Choque Rei: Pressão de um lado, tabu do outro!

O Choque-rei, alcunha do jogo entre São Paulo x Palmeiras, acontece neste sábado, às 19hs (Brasília), no Estádio do Morumbi.

E na casa do São Paulo, o Palmeiras não vence há 15 anos. A última vitória aconteceu em 2002, naquele famoso 4×2, onde o meia Alex fez um gol antológico ao encobrir o zagueiro com um chapéu e, em seguida, chapelou o goleiro são-paulino Rogério Ceni também, marcando um dos gols mais bonitos do estádio e do clássico.

Por falar em gol bonito, este quesito tem marcado os últimos confrontos entre São Paulo e Palmeiras. Isto porque ainda quando Rogério Ceni era jogador (hoje técnico do Tricolor), sofreu dois gols de cobertura do meia Robinho, atualmente no Cruzeiro. Aí, para aumentar a rivalidade e tensão do clássico, no último encontro entre ambos, neste Paulistão 2017, 3×0 para os palmeirenses, com direito a mais um gol de cobertura, desta vez do meia Dudu em cima do goleiro tricolor Dênis, o que deixa uma pressão da torcida em cima do trabalho de Rogério Ceni para vencer.

Principais armas

SÃO PAULO: As principais armas do São Paulo nesta partida têm os nomes atendidos por Renan Ribeiro, Jucilei, Cueva, Thomaz, Luiz Araújo e Lucas Pratto. E aí você pensa: “As armas são o time todo, que novidade” – mas vou explicar o motivo. Renan é a esperança dos torcedores do Tricolor para não sofrerem gols fúteis, como aconteceu no último jogo e, principalmente, não tomar gol de cobertura. Jucilei é o melhor ladrão de bolas deste BR, até então, e será fundamental na marcação do bom time palmeirense. Cueva está mal deste sua lesão e vem tendo seguidas chances para tentar recuperar seu futebol, ele que já foi o principal jogador do time. Thomaz sempre entra bem, constantemente fica no banco, e hoje como titular, ao lado de Cueva, deve ser uma arma de Ceni. Luiz Araújo foi decisivo contra o Santos no Paulistão, depois perdeu espaço e retomou no último jogo, sendo a válvula de escape do time com infiltrações e dribles pela direita. E por fim, Lucas Pratto é a esperança de gols do time para manter o tabu de 15 anos.

PALMEIRAS: O Verdão vêm para o jogo com moral. Classificado na Libertadores, fez 3×0 no último confronto entre ambos e é considerado o melhor time do país, pelo elenco e dinheiro que tem. Porém, o que pesa contra os palmeirenses é o tabu. São 15 anos sem vencer no Morumbi, mas o cara que adora quebrar tabus está do lado alvi-verde e se chama Cuca, comandante palestrino. As principais armas do time são: Mina, Jean, Felipe Melo, Willian, Dudu e Borja. O zagueiro Mina é um cara que tem boa presença na frente e gosta de marcar gols e fazer sua típica dancinha, o que deve casar bem com as bolas paradas alçadas por Dudu e Jean. Este último que é polivalente, jogando na lateral-direita, volante e até ponta, o que pode confundir a marcação adversária. Felipe Melo é o cão de guarda do time verde para segurar as investidas dos tricolores que jogam em casa e com torcida a seu favor. Willian vem se provando ter sido o melhor investimento do time na temporada e deve ser presença certa no clássico e, como vem acontecendo na Libertadores, está jogando bem e marcando gols. Dudu é a esperança de jogo bonito, os palmeirenses esperam mais um gols de cobertura, por que não, e Borja foi o carrasco do São Paulo na Libertadores passada, marcando 4 Gold em 2 jogos, o que o torna importante para o jogo, o que pesa contra é que o centroavante não vem em boa fase, com muitas dificuldades de marcar gols e o jogo contra o tricolor é hora de mostrar que vale o alto investimento gasto.

PROVÁVEIS ESCALAÇÕES

São Paulo: Renan Ribeiro; Buffarini, Maicon, Rodrigo Caio e Júnior Tavares; Jucilei, Cícero e Thomaz; Cueva, Luiz Araújo e Lucas Pratto. Técnico: Rogério Ceni.

Palmeiras: Fernando Prass; Jean, Mina, Edu Dracena e Zé Roberto; Felipe Melo, Tchê Tchê e Dudu; Willian (Róger Guedes), Guerra e Borja. Técnico: Cuca

Eric Filardi

Sobre Eric Filardi

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Quando pequeno quis ser jogador. O sonho de criança passou. Uma vida nova se anseia. Bem-vindo ao melhor site de futebol. Bem-vindo ao Futebol na Veia. Sou Eric Filardi, paulistano de 25 anos, jornalista de formação e apaixonado por futebol.Como todo jornalista amo escrever. Como todo brasileiro amo futebol. Tenho meu clube e minhas preferências, mas viso o profissionalismo e a imparcialidade, sem deixar de lado a criatividade. Sou Tricolor, sou Peixe, sou Palestra e sou Timão. Sou da Colina, Botafogo, sou Flu e sou do Mengão. Sou Brasil, sou Hermano, francês e italiano. Sou Ghiggia, Paolo Rossi, Caniggia e Zidane. Sou Alemanha dos 7 a 1, mas que o povo não se engane. Também sou Ronaldo, Romário, Zico, Garrincha e Pelé. Sou Bundesliga, MLS, Eredivisie e Premier. Sou das várzeas e dos terrões, sou Clássico das Multidões. Sou sul, sou nordeste, Amazônia e Pantanal. Sou Galo, sou Raposa, sou Bavi e sou Grenal. Sou Ásia, sou África, sou Barça e sou Real. Sou as Américas, a Europa, sou o mundo em geral. Sou a festa nas arquibancadas, que o estádio incendeia, sou Futebol na Veia.

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