Com gol no final, Bahia e Chapecoense empatam e se complicam na Série A

Visitantes saem na frente, mas martelando na etapa final, o tricolor de aço buscou o empate em 1 x 1
Bahia e agora

Na noite desta quarta-feira (6), Bahia e Chapecoense se enfrentaram em partida válida pela 31ª rodada do Campeonato Brasileiro Série A. Assim, com mais de 17 mil torcedores, os baianos assistiram a uma nervosa exibição do tricolor da boa terra. Dessa forma, a Chape saiu na frente com gol de Henrique Almeida na etapa inicial. Na volta do intervalo, o Bahêa pressionou, mas só veio a marcar na reta final com Marco Antônio. Sendo assim, o empate em 1 x 1 refletiu os desacertos de ambas as equipes que seguem em crise na temporada.

1º TEMPO

O Bahia começou a partida tentando impor seu estilo de jogo. Assim, logo ao 1′, Moisés cruzou perto da linha de fundo, Fernandão chutou, sem marcação, e mandou a bola por cima da baliza. Em seguida, Gregore arriscou de fora da área, a bola saiu à esquerda do gol de João Ricardo. Aos 7′, a Chapecoense assustou com Everaldo cabeceando após escanteio de Bruno Pacheco. Dessa forma, para quebrar a retranca dos visitantes, os tricolores abriram os laterais e tocavam passes na defesa buscando espaços. Enquanto que a Chape usava a bola parada como recurso para levar perigo ao gol dos donos da casa.

Assim, em falta cobrada por Bruno Pacheco, Rafael Pereira ajeitou de cabeça no meio e Douglas tocou no alto. Mas a sobra ficou com Henrique Almeida, ex-Bahia, que de cabeça abriu o placar para a Chapecoense. Perdendo o jogo, a torcida começou a vaiar o time, o que deixava a equipe nervosa em campo. Aos 26′, Élber fez o que quis na defesa do Verdão do Oeste. Invadiu a área e mandou uma bomba na frente de João Ricardo, mas a bola foi por cima do gol. Em busca do empate, os mandantes adiantaram a marcação, mas a Chape se protegia bem. No entanto, toda descida baiana esbarrava no meio campo visitante que bloqueava as ações.

2º TEMPO

Sem vencer na Fonte Nova há quatro jogos, o Bahia voltou martelando em busca do empate. Aos 6′, Flávio pegou rebote de um escanteio e chutou, mas a bola saiu à direita do gol. Na sequência, Gilberto cobrou falta com força e mandou a pelota no canto direito de João Ricardo que espalmou, salvando a Chape. Assim, com o ímpeto inicial, a torcida veio junto com o time. Aos 15′, Marco Antônio arrematou de fora da área para firme defesa do goleiro visitante. Dessa forma, mesmo com a saída de Fernandão para a entrada de Arthur Caike, os mandantes seguiam explorando as jogadas áreas, mas sem sucesso.

Após, a Chapecoense levou perigo com Dalberto chutando da intermediária, a bola ainda desviou em Lucas Fonseca e passou perto do gol. Na reta final, os baianos fizeram uma blitz na defesa, primeiro com Gilberto em cabeçada e em seguida com Guerra invadindo a área, driblando dois defensores e batendo em cima de João Ricardo. Tamanha pressão surtiu efeito. Aos 39′, Guerra cobrou escanteio, Marco Antônio dominou e bateu no canto esquerdo do arqueiro da Chapecoense, empatando o jogo. Com o gol, o Bahia ainda buscou a virada com Gilberto acertando a trave após defesa do camisa 1, mas o placar terminou empatado.

E AGORA?

Dessa forma, o empate não foi bom para nenhuma das equipes. O Bahia viu a distância para o G6 aumentar, mesmo subindo para a 9ª posição com 43 pontos. Enquanto que a Chapecoense segue na 19ª colocação com 22 pontos, há 11 do primeiro time fora do Z4, Ceará, caminhando para a volta à Série B. Na próxima rodada, os baianos enfrentam, no Maracanã, o líder Flamengo, no domingo (10), às 18h (horário de Brasília). Já os catarinenses recebem o Grêmio, na Arena Condá, também no domingo (10), às 19h (horário de Brasília).

MELHORES MOMENTOS

Foto Destaque: Reprodução / Felipe Oliveira / Futebol Bahiano

Ricardo do Amaral

Sobre Ricardo do Amaral

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"Alvíssaras! Sou Ricardo Accioly Filho, pernambucano de 27 anos, advogado e estudante de jornalismo pela Uninassau. Tenho como mote que “no futebol, nunca serão apenas 11 contra 11”; é arte, é espetáculo, humanismo, tem poder de mover multidões e permitir ascensões sociais. Como paixão nacional do brasileiro, o futebol me acompanha desde cedo, entretanto como nunca tive habilidade para praticá-lo, busquei associar duas vertentes de minha vida: o prazer pela leitura e o esporte bretão. Foi nesse diapasão que encontrei no jornalismo esportivo o elo de ligação que me leva a difundir e informar o que, nas palavras de Steven Spielberg, é o “mais belo espetáculo de imagens que já vi”."

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"Alvíssaras! Sou Ricardo Accioly Filho, pernambucano de 27 anos, advogado e estudante de jornalismo pela Uninassau. Tenho como mote que “no futebol, nunca serão apenas 11 contra 11”; é arte, é espetáculo, humanismo, tem poder de mover multidões e permitir ascensões sociais. Como paixão nacional do brasileiro, o futebol me acompanha desde cedo, entretanto como nunca tive habilidade para praticá-lo, busquei associar duas vertentes de minha vida: o prazer pela leitura e o esporte bretão. Foi nesse diapasão que encontrei no jornalismo esportivo o elo de ligação que me leva a difundir e informar o que, nas palavras de Steven Spielberg, é o “mais belo espetáculo de imagens que já vi”."

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