Com gol nos acréscimos, Uruguai bate Brasil e assume liderança do Sul-Americano Sub-20

Após início ruim no Campeonato, celestes ressurgem das cinzas e voltam a ser protagonistas como no último torneio

Pela 3ª rodada do hexagonal final do Campeonato Sul-Americano Sub-20, a Seleção Brasileira perdeu mais uma partidas, desta vez para o Uruguai, no estádio El Teniente, na noite da última segunda-feira (4), na cidade de Rancagua, no Chile. Os uruguaios mostraram o motivo de serem os atuais campeões e parecem ter ressurgido das cinzas após uma primeira fase questionável, enquanto os Canarinhos seguem sem encontrar sua identidade e dando vexame no principal torneio de base da América do Sul.

1º tempo

O duelo começou parelho, com os times tocando bola e se estudando. Tanto que a primeira chances só aconteceu aos nove minutos, quando Jona Toró, do Brasil, fez jogada individual pelo meio, caindo para a esquerda, entrou na área e tocou para o miolo dela, mas a zaga afastou antes que o perigo surgisse. Tetê teve outra chance para a equipe verde e amarela, após dar um rolinho no defensor dentro a área e mandar em cima do goleiro Rodríguez, que pegou no susto. A equipe brasileira dominou o 1º tempo inteiro, mas nada com grande perigo ou que incomodasse o sistema defensivo charrúa.

2º tempo

Já a etapa complementar começou fervendo. As duas equipes com muita sede de vitória e começaram a cometer faltas bobas, com os Tupiniquins chegando a cometer 22 faltas, contra 11 celestes. Aos 14 minutos, Nicolás Schiappacasse cobrou uma falta próxima à área caprichosamente na trave e caiu na pequena área. Com o goleiro Phelipe Megiolaro caído quando foi fazer a defesa, a bola sobrou livre para Emiliano Gómez, sozinho, apenas empurrar para o fundo das redes. Craque do time, Schiappacasse chamou o capitão Thuler para dançar. Mesmo sendo brasileiro, o zagueiro não sambou direito e derrubou o camisa 10 celeste na área, pênalti. Aos 66′, o meia-atacante converteu o próprio pênalti e aumentou a vantagem charrúa.

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Aos 69′, Marcos Bahia fez um lançamento com precisão da intermediária até a área, nas costas da zaga, para Lincoln. O camisa 9 do Flamengo e da Seleção dominou e bateu na saída do goleiro Rodríguez e diminuiu a diferença. Aos 74′, Boselli cobrou falta perigosa direto para o gol, mas Phelipe estava atento e pegou. Um minuto depois e Schiappacasse também arriscou, para defesa do camisa 12 do Uruguai. Aos 84′ saiu o gol de empate brasileiro. O lateral direito do Bétis, Emerson, foi à linha de fundo pelo seu lado e cruzou na área. A bola passou por todos até chegar na ponta da grande área, pela esquerda, onde vinha Luan Candido em velocidade e chutou de primeira, empatando o jogo com um chute no cantinho.

Há um minuto do fim, quando tudo já se encaminhava para um empate heroico para os brasileiros e desastroso para os uruguaios, dadas as condições do jogo, a arbitragem deu mais cinco minutos de acréscimo. Aos 92′, recém-saído do banco de reservas, há nove minutos, Pablo García Lafluf chutou forte, de fora da área, pelo lado direito do ataque, e mandou no mesmo canto direito, esquerdo do arqueiro Phelipe, que voou na bola, mas não alcançou, dando, assim, a vitória e a liderança aos celestes e atuais campeões sul-americanos.

E agora?

Com a vitória a Seleção Uruguaia assume a liderança do hexagonal final do Sul-Americano Sub-20, com sete pontos em três jogos, sendo duas vitórias e um empate. Já o Brasil é o lanterna do torneio com apenas um ponto, sendo um empate e duas derrotas. Na próxima partida, na próxima quinta-feira (7), o Uruguai duela com a Colômbia, às 18h30, enquanto o Brasil faz o clássico com a Argentina, às 20h50. Ambas as partidas acontecem no estádio El Teniente, em Rancagua, no Chile, e no horário oficial de Brasília.

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Eric Filardi

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Quando pequeno quis ser jogador. O sonho de criança passou. Uma vida nova se anseia. Bem-vindo ao melhor site de futebol. Bem-vindo ao Futebol na Veia. Sou Eric Filardi, paulistano de 25 anos, jornalista de formação e apaixonado por futebol.Como todo jornalista amo escrever. Como todo brasileiro amo futebol. Tenho meu clube e minhas preferências, mas viso o profissionalismo e a imparcialidade, sem deixar de lado a criatividade. Sou Tricolor, sou Peixe, sou Palestra e sou Timão. Sou da Colina, Botafogo, sou Flu e sou do Mengão. Sou Brasil, sou Hermano, francês e italiano. Sou Ghiggia, Paolo Rossi, Caniggia e Zidane. Sou Alemanha dos 7 a 1, mas que o povo não se engane. Também sou Ronaldo, Romário, Zico, Garrincha e Pelé. Sou Bundesliga, MLS, Eredivisie e Premier. Sou das várzeas e dos terrões, sou Clássico das Multidões. Sou sul, sou nordeste, Amazônia e Pantanal. Sou Galo, sou Raposa, sou Bavi e sou Grenal. Sou Ásia, sou África, sou Barça e sou Real. Sou as Américas, a Europa, sou o mundo em geral. Sou a festa nas arquibancadas, que o estádio incendeia, sou Futebol na Veia.


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