Guilherme Arana, lateral do Atlético-MG, fala da expectativa do retorno

- Jogador foi anunciado oficialmente pelo clube no final de janeiro em 2020
Guilherme Arana

Em entrevista concedida e transmitida ao vivo pelo canal TV Galo, no YouTube, o lateral Guilherme Arana, contou um pouco da sua rotina durante o isolamento social e contou que voltou a infância, ou seja, aproveito esse período sem jogos para empinar pipas, o que não fazia há um bom tempo.

O jogador esteve por um período na Europa e vestiu a camisa do Sevilla, assim como do Atalanta também. Chegou por empréstimo ao Alvinegro mineiro no final do mês de janeiro deste ano com um vínculo inicial até junho de 2021.

Como eu venho do futebol europeu, na Europa não tinha pipa. Fazia muito tempo que não soltava pipa. Tive bastante tempo. Não é época ainda, porém, o pessoal está começando a empinar, porque está todo mundo em casa, é uma forma de diversão. O que mais fiz foi empinar pipa com meu pai e meus primos.”

Elogios a Sampaoli

Guilherme Arana aproveitou a oportunidade para rasgar elogios ao técnico do Atlético-MG, Jorge Sampaoli,  exaltou as qualidades e filosofia do argentino, além de evidenciar que é um grande aprendizado para todos do elenco.

“É um cara muito inteligente, que nos ensina bastante posicionamento e isso é muito importante para nós, jogadores. Temos muito que aprender a filosofia que ele está pedindo para o time. Nos treinamentos, temos que que nos aperfeiçoar, entender o mais rápido possível o que ele quer, o que ele está pedindo, porque já demonstrou que é um cara muito capacitado, que sabe o que está falando, e isso vai nos ajudar bastante”.

Quarentena

Sem dúvidas, é um momento bem delicado que a sociedade vem passando de tal forma que o desânimo e o tédio acaba envolvendo à todos, mas o dono da camisa 13 do Galo, explicou suas dificuldades em mudar seu ritmo de vida e ressalta que aproveitou muito bem os 62 dias sem jogos.

“Eu senti um pouco de dificuldade, porque eu sou um cara que gosta de sair bastante, ficar na rua. Então, a gente manteve o isolamento, ficamos dentro de casa. Da minha parte, eu fiquei dentro da casa com minha família. Porém, é difícil na nossa vida ficar bastante tempo com nossa família, porque a gente concentra bastante, tem diversos jogos e esse tempo aproveitei para ficar com pessoas que a gente ama, aproveitar mais a família. Com a família do lado, acho que as coisa se tornaram mais fáceis.”

Expectativa pelo retorno

Com a chegada da pandemia do novo coronavírus no Brasil, os jogos das competições nacionais foram suspensos e a quarentena foi decretada pelas autoridades públicas. Enfim já são 62 dias sem entrar em campo, Arana, relatou a ansiedade pela definição de uma data para o retorno, além de deixar claro que os treinamentos realizados em casa não surtem o mesmo efeito dos presenciais.

“É muita saudade. A gente sente falta. Dentro de casa, passam alguns jogos antigos e você fica esperando alguma definição. A gente está treinando sem uma definição de quando volta e isso é muito ruim, mas temos que trabalhar e estar preparados para, quando voltar, estar bem fisicamente e mentalmente. É um pouco diferente, a gente que está acostumado a trabalhar com todo mundo junto, mas estamos seguindo as recomendações médicas. Temos que nos prevenir, esse vírus está muito perigoso. Aqui, em Minas, não se compara a São Paulo e Rio, que estão em pior estado, mas temos que nos cuidar, fazer nosso papel e trabalhar. Independente de ser em pequenos grupos ou não, temos que trabalhar para manter a forma física boa porque, quando chegar o campeonato, a gente vai se sentir muito bem”, encerrou Guilherme Arana.

Foto Destaque: Pedro Souza / Atlético-MG

 

Tathiane Marques

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Na verdade, não fui eu que escolhi o jornalismo e sim ele que me escolheu. Sem dúvidas, a profissão é como um oceano que precisa ser desvendado na sua profundeza, só assim é possível conhecer e respeitar toda sua beleza.

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