Transtorno de Barbosa: a falha que resulta em condenação

- Um dos melhores goleiros que o Brasil já teve se auto condenou um criminoso após "falhar" na final da Copa do Mundo de 1950

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A coluna Dicionário do Futebol desta semana traz um transtorno, não diagnosticado pela ciência, e detectada pelo jornalista esportivo Eric Filardi enquanto estudava fatos curiosos do futebol. Analisando a história do esporte, notou que o Transtorno de Barbosa é um caso tão forte que pode influenciar outros futuros transtornos, mesmo após 70 anos

Goleiro: Ser herói em um dia, e vilão em outro

- Evitar o inevitável sempre achando, lá no fundo, que dava pra defender o mais indefensável dos chutes

De herói a vilão

Inegavelmente, o futebol tem dessas coisas, em um dia você pode ser o maior herói de sua equipe, no outro o maior vilão. Culpado por uma desclassificação ou perca de uma partida importante, e o goleiro vivencia constantemente este sabor. De fato, é interessante entender um pouco sobre esta posição,

Maracanazo: a comemoração dos jogadores uruguaios no dia em que o Brasil ‘chorou’

- Diz a lenda que que os uruguaios foram as ruas consolar os brasileiros desolados

Seleção do Uruguai de 1950 no Maracanazo

Em uma tarde de domingo, às 16 horas e 50 minutos, mais precisamente no dia 16 de julho de 1950, os uruguaios conquistaram o mundo. O Maracanã estava completamente lotado, incluindo convidados, profissionais que estavam a serviço e todos os torcedores, havia quase 200 mil pessoas no estádio. O Brasil

Barbosa, o ídolo injustiçado do Maracanazo de 1950

- Da série que o Brasil não sabe valorizar seus ídolos, Barbosa é mais um que carregou a culpa durante toda a vida

Uma frase no mundo do futebol que resume bem o que é ser goleiro é: "ser goleiro é ser herói e vilão". Podemos dizer que dessa forma, ficou marcado Barbosa, goleiro do Mundial de 1950, o "Maracanazo". Este foi, para muitos, considerando um dos principais responsáveis pelo revés que ocorreu

Barbosa x sete a um

Dia 16 de julho de 1950. O relógio marcava 15 horas. O local? Maracanã. Final de Copa do Mundo. Frente a frente estavam brasileiros e uruguaios. O público? 199.854 pagantes. Bastava ao Brasil um empate para sagrar-se campeão mundial pela primeira vez. A Seleção canarinho, inclusive, saiu na frente, aos 47