Suposto envolvimento do PCC pode manchar acordo de paz entre torcidas

O pacto de paz entre torcidas em São Paulo virou caso de polícia, nos últimos dias circulou nas redes sociais áudios de conversas entre torcedores das organizadas que mencionam que o PCC (Primeiro Comando da Capital) mandou que as brigas acabassem e caso não fosse acatada a ordem haveria consequências. Por conta disso, o DHPP (Departamento Estadual de Homicídios e de Proteção à Pessoa) instaurou um inquérito para analisar a veracidade das gravações.

O caso será acompanhado pela delegada Margarete Barreto, da Decradi (Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância), do DHPP, ela é responsável também pelas investigações de brigas de torcidas em São Paulo. Na terça-feira (6), os presidentes das torcidas organizadas foram interrogados e todos negaram qualquer envolvimento com a facção criminosa. No último domingo (4), os integrantes da Gaviões da Fiel (Corinthians), Independente (São Paulo), Mancha Alviverde (Palmeiras) e Torcida Jovem (Santos) se reuniram para prestar uma homenagem para as vítimas do acidente de avião que levava a equipe da Chapecoense, jornalistas e convidados que ocasionou a morte de 71 pessoas, no dia 29 de novembro.

A marcha até o estádio do Pacaembu também foi para marcar um acordo de paz entre as torcidas com o slogan “mais festa e nenhuma violência no futebol”. Outras torcidas também participaram da homenagem como a Esquadrão (XV de Piracicaba) e Esquadrão Andreense (Santo André).

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Maria Angélica Andrade
Maria Angélica Andrade
Sou Maria Angélica Andrade, moro em São Paulo, tenho 27 anos. Faço Jornalismo e amo esportes em especial futebol. Escrever sobre um esporte tão querido pelos brasileiros é motivo de orgulho e muita responsabilidade.

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