a Copa de 1994 em casa, quando foram eliminados pelo Brasil. Já Caligiuri também esteve no torneio, e ainda disputou as Olímpiadas de 1988. Enquanto isso, Vanney e Hendrickson vieram ter mais relevância no banco de reservas, o primeiro, por exemplo, venceu a MLS em 2017 com o Toronto FC. Já o outro, é assistente do Columbus Crew.

Meio-campo

No setor do time campeão, apareciam cinco jogadores para coordenar a equipe. O principal deles foi Peter Vagenas, que fez boa parte de sua carreira no elenco californiano. Simon Elliot e Mauricio Cienfuegos eram os estrangeiros da na transição entre defesa e ataque. O neozelandês e o salvadorenho não conseguiram elevar o patamar de suas seleções, mas ajudavam como nunca o Galaxy. Por fim, Zak Ibsen também tinha a missão de ajudar na marcação do time e na qualidade de passe até chegar no atacante.

Atacante

Por fim, Cobi Jones disputou três mundias e foi campeão Pan-Americano de 1991. Com uma rica história no Galaxy, de mais de 300 jogos, ele soma sete títulos com a equipe. Em contrapartida, antes de chegar aos Estados Unidos, teve uma passagem rápida pelo Vasco da Gama entre 1995 e 1996, mas fez apenas quatro jogos, porém nenhum gol. Aliás, ele ainda ostenta o recorde de maior artilheiro, com 70 gols.

Ruan Silva

Sobre Ruan Silva

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Meu nome é Ruan Silva da Silva, tenho 24 anos, moro na cidade de Altamira no Pará. Sou graduado na área de Letras, com habilitação em Língua Portuguesa e no momento pós-graduando na área de Linguagem e Ensino, ambos pela Universidade Federal do Pará (UFPA). Sou deficiente físico, tenho dificuldades na questão da locomoção, que dificulta um pouquinho as coisas, mas nada que impeça de exercer diversas atividades. Sou apaixonado por todos os esportes, principalmente pelo futebol, corintiano e simpatizante de diversos clubes na Europa que não cabem todos aqui e apaixonado também pelo jornalismo esportivo tendo como ídolos, ícones como Galvão Bueno, Luciano do Valle, André Henning, Vitor Sérgio Rodrigues e outros mais. Uma curiosidade minha é que consegui na graduação em um ambiente voltado aos estudos de ensino e aprendizagem, incluir o futebol no principal trabalho dos quatro anos de curso, o TCC. Escrevi sobre Nelson Rodrigues e a Copa de 1950, temas raramente trabalhados numa graduação como essa. Enfim! Sonho em um dia trabalhar efetivamente na área que tanto amo e acredito que posso fazer um bom papel no meio.

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Meu nome é Ruan Silva da Silva, tenho 24 anos, moro na cidade de Altamira no Pará. Sou graduado na área de Letras, com habilitação em Língua Portuguesa e no momento pós-graduando na área de Linguagem e Ensino, ambos pela Universidade Federal do Pará (UFPA). Sou deficiente físico, tenho dificuldades na questão da locomoção, que dificulta um pouquinho as coisas, mas nada que impeça de exercer diversas atividades. Sou apaixonado por todos os esportes, principalmente pelo futebol, corintiano e simpatizante de diversos clubes na Europa que não cabem todos aqui e apaixonado também pelo jornalismo esportivo tendo como ídolos, ícones como Galvão Bueno, Luciano do Valle, André Henning, Vitor Sérgio Rodrigues e outros mais. Uma curiosidade minha é que consegui na graduação em um ambiente voltado aos estudos de ensino e aprendizagem, incluir o futebol no principal trabalho dos quatro anos de curso, o TCC. Escrevi sobre Nelson Rodrigues e a Copa de 1950, temas raramente trabalhados numa graduação como essa. Enfim! Sonho em um dia trabalhar efetivamente na área que tanto amo e acredito que posso fazer um bom papel no meio.

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