Definir uma lista com os principais jogadores de um time não é tarefa fácil. Logo, existe diversos critérios e de alguma forma sempre vai ficar de fora, jogadores que foram brilhantes, contudo por questão de gosto ou de avaliação não serão incluídos. Enfim, o Futebol na Veia aproveitou a quarentena e fez o Top 4 da história da Roma, em alusão aos quatro mundiais da Seleção Italiana.

4 – Bruno Conti (1973-1991)

Bruno Conti, revelado na capital Romana, participou da década mais vitoriosa da Roma, entre 1980 a 1991. Quando venceram um Italiano e cinco Copas da Itália. Conti era um ponta esquerda, habilidoso que ia pra cima, com a característica de jogo abusado que encantou os torcedores Romanistas.

 

Bruno Conti teve sucesso também na Seleção Italiana, quando venceram o Mundial de 1982, tendo vencido, o Brasil de Zico e Falcão na semifinais. Conti teve participação direta em quase todos os gols da Azzurra na Copa e chamou atenção dos brasileiros como um jogador difícil de ser parado.

Em suma, pela Roma foram 403 jogos tendo balançando as redes em 47 oportunidades, tendo vencido: cinco Copas da Itália e uma Série A Tim. Na seleção Italiana, ganhou a Copa do Mundo de 1982 e atuou em 47 partidas e marcou cinco gols.

3- Giuseppe Giannini (1981-1996)

Para muitos no segundo Rei de Roma que sucedeu Falcão. Giannini chegou aos 16 anos na equipe Romanista. Contudo demorou a ganhar sua primeira oportunidade. Dessa forma, começou a se firmar nos anos 1984/85 quando revezava no meio com Paulo Roberto. Na sequência , já era capitão e com a camisa 10, consequentemente tornará-se ídolo de Roma.

 

Além disso, seu comportamento explosivo e com várias desavenças o fez se tornar o maior, para torcedores organizados de Roma. Contudo, na década de 90, o time não era mais o mesmo. Já figurava no segundo escalão da Itália, sem estrelas e sem dinheiro e assim, fez de Giannini, o principal nome. Enfim, com 32 anos o meia optou pela saída do time e foi jogar no Stum Graz da Áustria. Na equipe Romanista, venceu apenas três Copas da Itália.

2- Paulo Roberto Falcão (1980-1985)

Paulo Roberto Falcão ou se preferir: Rei de Roma, ficou eternizado por seus chutes de precisão, um tempo de bola como poucos e acima de tudo, sua classe excomunal. A princípio, o brasileiro chegou após a Itália reabrir a janela para jogadores estrangeiros em 1980, onde mesmo foi a primeira contratação feita após a reabertura. Logo, a Roma pagou 1,5 milhão pelo jogador que havia sido líder do tricampeonato brasileiro do Internacional.

A Roma, que não conquistava um Scudetto desde 1942, tinha a necessidade de voltar ao topo. Contudo, suas duas primeiras tentativas sem sucesso. Logo, conquistou na temporada de 1982/83, onde sua participação foi fundamental. Com um jogo impecável criou inúmeras chances para os jogadores de frente, no final venceu o título de destaque. Após quebra do jejum de 42 anos foi eternizado o oitavo Rei de Roma.

Na temporada seguinte ainda levou a Roma a final da Champions League. Contudo foi, perdida para o Liverpool nos pênaltis, em pleno Estádio Olímpico. Em suma, Falcão venceu três Copas da Itália e um Scudetto. Fez 152 partidas e marcou 28 gols.

1-Francesco Totti (1992-2017)

Totti e AS Roma é como um casamento. Assim, é impossível falar de um e não lembrar do outro. A princípio Francesco chegou na equipe em 1989 com 13 anos e já se destacava na base com: gols, passes, dribles e técnica. Logo, já percebiam que não iria ser só mais um. Seus bons jogos  lhe deram a recompensa de ser gandula, nos jogos do time principal. Dessa forma, era uma maneira de ficar próximo aos ídolos.

A princípio sua primeira aparição, aconteceu no dia 28 de março de 1993, aos 16 anos, na vitória contra o Brescia. Contudo , Totti só viera a se firmar no ano de 1997, quando se tornou capitão , tendo marcado 13 gols. Seu destaque era iminente, assim, foi convocado para a disputa da Euro 2000, onde teve atuações de destaque na competição e logo se estabeleceu no mundo futebolístico.

Em síntese, Totti permaneceu na Roma por 25 anos, onde disputou 786 partidas e balançou as redes em 307 oportunidades. Além disso, conquistou: um Campeonato Italiano, duas Coppas da Itália e duas Supercopas. Por outro lado, na seleção da Itália, fez 58 jogos e nove gols. Enfim, levantou a taça da Copa do Mundo de 2006.

Foto destaque: Reprodução

Gilvan Rodrigues
Gilvan Junior, 20 anos, natural de Feira de Santana, estudante de jornalismo pela FAT. Desde pequeno, meu principal assunto era o esporte. Sempre acompanhado programas, sites, etc. Decidir, partir pra área que me dará a oportunidade de viver daquilo que mais amo. O futebol.

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