Ronaldinho Gaúcho paga fiança e irá para prisão domiciliar

- Jogador segue preso por ter entrado no Paraguai com documentos falsos
Ronaldinho Gaúcho vai para prisão domiciliar

Após tentar entrar no Paraguai com documentos falsos e ser preso no último mês, Ronaldinho Gaúcho e seu irmão, Assis Moreira, trocaram de regime. A troca acontece depois de algumas tentativas. Os irmãos, que ficaram detidos por um mês em regime fechado, agora seguem para a prisão domiciliar. Agora, eles ficarão hospedados em um hotel em Assunção, capital paraguaia, até uma decisão definitiva sobre o futuro do caso.

A decisão foi concedida por um juiz do país durante esta última terça-feira (7). Para conseguirem a liberação e o recursos aceito, eles pagaram uma fiança de US$ 1,6 milhão de dólares (em torno de R$ 8,4 milhões) em formato de caução. Assim, o dinheiro foi depositado no Banco Nacional de Fomento. Dessa maneira, caso haja uma tentativa de fuga das duas partes, as autoridades do Paraguai estão autorizadas a retirar o valor.

Ronaldinho Gaúcho e Assis Moreira tentaram entrar com recursos em três oportunidades. Contudo, as mesmas acabaram sendo recusadas. Na terça-feira, porém, em audiência realizada em Assunção, o juiz Gustavo Amarilla decidiu conceder a troca de regimes. Além disso, foi determinado que os dois tenham custódia policial permanente durante o tempo em que morarem no hotel.

Ainda, de acordo com Amarilla, o hotel concedeu que os dois cumprissem o seu regime domiciliar no local. Contudo, além da vigilância policial, outra regra foi imposta. Dessa forma, conforme o jornal paraguaio ABC Color, os dois permanecerão em quartos diferentes, não podendo manter contato. Os dois estavam detidos desde o dia 6 de março na Agrupácion Especializada, um quartel da Polícia Nacional do Paraguai, que acabou sendo transformada em cadeia de segurança máxima.

ENTENDA O CASO

No mês passado, Ronaldinho e Assis Moreira foram detidos após entrarem no Paraguai com documentos falsos. Além deles, três pessoas também foram presas – uma delas é um funcionário público; o outro é um empresário, que forneceu os passaportes adulterados -. Segundo o promotor Federico Delfino, havia um processo de naturalização em aberto e corria à revelia dos irmãos. Como envolveu órgãos paraguaios, o processo correu pelo país todo.

Foto destaque: Reprodução/Reuters

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Lauren Berger
Lauren Berger
Lauren Berger, gaúcha e apaixonada por futebol. Cresci vendo grandes nomes do Brasil em campo e um sentimento especial cresceu em mim. Vi Ronaldinho Gaúcho, Fernandão, Cristiano Ronaldo, Iniesta e foi amor à primeira partida. Estudo na Universidade Luterana do Brasil-RS.

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