Remo vence e abre vantagem na decisão do Parazão 2018

- Pênaltis duvidosos e um golaço levaram a torcida ao delírio no estádio Mangueirão, em Belém, na tarde deste domingo, 01.

O público de 19.019 pessoas presenciou o terceiro clássico entre Remo e Paysandu na temporada, e mais uma vez o mesmo vencedor. O Leão Azul rugiu mais alto que o adversário e conquistou uma pequena vantagem no duelo de 180 minutos. Agora no próximo confronto, precisa apenas de um empate para se sagrar campeão estadual novamente, ao Papão resta vencer por dois gols de diferença se quiser garantir o título sem a necessidade das penalidades.

Primeiro tempo

O jogo começou com o Paysandu tendo as melhores oportunidades de jogo, como a de Walter logo aos cinco minutos de fora da área, fazendo o goleiro Vinicius trabalhar. 15 minutos mais tarde outra vez o arqueiro azul apareceu, desta vez em um chute cruzado de Moisés. Com duas boas chances desperdiçadas o castigo veio, graças ao pênalti de Edimar cometido em Jayme e depois de muita reclamação Bicolor, Isac bateu e fez o primeiro gol do Remo.

Foto: Assessoria Remo

Mesmo com o gol sofrido, o Paysandu era quem continuava tomando as ações do jogo e foi recompensado aos 40 minutos, quando Perema foi derrubado por Mimica dentro área e outro pênalti foi assinalado pelo arbitro Raphael Claus, e agora reclamação por parte do Remo. Depois de toda a confusão, Cassiano foi para a rede empatando o jogo e dando números finais ao primeiro tempo.

Segundo Tempo

A segunda parte do jogo começou tensa para o técnico Dado Cavalcanti, que teve que substituir Maicon Silva (entrou Matheus Silva) e Cáceres (entrou Fabio Matos), ambos por lesão, com menos de dez minutos de jogo, e no intervalo já tinha feito outra, tirando Cassiano e colocando Willyam, ou seja, sem mais opções de mudar as peças durante o jogo.

As substituições de última hora, afetaram o Paysandu que errava muito durante o jogo, mesmo assim continuava pressionando o rival. Até que aos 33 minutos (número histórico para o Remo), Rodriguinho partiu sozinho na intermediária e arriscou o chute entrando no ângulo do goleiro Marcão incendiando a torcida azulina. Aos 43 minutos, o Paysandu ainda teve sua última grande chance na cabeçada de Walter, mas Vinicius mais uma vez estava lá para salvar o Remo e garantir a vantagem para o jogo da volta.

Foto: Assessoria Paysandu

Próximos jogos

Agora o Paysandu volta as suas atenções para a Copa Verde, onde jogará na quarta-feira contra o Manaus na Arena da Amazônia, pela volta das semifinais, o primeiro jogo na Curuzu foi 2 a 1 para o Bicolor. Já o Remo, tem toda a semana para trabalhar visando a final do Parazão no próximo domingo, dia 08.

Ruan Silva

Sobre Ruan Silva

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Meu nome é Ruan Silva da Silva, tenho 24 anos, moro na cidade de Altamira no Pará. Sou graduado na área de Letras, com habilitação em Língua Portuguesa e no momento pós-graduando na área de Linguagem e Ensino, ambos pela Universidade Federal do Pará (UFPA). Sou deficiente físico, tenho dificuldades na questão da locomoção, que dificulta um pouquinho as coisas, mas nada que impeça de exercer diversas atividades. Sou apaixonado por todos os esportes, principalmente pelo futebol, corintiano e simpatizante de diversos clubes na Europa que não cabem todos aqui e apaixonado também pelo jornalismo esportivo tendo como ídolos, ícones como Galvão Bueno, Luciano do Valle, André Henning, Vitor Sérgio Rodrigues e outros mais. Uma curiosidade minha é que consegui na graduação em um ambiente voltado aos estudos de ensino e aprendizagem, incluir o futebol no principal trabalho dos quatro anos de curso, o TCC. Escrevi sobre Nelson Rodrigues e a Copa de 1950, temas raramente trabalhados numa graduação como essa. Enfim! Sonho em um dia trabalhar efetivamente na área que tanto amo e acredito que posso fazer um bom papel no meio.

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Meu nome é Ruan Silva da Silva, tenho 24 anos, moro na cidade de Altamira no Pará. Sou graduado na área de Letras, com habilitação em Língua Portuguesa e no momento pós-graduando na área de Linguagem e Ensino, ambos pela Universidade Federal do Pará (UFPA). Sou deficiente físico, tenho dificuldades na questão da locomoção, que dificulta um pouquinho as coisas, mas nada que impeça de exercer diversas atividades. Sou apaixonado por todos os esportes, principalmente pelo futebol, corintiano e simpatizante de diversos clubes na Europa que não cabem todos aqui e apaixonado também pelo jornalismo esportivo tendo como ídolos, ícones como Galvão Bueno, Luciano do Valle, André Henning, Vitor Sérgio Rodrigues e outros mais. Uma curiosidade minha é que consegui na graduação em um ambiente voltado aos estudos de ensino e aprendizagem, incluir o futebol no principal trabalho dos quatro anos de curso, o TCC. Escrevi sobre Nelson Rodrigues e a Copa de 1950, temas raramente trabalhados numa graduação como essa. Enfim! Sonho em um dia trabalhar efetivamente na área que tanto amo e acredito que posso fazer um bom papel no meio.

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