Atacante Gustavo celebra estar no Bahia: “É a realização de um sonho”

- O jogador que era do time de transição renovou com o clube até o fim da temporada 2021

Um dos jogadores do elenco de transição do Bahia é o atacante Gustavo, de 23 anos, ele foi destaque na equipe que disputou o estadual e por consequência renovou o contrato com o clube até o final da temporada 2021.

Apelidado por companheiros do time como Super Choque, por causa da semelhança física com o personagem do desenho animado, além da velocidade de ambos. Ele se mostrou muito feliz com a renovação e revelou ser a realização de um sonho.

“Estou feliz por realizar esse sonho, não só jogando pelo time sub-23 como também servir ao elenco profissional. Estou feliz demais. A sensação é a mesma de 2019, quando meu telefone tocou e falaram da chance de jogar aqui”.

GUSTAVO DA TV À PARCERIA

Gustavo começou tardiamente comparado a outros na profissão, tendo destaque na várzea em São Paulo aos 19 anos. Inegavelmente, após quatro anos ele falou da alegria em jogar ao lado de atletas renomados que via sempre pela TV e que por fim poderá fazer parceria.

Eu via os caras na televisão e hoje estou jogando com eles.  Eu comecei a jogar futebol tarde, com 19 anos, hoje estou com 23, então via o Clayson, o Gilberto, Rodriguinho… isso para mim está sendo privilégio. Estou subindo não só para compor elenco, mas para ajudar, dar conta do recado. Tanto eu quando outros que subiram do sub-23 estão subindo para agregar, para somar”.

APRENDIZAGEM NO TIME DE TRANSIÇÃO

O atacante disputou o campeonato baiano em 2019 pelo Jequié. A princípio, o jovem não escondeu a felicidade por ter renovado com o Bahia. Aliás, Gustavo dá méritos na sua evolução ao técnico Dado Cavalcanti e exalta o apoio dele e de toda comissão técnica.

Desde que o cheguei o Dado me deu muitos conselhos, o próprio Daniel (Crizel, treinador de goleiros) também meu deu conselhos. Se hoje eu sou um jogador melhor, uma pessoa melhor, foi graças ao Pedro (Gama, auxiliar técnico), ao Daniel, ao Vitão, sempre foram pessoas honestas, nunca foram traíras. Também tiraram o jogador da zona de conforto, me colocaram para jogar em uma posição que eu nunca tinha jogado, por dentro, atrás dos volantes, graças a Deus eu fui superando de pouco em pouco. Eu mandei mensagem para o Pedro, o Dado, querendo ou não eles foram peças fundamentais para a minha evolução”.

Foto Destaque: Felipe Oliveira/EC Bahia

Tathiane Marques

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Na verdade, não fui eu que escolhi o jornalismo e sim ele que me escolheu. Sem dúvidas, a profissão é como um oceano que precisa ser desvendado na sua profundeza, só assim é possível conhecer e respeitar toda sua beleza.

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