Confrontos diretos pelo G4 animam a sexta de Série B

Três jogos darão continuidade a sétima rodada da segunda divisão do Campeonato Brasileiro

As vitórias de Figueirense e Fortaleza deram o pontapé inicial para a sétima rodada do Campeonato Brasileiro da Série B, que terá mais três jogos nesta sexta-feira, com o destaque para o confronto direto de Santa Catarina entre Avaí e Paysandu, que estão colados na tabela de classificação. Confira o que vem por aí!

Série B – 7ª rodada

Sexta-feira – 25/05

Avaí x Paysandu – 19h15

Em Florianópolis, talvez o jogo mais esperado desta rodada da Série B. Afinal, o Avaí, sexto colocado na competição com 11 pontos, recebe o Paysandu, quinto colocado com um ponto a mais na tabela. Uma vitória pode recolocar o vencedor de volta ao G4 do torneio.

No Avaí, a meta é tentar a primeira vitória em casa na competição. Até agora foram apenas dois empates nos jogos que fez na Ressacada. E para alcançar o objetivo, o técnico Geninho não contará com o volante Pedro Castro para a próxima partida, por conta de uma lesão muscular. Ele dará o seu lugar para André Moritz, que segundo o comandante ganha muito na qualidade de passe e chute com o substituto.

(Reprodução/André Palma Ribeiro/Avaí FC)

Já o Paysandu, vai com alguns desfalques para o duelo contra os catarinenses. O zagueiro Perema e o meia Pedro Carmona foram vetados pelo departamento médico e nem viajaram para Santa Catarina, ambos com lesões na coxa. Além deles, Fernando Timbó e o goleiro Marcão ainda se recuperam de lesões musculares.

(Reprodução/Fernando Torres/Paysandu)

Atlético Goianiense x Oeste – 19h15

No mesmo horário, jogam Atlético Goianiense e Oeste no estádio Olímpico de Goiânia pela Série B. Os dois times estão na primeira página da tabela, próximos do G4, mas querem chegar ainda mais na luta por uma vaga na primeira divisão do ano que vem.

Motivado pela vitória de virada na semana passada contra a Ponte Preta, o Dragão é o atual oitavo colocado na tabela de classificação com dez pontos conquistados, a grande maioria dentro de seu estádio. Para continuar firme no grupo de elite da competição, nada melhor do que manter a invencibilidade em Goiânia. Para isso, o técnico Claudio Tencati efetuará apenas a mudança entre Júnior Brandão no lugar de Fernandes, suspenso pelo terceiro cartão amarelo.

(Reprodução/Atlético Goianiense)

No Oeste a briga não é só contra o Atlético, mas com a história. O Rubrão nunca venceu o adversário pela Série B, e espera nesta sexta quebrar a escrita. Os visitantes estão em 11º lugar na competição com oito pontos e vem de importante vitória em casa sobre o Vila Nova, na semana passada. Para a sétima rodada, Roberto Cavalo não terá Rodrigo Souza por conta de uma suspensão. Para o seu lugar o comandante deve optar por Lídio, o colando em sua posição de origem. Com a vaga aberta na defesa, a disputa fica entre Daniel Gigante e Rodrigo Amaro para o time titular.

Coritiba x Vila Nova – 21h30

Mais tarde, às 21h:30, completando os jogos da sexta na Série B, tem outro confronto direto valendo vaga no G4. O Coritiba recebe o Vila Nova, para além de ultrapassar o rival, almejar a tão sonhada posição que dá direito ao acesso a primeira divisão em 2019.

No Coxa, Julio Rusch e Alex Alves estão suspenso por conta do terceiro cartão amarelo, que conseguiram no empate em 1 x 1 contra o Boa Esporte. Para os seus lugares, Eduardo Batista, comandante paranaense, deve colocar João Paulo e Geovane, respectivamente. No mais, é a mesma equipe do jogo anterior. Vinicius Kiss, Thiago Lopes e Abner ainda não estão 100% e não vai ser dessa vez que vão entrar em campo.

(Divulgação/Coritiba)

Já o Tigrão, perdeu sua invencibilidade com a derrota diante do Oeste, fora de casa. Para não perder o embalo e subir mais na tabela, Hemerson Maria, técnico do time goiano terá que montar o seu quebra-cabeça sem Moacir, lesionado. O zagueiro deve ceder o seu lugar para Dener ou Naylhor. Mas a novidade da semana, é a volta do atacante Mateus Anderson, recuperado de uma lesão no joelho esquerdo e volta ao time titular.

Ruan Silva

Sobre Ruan Silva

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Meu nome é Ruan Silva da Silva, tenho 24 anos, moro na cidade de Altamira no Pará. Sou graduado na área de Letras, com habilitação em Língua Portuguesa e no momento pós-graduando na área de Linguagem e Ensino, ambos pela Universidade Federal do Pará (UFPA). Sou deficiente físico, tenho dificuldades na questão da locomoção, que dificulta um pouquinho as coisas, mas nada que impeça de exercer diversas atividades. Sou apaixonado por todos os esportes, principalmente pelo futebol, corintiano e simpatizante de diversos clubes na Europa que não cabem todos aqui e apaixonado também pelo jornalismo esportivo tendo como ídolos, ícones como Galvão Bueno, Luciano do Valle, André Henning, Vitor Sérgio Rodrigues e outros mais. Uma curiosidade minha é que consegui na graduação em um ambiente voltado aos estudos de ensino e aprendizagem, incluir o futebol no principal trabalho dos quatro anos de curso, o TCC. Escrevi sobre Nelson Rodrigues e a Copa de 1950, temas raramente trabalhados numa graduação como essa. Enfim! Sonho em um dia trabalhar efetivamente na área que tanto amo e acredito que posso fazer um bom papel no meio.

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Meu nome é Ruan Silva da Silva, tenho 24 anos, moro na cidade de Altamira no Pará. Sou graduado na área de Letras, com habilitação em Língua Portuguesa e no momento pós-graduando na área de Linguagem e Ensino, ambos pela Universidade Federal do Pará (UFPA). Sou deficiente físico, tenho dificuldades na questão da locomoção, que dificulta um pouquinho as coisas, mas nada que impeça de exercer diversas atividades. Sou apaixonado por todos os esportes, principalmente pelo futebol, corintiano e simpatizante de diversos clubes na Europa que não cabem todos aqui e apaixonado também pelo jornalismo esportivo tendo como ídolos, ícones como Galvão Bueno, Luciano do Valle, André Henning, Vitor Sérgio Rodrigues e outros mais. Uma curiosidade minha é que consegui na graduação em um ambiente voltado aos estudos de ensino e aprendizagem, incluir o futebol no principal trabalho dos quatro anos de curso, o TCC. Escrevi sobre Nelson Rodrigues e a Copa de 1950, temas raramente trabalhados numa graduação como essa. Enfim! Sonho em um dia trabalhar efetivamente na área que tanto amo e acredito que posso fazer um bom papel no meio.

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