Amaral: O cão de guarda está voltando!

Em entrevista exclusiva, volante fala sobre lesão, carinho dos torcedores, política no futebol e volta à série A

Maurício de Azevedo Alves, mais conhecido como Amaral, chegou esse ano ao CSA e na sua apresentação oficial, falou em fazer história pelo clube. O jogador de 31 anos que tem passagem por clubes como Flamengo, Vitória e Boa Esporte começou a temporada fazendo boas apresentações, ajudando a equipe a ser campeã estadual, mas uma lesão no joelho o tirou de combate. O Pitbull está em processo de recuperação e espera voltar a vestir a camisa do clube alagoano em breve.

ENTREVISTA – AMARAL

Você foi contratado pelo CSA no início do ano para reforçar a equipe para a disputa do estadual e brasileiro. Qual é o sentimento por voltar a disputar à elite do brasileirão e quais as pretensões do clube?

“Fui contratado pelo CSA em janeiro para a disputa do estadual e a série A. Disputei seis partidas como titular pelo alagoano e  copa do nordeste, fui campeão estadual, mas não pude dar sequência porque num coletivo antes da semifinal sofri uma lesão e rompi o ligamento colateral do joelho. Mas é muito bom voltar à série A, que é elite e abre muitas portas, porém o pensamento maior é participar e ajudar a equipe a se manter e fazer o clube crescer mais. O CSA é um clube muito grande e teve uma arrancada que veio da série D para a C, para B e depois para A e eu gostaria muito de fazer parte desse processo de crescimento.”

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Infelizmente, você sofreu uma lesão no joelho, que precisou passar por cirurgia. Essa lesão aconteceu ainda no estadual e isso fez com que você ainda não tenha estreado no brasileirão. O quanto isso o desanimou e qual é a previsão de volta?

“Essa lesão me fez ficar de fora do início da primeira etapa da série A. Fico triste por não poder retribuir à altura o que o clube fez por mim. Pois acreditam em mim e me contrataram para jogar. Fico triste por isso, mas eu creio que isso é coisa do trabalho e isso tem que ter paciência.  Mas a recuperação tá sendo ótima e acho que já já estarei de volta.”

Em sua passagem do Flamengo, você fez apenas um gol. Porém esse gol é lembrado até hoje pelos rubro-negros por ter acontecido em uma final. Além disso, foi á que ganhou os apelidos de pitbull e cão de guarda. Como vê tudo isso?

“Eu só tenho a agradecer muito aos ex-companheiros, comissão técnica, ao Jayme de Almeida, à torcida e ao fato de que sempre estarei na memória deles. Além disso pode ser também porque de onde saí, da equipe como Nova Iguaçu, que não é uma equipe com tanta expressão como o Flamengo, e talvez eu tenha chegado desacreditado e acabei saindo como campeão carioca, campeão da Copa do Brasil e ainda perdendo uma outra semifinal para o Athlético, pode ter influenciado. Depois fui para o Vitória e tive um momento bom em 2015 e conseguimos subir o time para a série A, jogando 34 partidas na série B, sendo campeão e um dos melhores jogadores da minha posição.”

O ano de 2016 foi o ano em que você atuou em mais jogos profissionalmente, pelo Vitória. Além disso, fez parte da seleção do campeonato estadual. Porque você acha que o clube não o manteve?

“Creio que tenha sido por causa de política e política no futebol hoje atrapalha muito. E hoje pode se ver o que tá se passando com o vitória. Isso prova que a relação política atrapalha muito dentro de campo”.

Celso Junior

Sobre Celso Junior

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Sou Celso Junior, carioca, tenho 32 anos e moro em Rio das Ostras. Pai da Maria Sofia, sou amante do futebol, esporte o qual vivo desde criança. Sou professor, treinador, e estudo intensamente o futebol em suas diversas áreas.


 

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