Real Madrid campeão: o triunfo da tradição

Os clichês existem para serem utilizados: a camisa pesa no futebol.

Real Madrid e Sevilla enfrentaram-se pela final da Supercopa da UEFA em um jogo que marcou a estreia de Jorge Sampaoli à frente do rival merengue.

O time rojiblanco mostrou inegável evolução tática: aproximação entre as linhas, uso do goleiro para a saída de bola e ausência do ‘chutão', algo semelhante à filosofia que o treinador implantou na seleção chilena.

Os comandados de Zidane abriram o placar com um belo gol de Asensio, jóia da base madridista. O Sevilla empatou com Franco Vázquez no final da primeira etapa. Já na segunda etapa, o ucraniano Konoplyanka partiu para cima de Sergio Ramos, que cometeu pênalti infantil. O camisa 10 esperou a definição de Casilla, deslocou o arqueiro madridista e colocou os rojiblancos na frente do placar. Tudo caminhava para a vitória do time comandado por Sampaoli até que, aos 47 minutos, brilhou a estrela de Sergio Ramos, o zagueiro dos gols importantes nos minutos importantíssimos. O gol de cabeça do capitão levou a partida à prorrogação.

sergio-ramos

No tempo extra, Sergio Ramos marcou novamente, mas a arbitragem assinalou falta do beque em Rami. O jogo passou a ser cauteloso, mas o volume de jogo do Real Madrid era maior. E no segundo tempo, mais uma vez nos minutos finais, pesou a camisa: Carvajal avançou pela direita, trouxe pelo meio, invadiu a área do Sevilla e marcou um golaço.

Era o golpe final sofrido pelos rojiblancos, que estiveram a um passo do título europeu. Taticamente o Sevilla evoluiu, mas sucumbiu à tradição madrilenha.

O Sevilla fará bem a Ganso. Sampaoli já fez bem ao Sevilla. O Real Madrid ergueu mais uma taça, mas isso não é nenhuma novidade.

André Siqueira Cardoso

Sobre André Siqueira Cardoso

André Siqueira Cardoso já escreveu 313 posts nesse site..

Sou André Siqueira Cardoso, tenho 21 anos. Aluno de jornalismo da Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP), atualmente trabalho em VEJA, com a cobertura do noticiário político. Apaixonado por esportes, jogador de futebol até hoje, tenho o sonho de cobrir uma Copa do Mundo.

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Sou André Siqueira Cardoso, tenho 21 anos. Aluno de jornalismo da Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP), atualmente trabalho em VEJA, com a cobertura do noticiário político. Apaixonado por esportes, jogador de futebol até hoje, tenho o sonho de cobrir uma Copa do Mundo.

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