Conheça os classificados ao Mundial de Clubes 2019

No Catar, Flamengo e Liverpool são os favoritos ao título
Mundial

Tudo pronto para mais uma edição do Mundial Interclubes da FIFA! Com a conquista da Champions Ásia pelo Al-Hilal, no último domingo (24), e o bi da Libertadores do Flamengo, no último sábado (23), foram definidos os últimos classificados. Assim, sete serão os clubes que participarão da 16ª edição do torneio mundial, que começa no próximo dia 11 e vai até o dia 21 de dezembro, data da final da competição. Novamente, o Catar será a sede do torneio, servindo como evento teste para a Copa do Mundo em 2022.

Sendo assim, como campeão da Libertadores da América, o Flamengo já começa a disputa na semifinal e joga na terça-feira (17/12), no Estádio Khalifa. Dessa forma, o adversário sai do duelo entre Espérance e Al-Hilal. Enquanto que o Liverpool, campeão da Champions League, entra na mesma fase, mas na outra chave. Logo, os ingleses aguardam definição entre Monterrey, Al-Sadd e Hienghéne para conhecer o rival.

Para isso, conheça um pouco da trajetória dos sete clubes até o Catar:

FLAMENGO (América do Sul)

O representante brasileiro no Mundial chega em alta para a competição. Depois de conquistar o Campeonato Carioca, no começo do ano, a equipe passou por uma troca de técnico. Assim, após a chegada do português Jorge Jesus, o Flamengo iniciou a montagem do elenco vencedor. Jogadores com experiência na Europa, como Filipe Luis, Rafinha, Pablo Marí e Gerson foram integrados à outros medalhões como Diego Alves, Arrascaeta, Bruno Henrique e Gabriel. Juntos, possuem uma invencibilidade de 26 jogos e quebram recordes. Assim, no último final de semana, foram campeões da Libertadores e do Brasileirão, pela sexta vez.

LIVERPOOL (Europa)

Desde a temporada 2015-2016 no clube inglês, Jürgen Klopp só veio a comemorar uma conquista este ano. Assim, após amargar o vice da Champions League em 2017-2018 para o Real Madrid, o Liverpool soltou o grito diante do Tottenham. Apesar de não terem feito gols na remontada ante o Barcelona, o trio Mané, Firmino e Salah foi o fator decisivo na caminhada do título. Sem contar as defesas milagrosas do brasileiro Alisson. Sendo assim, líder da Premier League e com vaga encaminhada para a próxima fase da Liga dos Campeões, os Reds vão em busca do título inédito no Catar.

AL-HILAL (Ásia)

O Al-Hilal foi o último clube a se classificar para o Mundial ao bater o Urawa Red no último domingo (24). Mais que isso, é também o último time do técnico Jorge Jesus antes de desembarcar no Rio de Janeiro. Sendo assim, no elenco da equipe tem um velho conhecido dos flamenguistas: Cuéllar. Dessa forma, este foi o terceiro título da Champions Ásia conquistado pelos sauditas e é o clube com mais conquistas da liga nacional, ao todo, 15 títulos. Logo, os destaque individuais ficam por conta do artilheiro Bafétimbi Gomis, do meia italiano Giovinco e do ponta peruano Carrillo, que disputou a última Copa do Mundo.

ESPÉRANCE (África)

Assim, o representante africano será o Espérance, da Tunisia. Logo, para garantir vaga no Mundial venceu o Wydad Casablanca em jogo polêmico que valeu o título da Liga dos Campeões da CAF. Dessa forma, a partida foi marcada pelo abandono de jogo dos marroquinos em protesto por um gol anulado. Sendo assim, esta será a terceira participação dos tunisianos, já foram eliminados pelo Al-Sadd, em 2011, e pelo Al-Ain, no ano passado.

MONTERREY (Concacaf)

Como de costume, o México marca presença no Catar. Dessa vez, quem representará o país é o Monterrey que se sagrou campeão da Concachampions ao bater o Tigres em um duelo nacional. Assim, esta será a quarta participação da equipe que nunca chegou a uma final de Mundial. A melhor campanha foi em 2012 quando chegou a semifinal, mas perdeu para o Chelsea, que viria ser vice-campeão para o Corinthians. Logo, nas demais, o clube foi eliminado ainda nas quartas-de-finais, primeiro para o Kashiwa Reysol e, depois, para o Raja Casablanca.

AL-SADD (País-sede)

Representante do país-sede, o Al-Sadd é treinado pelo ex-meia e histórico jogador do Barcelona, Xavi. Assim, o clube foi campeão da Stars League, o campeonato nacional do Catar, e chega ao seu segundo Mundial. Na bagagem, uma goleada frente ao Barcelona que gerou sua eliminação em 2011, quando classificou como campeão asiático. No entanto, naquela oportunidade, ficou com o terceiro lugar ao superar o Kashiwa Reysol, do Japão, nos pênaltis.

HIENGHÈNE (Oceania)

Primeiramente, é importante frisar que a Nova Caledônia, um arquipélago ligado à França e com menos de 300 mil habitantes será representado neste Mundial. Isto se deve a façanha do Hienghène Sport, que superou o Magenta na final da Liga dos Campeões da Oceania e conquistou o inédito título. A saber, todos os jogadores do elenco são oriundos do país e tem nacionalidade francesa. Assim, é o patinho feio da competição.

Foto Destaque: Reprodução / Matthew Lewis / Veja

Ricardo do Amaral

Sobre Ricardo do Amaral

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"Alvíssaras! Sou Ricardo Accioly Filho, pernambucano de 27 anos, advogado e estudante de jornalismo pela Uninassau. Tenho como mote que “no futebol, nunca serão apenas 11 contra 11”; é arte, é espetáculo, humanismo, tem poder de mover multidões e permitir ascensões sociais. Como paixão nacional do brasileiro, o futebol me acompanha desde cedo, entretanto como nunca tive habilidade para praticá-lo, busquei associar duas vertentes de minha vida: o prazer pela leitura e o esporte bretão. Foi nesse diapasão que encontrei no jornalismo esportivo o elo de ligação que me leva a difundir e informar o que, nas palavras de Steven Spielberg, é o “mais belo espetáculo de imagens que já vi”."

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"Alvíssaras! Sou Ricardo Accioly Filho, pernambucano de 27 anos, advogado e estudante de jornalismo pela Uninassau. Tenho como mote que “no futebol, nunca serão apenas 11 contra 11”; é arte, é espetáculo, humanismo, tem poder de mover multidões e permitir ascensões sociais. Como paixão nacional do brasileiro, o futebol me acompanha desde cedo, entretanto como nunca tive habilidade para praticá-lo, busquei associar duas vertentes de minha vida: o prazer pela leitura e o esporte bretão. Foi nesse diapasão que encontrei no jornalismo esportivo o elo de ligação que me leva a difundir e informar o que, nas palavras de Steven Spielberg, é o “mais belo espetáculo de imagens que já vi”."

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