ruud gullit

O modo Ultimate Team do FIFA 2020 é de grande sucesso, fazendo a EA Sports lucrar milhões anos após anos. Muito do dinheiro gasto, é na busca dos “Icons“, cartas que trazem ex-jogadores históricos de volta à ativa. Dessa forma, a coluna dessa semana, traz Ruud Gullit, holandês com passagem por Milan, Chelsea, PSV, entre outros. O ex-jogador, como todos os ícones do jogo, tem quatro cartas diferentes: base, mid, prime e moments. Essas “fases” são temporadas da carreira do atleta, e a última em específico se refere à um jogo marcante.

Todo esse sucesso no FIFA, fez Gullit criar sua própria equipe de Esports. Dessa forma, temos o Team Gullit, composta pelos holandeses Florisacm, Dani-Visser, Jensvdflier e Levideweerd, e pelo sueco Ollelitoyt. Inclusive, a equipe já contou com o brasileiro “Zezinho”.

Ruud Gullit

Foto: Reprodução/Team Gullit

As três fases de Gullit

A “pior” carta de Gullit já traz o equilíbrio característico de seus níveis. Com 86 no total de seu overall e de meio-campo, esse icon base celebra a temporada 1996/97, em que o holandês venceu a FA Cup pelo Chelsea, como jogador e treinador (!!). Inclusive, o camisa quatro afirmou que sua passagem pelos Blues foi “a mais feliz em sua ilustre carreira“. Entre suas habilidades se destaca o passe em 86 e a defesa com 83. Também considerado uma característica obrigatória no Ultimate Team, Ruud está com cinco estrelas de perna ruim.

Sua versão média é considerada “meta”, estando em boa parte dos times dos pro players. Sendo melhor jogador do futebol da Holanda em 1986, o holandês marcou 46 gols em 68 jogos pelo Feyenoord, além do bicampeonato nacional. Gullit aparece com 90, cinco estrelas de perna ruim e quatro de drible, além do minimo de suas estatística sendo 80. Dessa forma, também chama a atenção sua velocidade, passe e chute altos: 88 para cada. Por fim, o craque holandês tem 87 de físico e drible.

Do mesmo modo, Gullit em sua penúltima carta segue com grande equilíbrio. O jogador ficou dois níveis mais lento, mas sua finalização e o passe atingiram 91. Além da melhora evidente em dribles e físico. O curioso é que sua carta 93 é atacante, entretanto, aparece com 82 de defesa. Essa temporada em que Ruud aparece com níveis ótimos é a do seu bicampeonato europeu pelo Milan, da famosa dupla holandesa com Van Basten. Essa equipe rossonera é considerada uma das melhores da história do futebol, com Arrigo Sacchi no comando, um dos grandes revolucionários do futebol. Vale destacar que Gullit foi Bola de Ouro em 87, ano da mudança à Itália.

Gullit

A partida memorável de sua carreira

Para finalizar suas cartas, temos o Prime Moments de Ruud Gullit. A partida celebrada é a famosa “lei do ex”. O holandês após sair do Milan foi rumo à Sampdoria, também da Itália. Dessa forma, na primeira partida contra seu ex-clube, o tradicional camisa quatro marcou um golaço ao dominar a bola com a coxa e dar um belo chute cruzado de perna direita. Esse tento foi de retomada da equipe da cidade de Gênova, virando a partida para 3 x 2 depois de estar perdendo por dois gols de diferença.

Ruud Gullit realmente merece tudo isso de overall?

Apesar de ser um dos grandes da história do futebol, os atributos do jogador são sem iguais. Gullit iniciou sua carreira como meio-campo, mas com o passar do tempo virou centroavante. E mesmo assim, a EA insistiu em sua defesa muito alta. Além disso, se formos comparar as estatísticas das versões moments de Zidane e do holandês, a vantagem é do ídolo rossonero, com três níveis à mais em estatística totais e 18 em dados Ingame (dentro do jogo). Dessa forma, foi um exagero um nível tão alto ao Gullit.

Foto: Reprodução/FutBin

Foto destaque: Reprodução/GiveMeSport

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Carlos Vinícius Amorim
Carlos Vinícius Amorim, 21 anos, atualmente cursando jornalismo pelo amor ao futebol, que se iniciou lá em 2005, com apenas seis anos de idade, já imaginam qual o clube né. Sempre se informando e informando aos outros, buscando referências e fontes. Como o jornalismo manda.

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