Nos pênaltis, Itapirense avança e enfrentará o Vasco

Times se reencontrarão depois da primeira fase da competição
Itapirense

O Criciúma enfrentou a Itapirense em Itapira, pela segunda fase da Copinha. Aliás, o mata-mata da Copa São Paulo de Futebol Júnior começou com muita chuva. Tanto que até o jogo entre Vasco x Náutico teve de ser adiado. A vitória da equipe da cidade nos pênaltis serve para dar um gás ao time para enfrentar a equipe cruzmaltina.

COPINHA – 2° FASE

CRICIÚMA 1 x 1 ITAPIRENSE

1° TEMPO

A partida começou muito boa para a equipe da casa. Afinal, a Itapirense marcou logo no início. Aos 10 minutos, Fernandes cruzou e Bruno finalizou para a abrir o placar. Em seguida, quase que a equipe acriu o placar com Fernandes. Por outro lado, o Criciúma parecia perdida no jogo, levando muito perigo na zona defensiva, mal atacou no primeiro tempo.

2° TEMPO

Para a segunda etapa, o Criciúma foi disposto a empatar a partida. E conseguiu. Dee pênalti, aos 15 minutos, Gulian bateu pênalti forte no meio do gol e empatou a partida. Em seguida, a equipe quase vira o jogo com Fábio. O jogo acabou empatado e as equipes foram para os pênaltis. A Itapirense chegou a perder uma cobrança, mas Maranhão fez a diferença no gol e levou sua equipe para a terceira fase da Copinha.

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ESPORTIVA CLASSIFICADA! Pela primeira vez em nossa história, estamos na terceira fase da Copa São Paulo Júnior. Neste domingo, dia 12 de janeiro, a Esportiva Itapirense eliminou o Criciúma e garantiu vaga na terceira fase da 51ª edição da tradicional competição de base do futebol nacional. Os comandados de José Eduardo Clara empataram com o Tigre por 1 a 1 no tempo normal. Nos pênaltis, vitória por 4 a 3, com o brilho da estrela do goleiro Maranhão. A equipe subiu ao gramado do Estádio Municipal Coronel Chico Vieira, em Itapira, com a mesma formação titular da fase classificatória: Maranhão; Mateus Assumpção, Yuri Bambu, Vitão e Thales Lima; Kandem, Marcos Lima, Andrei e Matheus Bueno; Fernandes e Felipe Matheus. Em campo, a Vermelhinha saiu na frente logo nos primeiros minutos. Aos 9, Andrei abriu o placar para o Coelho. O duelo se manteve com uma boa postura da Esportiva, até que na etapa final, aos 27 minutos, o árbitro marcou pênalti para o Criciúma. Rulian bateu e empatou o jogo. A Esportiva teve boas chances de desempatar a partida, assim como o Criciúma, que parou em belas defesas de Maranhão. Era o prenúncio de que o domingo era do goleiro itapirense. Ao final do tempo normal, a igualdade no placar e a continuidade na Copinha passariam pela sempre tensa disputa de pênaltis. Logo na primeira batida do Criciúma, defesa de Maranhão e festa da torcida nas arquibancadas do Chico Vieira. Depois, Marius converteu. As equipes foram eficientes na segunda rodada, em que Lucas Mineiro fez o gol itapirense. Vinicius desperdiçou a sua chance na terceira série. O Criciúma igualou, a Vermelhinha se manteve viva com Yuri Bambu. Na última série regular, novo brilho de Maranhão. O arqueiro voou no canto direito e fez bela defesa. A intervenção a favor do Coelho deixou o cenário escrito. Bastava Andrei converter a quinta batida. O camisa 8 correu, bateu de canhota e fez o gol. 4 a 3 para a Esportiva. Classificação inédita para a terceira fase garantida. E explosão de emoção no Chico Vieira.

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Melhores momentos

Giovanna Matiello

Sobre Giovanna Matiello

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Meu nome é Giovanna Matiello, tenho 19 anos e sou estudante de jornalismo na UNIP. Sou apaixonada por esportes por causa da minha família, meu pai é fanático por futebol, minha tia é ex jogadora profissional de futsal e meu tio é vidrado no vôlei e é professor de educação física. Fica óbvia minha relação com o esporte.A NBA e a NFL entraram na minha vida por admiração à organização americana. Sonho em ser jornalista esportiva porque acredito que o esporte é um caminho de educação e, porque culturalmente falando, talvez seja uma das poucas tradições que uni verdadeiramente o povo brasileiro.

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Meu nome é Giovanna Matiello, tenho 19 anos e sou estudante de jornalismo na UNIP. Sou apaixonada por esportes por causa da minha família, meu pai é fanático por futebol, minha tia é ex jogadora profissional de futsal e meu tio é vidrado no vôlei e é professor de educação física. Fica óbvia minha relação com o esporte.A NBA e a NFL entraram na minha vida por admiração à organização americana. Sonho em ser jornalista esportiva porque acredito que o esporte é um caminho de educação e, porque culturalmente falando, talvez seja uma das poucas tradições que uni verdadeiramente o povo brasileiro.
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