Superliga Chinesa tem proposta de fórmula de disputa para 2020

Com o surto do Coronavírus controlado na China, o futebol deve voltar a todo vapor. Segundo página do . Portanto, a competição, que deve voltar em meado de junho e julho, pode sofrer mudanças drásticas por conta dos problemas vividos recentemente.

Para 2020, a Federação formará dois grupos com oito equipes cada, em formato de ida e volta. A partir daí, os quatro melhores de cada chave, formarão o mata-mata com o 1° encarando o 4°, o 2° jogando contra o 3°, o 5° contra o 8° e o 6° enfrentando o 7° colocado. Assim, os confrontos aconteceram em ida e volta.

A seguir, os vencedores da fase anterior, jogarão entre si para definir quem serão os quatro melhores da competição. Já os perdedores, também jogarão da mesma forma para formar as posições seguintes. Da mesma forma, os times que ficaram entre 9º e 12º, de acordo com ranking geral da primeira fase, disputaram um mata-mata para definirem suas posições. Por fim, o mesmo acontecerá com os times que ficarem entre 13º e 16º lugares, para confirmar quem serão os rebaixados da temporada que começará.

Vale lembrar que em 2019, o Guangzhou Evergrande conquistou a Superliga Chinesa, com 72 pontos, dois a mais do que o Beijing Guoan. Em contrapartida, quem garantiu o acesso para a divisão de elite Qingdao Huanghai, campeão da 2ª divisão e o Shijiazhuang Ever Bright, vice-campeão.

 

Foto: (Reprodução/Espn Brasil)

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Ruan Silva
Meu nome é Ruan Silva da Silva, tenho 24 anos, moro na cidade de Altamira no Pará. Sou graduado na área de Letras, com habilitação em Língua Portuguesa e no momento pós-graduando na área de Linguagem e Ensino, ambos pela Universidade Federal do Pará (UFPA). Sou deficiente físico, tenho dificuldades na questão da locomoção, que dificulta um pouquinho as coisas, mas nada que impeça de exercer diversas atividades. Sou apaixonado por todos os esportes, principalmente pelo futebol, corintiano e simpatizante de diversos clubes na Europa que não cabem todos aqui e apaixonado também pelo jornalismo esportivo tendo como ídolos, ícones como Galvão Bueno, Luciano do Valle, André Henning, Vitor Sérgio Rodrigues e outros mais. Uma curiosidade minha é que consegui na graduação em um ambiente voltado aos estudos de ensino e aprendizagem, incluir o futebol no principal trabalho dos quatro anos de curso, o TCC. Escrevi sobre Nelson Rodrigues e a Copa de 1950, temas raramente trabalhados numa graduação como essa. Enfim! Sonho em um dia trabalhar efetivamente na área que tanto amo e acredito que posso fazer um bom papel no meio.

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