Quem foi o craque brasileiro na primeira fase da Liga dos Campeões?

A Liga dos Campeões, maior torneio entre clubes do mundo, teve a sua primeira fase encerrada na última quarta-feira (9). Quando a competição se iniciou, qualquer um responderia que o melhor tupiniquim seria Neymar. Mas, não foi bem assim. Outros brasileiros roubaram a cena.

Mesmo com a eliminação do Shakhtar Donetsk, o ex-vascaíno Alex Teixeira se destacou. Marcou três gols e se mostrou fundamental na construção de jogadas ofensivas do time ucraniano. As apresentações lhe renderam muitas sondagens de grandes times europeus, com o Chelsea se mostrando como maior interessado.

O zagueiro Naldo, há anos no futebol alemão e com passagens pela seleção brasileira, foi decisivo para a classificação do Wolfsburg. Marcou dois gols na última rodada nos 3×2 sobre o Manchester United e colocou o time verde e branco na primeira posição do grupo. O defensor sempre foi artilheiro, desde que apareceu para o futebol, no Juventude-RS.

Em sua temporada de estreia, Douglas Costa mostrou muita velocidade e bom futebol no Bayern de Munique. Atuando no carrossel de Pep Guardiola, o brasileiro virou uma arma na ponta esquerda do time bávaro, com arrancadas fulminantes que ocasionaram em duas assistências e dois gols marcados.

Hulk foi providencial para a liderança no Zenit, fazendo o que jamais conseguiu com a seleção. Suas “patadas atômicas” culminaram em três gols e o atacante ainda deu incríveis quatro assistências, se notabilizando assim como responsável direto pela classificação do time russo.

Neymar jogou muita bola e se tornou essencial no Barcelona, que nitidamente sentiu sua ausência na atuação apática contra o Bayer Leverkusen, empatando por 1 a 1 na última rodada. Apesar de ter dado três assistências e marcado duas vezes, o camisa 10 do Brasil não foi o principal jogador na primeira fase da Liga dos Campeões.

O grande craque foi Willian, do Chelsea, o segundo melhor jogador da seleção brasileira atualmente. O meia cabeludo balançou as redes cinco vezes, incluindo alguns golaços nessa conta, como os de falta – indefensáveis. A revelação do Corinthians tem crescido a cada temporada, marcando cada vez mais gols e se tornando referência em seu clube e na seleção.

A bola prende no pé de Willian, que faz os adversários dançarem com sua habilidade, aplicando fintas e elásticos. A bola parada é outra arma do camisa 22, que está se tornando cada vez mais regular nos passes e investidas. Se não fosse por Willian, o Chelsea de Mourinho não estaria nas oitavas de final da Liga dos Campeões. Willian está cada vez melhor – a seleção agradece.

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Sobre Victor Rocha

Victor Rocha já escreveu 18 posts nesse site..

Jornalista, fanático por futebol e fascinado pela parte técnica e tática do esporte. Dono do blog Rebatida e passagem de dois anos no Portal R7, escrevendo sobre música, cinema e esportes. Acompanhe também meu blog: http://rebatida.blogspot.com.br

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Victor Rocha
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