Rodrigo Campos é o novo técnico da equipe feminina do Cruzeiro. Dessa forma, na manhã desta sexta-feira (04) a diretoria da Raposa oficializou a chegada do comandante ao time. Em suma, o contrato de Rodrigo com o clube se estende até dezembro de 2021. A saber, o treinador já chega com a missão de comandar o plantel no jogo de domingo (06), válido pela 13ª rodada do Brasileirão Feminino A1. Na ocasião, as Cabulosas visitam o Corinthians, no Parque São Jorge.

De antemão, Campos chega para substituir Marcelo Frigério, que treinou a equipe Celeste de setembro de 2021 até a última quarta-feira (02). Em síntese, o clube anunciou o desligamento de Marcelo após a derrota por 2 x 1, de virada, para o Flamengo.

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Sendo assim, o novo técnico tem pela frente um grande desafio. Afinal, assume um time que não sabe o que é vencer há quatro jogos. Além disso, atualmente, as Cabulosas ocupam o 11° lugar na tabela de classificação. Desse modo , ao longo da temporada foram duas vitórias, três empates e sete derrotas.

O mais importante nesse momento é que as atletas e todos nós que estamos envolvidos no grande projeto do Cruzeiro Feminino tenhamos a confiança de que as coisas mudam, e podem mudar para melhor. Iremos trabalhar diariamente com muita dedicação para reverter essa situação adversa, somar pontos nos últimos três jogos e nos mantermos na Série A1, disse Rodrigo

Quem é Rodrigo Campos?

Rodrigo nasceu em Brasília e possuí formação em educação física. Sendo assim, o treinador de 30 anos já passou por diversos clubes. Aliás, ele esteve no comando do Minas Brasília na temporada 2020. Na oportunidade, ajudou o time brasiliense na luta contra o rebaixamento. Além disso, foi auxiliar técnico do Ceilandense (DF) na temporada passada, técnico do Sub-17 do Legião (DF) e auxiliar do Sub-20 do Capital (DF), ambos em 2019. Por fim, foi auxiliar técnico do Sub-17 da Ferroviária em 2018.

Foto destaque: Divulgação/Cruzeiro 

 

Dara Oliveira
Sou Dara Oliveira, estudante de Jornalismo. Orgulhosamente do Norte do Brasil. Me considero uma contadora de histórias. A paixão pelo jornalismo começou ainda na infância, na mesma época que o futebol passou a ser parte importante da minha jornada. Tudo que envolve o mundo esportivo me desperta curiosidade. Eu acredito no poder do esporte como instrumento de inclusão social.