Daniel Alves fala em entrevista a Zico sobre dribles em Messi, Cristiano e Neymar

- O jogador ainda disse que Flamengo e São Paulo são os dois melhores times do país
Daniel Alves fala sobre dribles em Messi, Neymar e CR7

Em entrevista ao canal do Zico, nesta quarta-feira (1), Daniel Alves, do São Paulo, brincou sobre ter dado dribles entre as pernas, as famosas canetas, em Messi, Cristiano Ronaldo e Neymar. A princípio, um dos principais lances do jogador foi eternizado no Camp Nou, quando o Barcelona enfrentou o Real Madrid, no El Clássico. Do mesmo medo, o lateral-direito, até então do Barça, protagonizou uma caneta humilhante no português.

BRINCADEIRA DE DANIEL ALVES

”Eu sempre “zoo” com isso e falo para os caras o seguinte: todos os melhores do mundo aos jogadores que brigam para ser melhor do mundo eles já levaram caneta minha, né! O Ney no treino, Cristiano no jogo e o Messi no jogo também, quando eu jogava no Sevilla (risos)”, brincou

”Então é normal. Os caras também te driblam pra caramba. Acho que é do jogo. Não é nada muito especial, não. Especial é ganhar título”, completou.

DANIEL ALVES FALA SOBRE FERNANDO DINIZ E O FLAMENGO

Daniel Alves foi um dos principais fatores para o São Paulo contratar Fernando Diniz como técnico do Tricolor. Por outro lado, o camisa 10 disse que a equipe está em momento semelhante ao Flamengo, melhor time do Brasil na atualidade.

”Se as pessoas no contexto geral começarem a comprar, torcida, equipe, direção e entre jogadores, o projeto que o Diniz traz com seu estafe, tenho certeza que o São Paulo vai voltar a ser o que era e vai encantar outra vez seus torcedores. Acredito que hoje é a equipe que melhor joga, junto ao Flamengo. Pelo destaque individual que o Flamengo tem ele é mais letal. Mas hoje no futebol brasileiro são as duas melhores equipes”, disse.

INÍCIO NO SÃO PAULO E ADAPTAÇÃO AO FUTEBOL BRASILEIRO

Além disso, o meio-campista comentou sobre a sua adaptação ao futebol brasileiro, após ter se consolidado no futebol europeu, tendo passado por Sevilla, Barcelona, Juventus e PSG. Por outro lado, ainda relatou sobre o seu início no Morumbi.

”Não acredito que quando eu cheguei no São Paulo e estava jogando no meio que estava fora de sintonia. Acredito que outras circunstâncias, sim, não eu. Mas eu era o cara que tinha sido contratado. Então os caras quase que exigiam que eu pegasse a bola, batesse o tiro de meta para mim mesmo, driblasse todo mundo, driblasse o goleiro dos caras e fizesse o gol. Eu disse: “Desculpa, mas vocês estão equivocados”. Sou um jogador de otimizar quem está ao lado. Sou jogador de servir, de construir e armar”, contou

– Falei para o clube: “Cara, se você me colocar num time que não está acostumado a jogar coletivo, de lateral-direito, estão cometendo uma loucura com vocês mesmos”. Como faz um investimento num jogador que pode ajudar tua equipe ser muito melhor, equilibrada, gerar mais jogo e mais ocasiões de gol, e você coloca ele pegado numa parte desse tamanho do campo? Agora, você começa a duvidar do que tinha na mente, se duvidou vai fazer besteira. Se duvidou de como vai fazer para conquistar seus objetivos, apaga e vamos todos para casa”, concluiu.

Foto Destaque: Ricardo Moreira/BP Filmes

Matheus Aquino

Sobre Matheus Aquino

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Matheus Aquino, 19 anos, estudante de Jornalismo - 2° período na UFPB. A paixão pelo jornalismo surgiu desde pequeno. Aos 17 anos entrou para uma rádio comunitária com um programa chamado Na Marca do Pênalti, onde era apresentador. No ano seguinte, ingressou no principal site de seu município como colunista de esportes e repórter jornalístico. Em 2019, entra para uma outra rádio local, dessa vez, fazendo comentários todos os domingos sobre futebol. A facilidade na escrita e a intimidade com o microfone e as câmeras tornaram o jornalismo ainda mais a sua paixão.

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Matheus Aquino, 19 anos, estudante de Jornalismo - 2° período na UFPB. A paixão pelo jornalismo surgiu desde pequeno. Aos 17 anos entrou para uma rádio comunitária com um programa chamado Na Marca do Pênalti, onde era apresentador. No ano seguinte, ingressou no principal site de seu município como colunista de esportes e repórter jornalístico. Em 2019, entra para uma outra rádio local, dessa vez, fazendo comentários todos os domingos sobre futebol. A facilidade na escrita e a intimidade com o microfone e as câmeras tornaram o jornalismo ainda mais a sua paixão.

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