Salve Marta!

Marta

Então futebol é paixão nacional. E me atrevo a dizer que é uma paixão universal. Quase todo mundo gosta. E raras são as exceções entre homens que não curtem, um pouquinho que seja. Claro, botando a estatística entre as mulheres, quase despenca. Ainda temos a cultura de que gostar disso é coisa de macho. Que ultrapassado né?

Confesso que se pararmos para analisar esse gosto racionalmente parece idiotice. Assim como quem não gosta ou não entende pensa. Como um bando de gente gosta de assistir marmanjos jogando e muitas vezes ganham salários exorbitantes, uma atividade que parece tão sem graça? Aí que entramos naquele lance: paixões são irracionais. Não se explica.

Sabe aquele lance de amor à primeira vista? Então comigo foi exatamente assim. Bastou entrar no Maracanã pela primeira vez e ver aquela torcida gritando e linda! Foi e ainda é, sempre é, apaixonante! Não vou falar do meu time porque sou suspeita mesma. Mas aí falo que Copa do mundo é o melhor evento do mundo, e que ao ter o privilégio de assistir um jogo em pleno Maraca é uma emoção sem igual. E nem era nossa Canarinho em campo.

Aqui não falo da paixão por um clube, falo do esporte mesmo. E não, eu não aceito, de jeito nenhum, as atrocidades que se fazem por causa dele.

Nada justifica machucar o outro! E isso cai no caráter das pessoas. Que infelizmente anda bem duvidoso. Mas cara, poucas coisas me empolgam tanto quanto ter duas horas separadas para ver, gritar, rir e até chorar.

Acho muito bonito a forma que o esporte em geral tem de juntar o país. Aflora nosso nacionalismo. Nos ajuda a esquecer os problemas reais que enfrentamos e nos permite esquecer as diferenças e sonhar com um país melhor. Ah futebol é muito bom! Aquela sensação de expectativa antes, pois se assemelha a vida como ela é: imprevisível.

Poderia falar mais coisas. Teria tantas visões sobre o futebol. E como me pego fazendo analogias com a minha vida e ele. Mas para não e estender mais, afinal vão dizer que sou imparcial nisso. E sou mesmo! É que eu sou mais coração e emoção. É que sei falar melhor do que faz brilhar meus olhos, e ele, e não eles, mexem tanto comigo que transborda: sou apaixonada por todos aqueles lances, que me prendem por 90 minutos.

Ou mais, e gosto mais ainda dos acréscimos.

Paula Barcellos

Sobre Paula Barcellos

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Eu tenho 24 anos e cresci vendo meu avô, que faleceu esse ano, sua torcida apaixonada pelo Flamengo. Lembro de quando era pequena e estar na casa deles e quando o Flamengo ganhava o campeonato a alegria que era. Minha mãe também sempre foi apaixonada por futebol, flamenguista doente também. Quando minha mãe casou de novo, o primeiro programa que meu padrasto fez comigo e com a minha irmã foi nos levar para conhecer o Maracanã. E que emoção! Entrar e ver aquela torcida gritando, eu com 15 anos me apaixonei por futebol. E virei fanática e continuo assim. E meu coração fica um pouco vazio quando o futebol entra de férias mesmo que seja as minhas férias também. E a escrita também é uma paixão desde que me entendo por gente, já que desde novinha lá estava eu escrevendo e sonhando em lançar um livrou e na adolescência virou uma coluna em uma revista. A vontade de juntar as duas veio quando decidi fazer jornalismo, afinal nunca tinha tentado mesclar. E quando escrevi o texto sobre isso me vi amando ainda mais escrever. Foi natural, pois eu sempre escrevia sobre o que sentia e futebol é também o que sinto. Enfim para não me alongar mais, acredito que escrever é minha visão do mundo e o futebol é a minha visão apaixonada da versão miniatura dela, já que a bola também é uma esfera.

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Eu tenho 24 anos e cresci vendo meu avô, que faleceu esse ano, sua torcida apaixonada pelo Flamengo. Lembro de quando era pequena e estar na casa deles e quando o Flamengo ganhava o campeonato a alegria que era. Minha mãe também sempre foi apaixonada por futebol, flamenguista doente também. Quando minha mãe casou de novo, o primeiro programa que meu padrasto fez comigo e com a minha irmã foi nos levar para conhecer o Maracanã. E que emoção! Entrar e ver aquela torcida gritando, eu com 15 anos me apaixonei por futebol. E virei fanática e continuo assim. E meu coração fica um pouco vazio quando o futebol entra de férias mesmo que seja as minhas férias também. E a escrita também é uma paixão desde que me entendo por gente, já que desde novinha lá estava eu escrevendo e sonhando em lançar um livrou e na adolescência virou uma coluna em uma revista. A vontade de juntar as duas veio quando decidi fazer jornalismo, afinal nunca tinha tentado mesclar. E quando escrevi o texto sobre isso me vi amando ainda mais escrever. Foi natural, pois eu sempre escrevia sobre o que sentia e futebol é também o que sinto. Enfim para não me alongar mais, acredito que escrever é minha visão do mundo e o futebol é a minha visão apaixonada da versão miniatura dela, já que a bola também é uma esfera.

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