Ferroviário segura o Treze e conquista a Série D

Clube paraibano necessitava vencer por três gols de diferença para igualar a disputa em casa.
Ferroviário segura o Treze e conquista a Série D

A vantagem era difícil de tirar, mas o Treze tentou com todas as forças reverter a imensa diferença que o Ferroviário, conseguiu no primeiro jogo no Castelão, vencendo por 3 x 0. Em pleno Amigão, em João Pessoa, o Galo da Borborema contou com a força de sua torcida para a difícil batalha da tarde deste sábado.

Primeiro Tempo

Um jogo bastante disputado. Assim se desenhou o primeiro tempo em João Pessoa. Tentando de todas as maneiras avançar ao campo de ataque, e buscar o primeiro passo para a reviravolta, o Treze esbarrou em uma defensiva muito sólida do Ferroviário, que além de defender, soube contra atacar quando possível.Luís Soares e Sávio eram as grandes armas cearenses durante o jogo, do outro lado, a parte ofensiva do meio-campo, formada por Patrick, Leilson e Marcelinho Paraíba, tinham a missão de levar o time para frente, porém sem sucesso e assim o primeiro tempo, terminou em 0 x 0.

Segundo Tempo

Tendo a obrigação, ainda maior, de um milagre, o Treze foi com tudo para o ataque. Já o adversário, se manteve bem postado defensivamente, querendo o contra-ataque. Assim como no primeiro duelo, o Galo tinha a bola parada como arma mortal em seu arsenal, e foi assim que em disputa na área, o camisa 16 do Ferroviário, Gleidson, tocou com a mão na bola e o juíz marcou pênalti. Assim, Marcelinho Paraíba foi para a cobrança e balançou a rede, explodindo a massa paraibana no estádio. Mesmo com o gol, o time da casa não conseguiu maiores chances, ajudando o Ferrão, a controlar a bola e ao final do jogo, no apito do árbitro, gritar: É CAMPEÃO!

(Divulgação/Ferroviário)

E Agora?

O Ferroviário consegue o primeiro título de Série D da sua história. Depois de passar por grandes problemas dentro do estado, sendo até rebaixado no estadual, em 2014, o time reagiu. A partir de 2016, o time se reergueu tendo o seu ápice com o título da quarta divisão nacional. Já o Treze, saiu do jogo tendo o esforço reconhecido pela sua torcida, que aplaudiu seus jogadores ao final do duelo. As duas equipes se juntam a Imperatriz e São José-RS, como os times que disputarão a Série C, em 2019.

Ruan Silva

Sobre Ruan Silva

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Meu nome é Ruan Silva da Silva, tenho 24 anos, moro na cidade de Altamira no Pará. Sou graduado na área de Letras, com habilitação em Língua Portuguesa e no momento pós-graduando na área de Linguagem e Ensino, ambos pela Universidade Federal do Pará (UFPA). Sou deficiente físico, tenho dificuldades na questão da locomoção, que dificulta um pouquinho as coisas, mas nada que impeça de exercer diversas atividades. Sou apaixonado por todos os esportes, principalmente pelo futebol, corintiano e simpatizante de diversos clubes na Europa que não cabem todos aqui e apaixonado também pelo jornalismo esportivo tendo como ídolos, ícones como Galvão Bueno, Luciano do Valle, André Henning, Vitor Sérgio Rodrigues e outros mais. Uma curiosidade minha é que consegui na graduação em um ambiente voltado aos estudos de ensino e aprendizagem, incluir o futebol no principal trabalho dos quatro anos de curso, o TCC. Escrevi sobre Nelson Rodrigues e a Copa de 1950, temas raramente trabalhados numa graduação como essa. Enfim! Sonho em um dia trabalhar efetivamente na área que tanto amo e acredito que posso fazer um bom papel no meio.


 

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Ruan Silva
Ruan Silva
Meu nome é Ruan Silva da Silva, tenho 24 anos, moro na cidade de Altamira no Pará. Sou graduado na área de Letras, com habilitação em Língua Portuguesa e no momento pós-graduando na área de Linguagem e Ensino, ambos pela Universidade Federal do Pará (UFPA). Sou deficiente físico, tenho dificuldades na questão da locomoção, que dificulta um pouquinho as coisas, mas nada que impeça de exercer diversas atividades. Sou apaixonado por todos os esportes, principalmente pelo futebol, corintiano e simpatizante de diversos clubes na Europa que não cabem todos aqui e apaixonado também pelo jornalismo esportivo tendo como ídolos, ícones como Galvão Bueno, Luciano do Valle, André Henning, Vitor Sérgio Rodrigues e outros mais. Uma curiosidade minha é que consegui na graduação em um ambiente voltado aos estudos de ensino e aprendizagem, incluir o futebol no principal trabalho dos quatro anos de curso, o TCC. Escrevi sobre Nelson Rodrigues e a Copa de 1950, temas raramente trabalhados numa graduação como essa. Enfim! Sonho em um dia trabalhar efetivamente na área que tanto amo e acredito que posso fazer um bom papel no meio.

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