Empates ditam o ritmo na volta do Parazão | Futebol na Veia

Empates ditam o ritmo na volta do Parazão

Após pular o carnaval, quatro equipes voltaram a disputar a competição estadual
Empates ditam o ritmo na volta do Parazão

Depois de muita folia, o Parazão voltou a ativa nesse meio de semana com mais dois jogos, válidos pela 7ª rodada da competição. Na quarta-feira (6), o Águia precisou suar muito para conseguir um pontinho diante de seus torcedores, contra o São Raimundo. No dia seguinte, Tapajós e Remo fizeram uma partida abaixo das expectativas, principalmente pelo lado visitantes e o placar não se mexeu.

Parazão – 7ª Rodada

Águia de Marabá 2 x 2 São Raimundo

O primeiro duelo ocorreu no Zinho Oliveira, em Marabá, onde o Azulão recebeu o Pantera. Apesar da posição incômoda na tabela de classificação, foram os visitantes que abriram o placar aos 12 minutos, com Irlan aproveitando escanteio. Porém, antes do intervalo, aos 48′, Tetê também foi mais esperto na bola aérea e empatou para o Águia. Na volta, aos 11′, Eric fez o segundo do São Raimundo, e já na reta final, os santarenos tiveram a chance de ampliar, porém Bruno Colaço salvou a pátria marabaense e foi recompensado com o gol de Igor na sequência do lance, finalizando o placar em 2 x 2.

O resultado foi bom para o Águia que se mantém em segundo do Grupo A1, com nove pontos. Enquanto isso, o São Raimundo é mais lanterna do que nunca na outra chave, com apenas dois pontos garantidos. Na próxima rodada, o São Raimundo recebe em casa o Bragantino, no domingo (17), já o Águia enfrenta o Paragominas na Arena Verde, um dia antes.

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Tapajós 0 x 0 Remo

No Colosso do Tapajós, em Santarém, faltou emoção e pontaria para tirar o zero do placar. Em um jogo movimentado e as equipes ainda se adaptando os estilos de seus novos treinadores, o que se viu no primeiro tempo foi um show de passes errados, o que dificultou demais os trabalhos de lado a lado. Melhor no jogo, o Tapajós levou perigo com Sílvio, que fez o goleiro Vinícius trabalhar firme. No minuto final do primeiro tempo o lateral Amaral, do Boto, sofreu uma fratura no braço e teve que ser amparado de ambulância.

Na volta do intervalo, o Remo voltou melhor, e Echeverría quase fez um golaço de falta. Na sequência, Sílvio apareceu novamente para assustar o goleiro Vinícius e no último lance do jogo, Davison arriscou e acertou a trave do arqueiro do Leão, mas o placar não se mexeu. Assim, os visitantes da partida se mantém na liderança do Grupo A1 com 14 pontos, cinco a mais do que o Águia, já o Tapajós ainda é o quarto da chave oposta com seis pontos, quatro pontos a mais do que o São Raimundo. Na próxima rodada, O Leão recebe o Independente de Tucuruí no Mangueirão, em Belém, e o Boto da Amazônia, recebe o São Francisco, no Colosso do Tapajós.

Ruan Silva

Sobre Ruan Silva

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Meu nome é Ruan Silva da Silva, tenho 24 anos, moro na cidade de Altamira no Pará. Sou graduado na área de Letras, com habilitação em Língua Portuguesa e no momento pós-graduando na área de Linguagem e Ensino, ambos pela Universidade Federal do Pará (UFPA). Sou deficiente físico, tenho dificuldades na questão da locomoção, que dificulta um pouquinho as coisas, mas nada que impeça de exercer diversas atividades. Sou apaixonado por todos os esportes, principalmente pelo futebol, corintiano e simpatizante de diversos clubes na Europa que não cabem todos aqui e apaixonado também pelo jornalismo esportivo tendo como ídolos, ícones como Galvão Bueno, Luciano do Valle, André Henning, Vitor Sérgio Rodrigues e outros mais. Uma curiosidade minha é que consegui na graduação em um ambiente voltado aos estudos de ensino e aprendizagem, incluir o futebol no principal trabalho dos quatro anos de curso, o TCC. Escrevi sobre Nelson Rodrigues e a Copa de 1950, temas raramente trabalhados numa graduação como essa. Enfim! Sonho em um dia trabalhar efetivamente na área que tanto amo e acredito que posso fazer um bom papel no meio.


 

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Ruan Silva
Ruan Silva
Meu nome é Ruan Silva da Silva, tenho 24 anos, moro na cidade de Altamira no Pará. Sou graduado na área de Letras, com habilitação em Língua Portuguesa e no momento pós-graduando na área de Linguagem e Ensino, ambos pela Universidade Federal do Pará (UFPA). Sou deficiente físico, tenho dificuldades na questão da locomoção, que dificulta um pouquinho as coisas, mas nada que impeça de exercer diversas atividades. Sou apaixonado por todos os esportes, principalmente pelo futebol, corintiano e simpatizante de diversos clubes na Europa que não cabem todos aqui e apaixonado também pelo jornalismo esportivo tendo como ídolos, ícones como Galvão Bueno, Luciano do Valle, André Henning, Vitor Sérgio Rodrigues e outros mais. Uma curiosidade minha é que consegui na graduação em um ambiente voltado aos estudos de ensino e aprendizagem, incluir o futebol no principal trabalho dos quatro anos de curso, o TCC. Escrevi sobre Nelson Rodrigues e a Copa de 1950, temas raramente trabalhados numa graduação como essa. Enfim! Sonho em um dia trabalhar efetivamente na área que tanto amo e acredito que posso fazer um bom papel no meio.

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