Conheça o Dream Team das Copas do Mundo

- Eleito pela FIFA em 2002, confira quem faz parte da Time dos Sonhos das Copas do Mundo
Conheça o Dream Team das Copas do Mundo

Todo mundo que ama futebol tem seus 11 ideais. Seja os que viu jogar, os melhores do seu time, os que estão melhor na atualidade, enfim, todos já fizeram sua seleção. Parando para pensar que já foram disputadas 21 Copas do Mundo, o que não falta são jogadores para eleger o Dream Team das Copas do Mundo.

Assim, a FIFA, entidade máxima do futebol, em 2002, elegeu os 11 melhores jogadores em Copas do Mundo. Ou seja, não basta ter ganho Copa, precisa ter ido muito bem nela. E pode, como tem, ter gente que não venceu Copa, mas, de fato, jogou o suficiente para ser um dos melhores.

O sistema de jogo escolhido foi um 3-4-3, a fim de colocar mais meias e atacantes do que defensores, obviamente. Por isso, a coluna Nostalgia Brasileira desta semana traz este tema, já que o Brasil, como pentacampeão, conta com a maioria das vagas, sendo quatro delas destinadas a atletas verde-amarelos. A Itália, que veio a ser tetra em 2006, pós-votação, ficou com duas vagas.

Dream Team das Copas do Mundo

Goleiro: Lev Yashin (Rússia, União Soviética na época)

Jogou nas Copas de 1958, 1962, 1966 e 1970. O melhor lugar da União Soviética foi uma 4ª colocação na Copa do Mundo de 1966, na Inglaterra. Yashin ficou conhecido como Aranha Negra, pelo tradicional uniforme preto que utilizava. Foi considerado o melhor goleiro do século XX.

Defensores: Maldini (Itália), Beckenbauer (Alemanha) e Roberto Carlos (Brasil)

Dentre os defensor, Paolo Maldini foi o que mais esteve em Copas. No total foram quatro: 1990, 1994, 1998 e 2002. O melhor lugar do zagueiro e lateral-esquerdo foi um vice-campeonato em 1994, no fatídico chute para fora de Roberto Baggio na disputa de pênaltis frente ao Brasil, que seria tetracampeão.

Franz Beckenbauer esteve presente em três Copas: 1966, quando fora vice-campeão na trágica derrota para a Inglaterra na prorrogação. Jogou também a Copa de 1970, mas fora campeão na Copa de 1974, batendo a Holanda na final.

O brasileiro Roberto Carlos levou o caneco em 2002, mas já havia chegado a final em 1998 e jogou também a Copa de 2006, mas caiu nas quartas de final para a França, carrasca também em 1998.

Meio-campistas: Cruyff (Holanda), Zidane (França), Maradona (Argentina) e Baggio (Itália)

Johan Cruyff jogou apenas a Copa do Mundo de 1974, mas foi tão gigante que mereceu um lugar na lista. O estilo daquela Seleção Holandesa que merecia ganhar a Copa foi ofuscada pelos alemães na final, perdendo por 2 x 1.

Zidane é um gigante na França. Marcou dois gols no primeiro título da Copa do Mundo dos franceses em 1998, em cima do atual campeão, Brasil. Esteve presente também em 2002 e 2006, esta última da qual levou seu time até a final, mas deu uma cabeçada em Materazzi e foi expulso, aposentando-se logo depois.

Maradona esteve presente em quatro Copas  do Mundo e ganhou em 1986. Fez um gol antológico contra a Inglaterra que rodou o mundo. No mesmo duelo também se eternizou com a Mano de Dios. Também participou das Copas de 1982, 1990 e 1994.

Roberto Baggio é quase um ídolo brasileiro, por mais que seja italiano. Esteve presente na Copa de 1990, mas foi na de 1994 que ganhou fama mundial. Perdeu o pênalti que deu o título ao Brasil, tornando os Canarinhos tetracampeões mundiais. Jogou também a Copa de 1998. Mas, apesar de tudo, foi um exímio jogador.

Atacantes: Ronaldo (Brasil), Romário (Brasil) e Pelé (Brasil)

O trio de ferro brazuca dispensa comentários. Cada um tem uma Copa do Mundo para chamar de sua. Então, vamos por ordem cronológica. Em 1958, o então jovem Pelé foi um dos destaques junto ao experiente Garrincha do primeiro título do Brasil. Já em 1962, se lesionou logo no começo do torneio e viu Garrincha tomar conta da Copa, mas levou o título também.

Em 1970, Pelé foi protagonista. Estava no auge da carreira e ditou o ritmo daquele meio-campo cheio de camisas 10 e levou o tricampeonato com a Seleção Brasileira. Também esteve presente na Copa de 1966, quando o Brasil caiu para a Hungria, sem Pelé, e para Portugal, sem Garrincha. Assim, caindo na primeira fase.

Romário jogou em 1990 e foi dono da Copa de 1994, ganhando ali a sua vaga para o Dream Team das Copas do Mundo. Foi o destaque do Brasil, junto a Bebeto. Quase esteve em 1998, mas se lesionou. Ronaldo estava no time campeão de 94, mas não jogou. Foi titular e melhor jogador da Copa de 1998, mas sua convulsão antes da final atrapalhou o time no título.

Em 2002, o Fenômeno se redimiu e foi destaque e artilheiro daquele time campeão na Coreia do Sul e Japão. Em 2006, num dos melhores times, no papel, que a Seleção Brasileira já havia montado, fracassaram frente a França, de Zidane, caindo nas quartas de final.

Eric Filardi

Sobre Eric Filardi

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Quando pequeno quis ser jogador. O sonho de criança passou. Uma vida nova se anseia. Bem-vindo ao melhor site de futebol. Bem-vindo ao Futebol na Veia. Sou Eric Filardi, paulistano de 27 anos, jornalista pós-graduado em Jornalismo Esportivo e apaixonado por futebol. Como todo jornalista amo escrever. Como todo brasileiro amo futebol. Tenho meu clube e minhas preferências, mas viso o profissionalismo e a imparcialidade, sem deixar de lado a criatividade. Sou Tricolor, Peixe, Palestra e Timão. Sou da Colina, Glorioso, Flu e Mengão. Sou brasileiro, hermano, francês e italiano. Sou Ghiggia, Paolo Rossi, Caniggia e Zidane. Sou Alemanha dos 7 x 1, mas que o povo não se engane. Também sou Ronaldo, Romário, Zico, Garrincha e Pelé. Sou Bundesliga, MLS, Eredivisie e Premier. Sou das várzeas e dos terrões. Sou Clássico das Multidões. Sou Sul, Nordeste, Amazônia e Pantanal. Sou Galo, Raposa, Bavi e Grenal. Sou Ásia e África. Sou Barça e Real. Sou as Américas, a Europa, sou o mundo em geral. Sou a festa nas arquibancadas, que o estádio incendeia: sou Futebol na Veia.

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