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Em suma, o boletim de ocorrência divulgado pela polícia de Belo Horizonte detalha a batalha campal estabelecida pelos jogadores do Boca Juniors após a partida da Copa Libertadores. Portanto, o caos começa quando o delegado da partida retira os policiais de dentro do estádio.  Fábio Marcel Nogueira teria dito que não poderiam estar no local, pois não tinham apresentados exames negativos contra a COVID.

Após isso, os PMs só retornariam para o interno do Mineirão depois da briga iniciada. Ainda no depoimento, os policiais relatam que tiveram de usar o gás de pimenta para separar a confusão. Neste momento, o zagueiro Zambrano cuspiu em direção aos soldados. Outros objetos foram arremessados na direção da polícia, que controlou a situação.

Portanto, depois da briga, 13 pessoas foram a delegacia para abrir ocorrência contra os argentinos, além de prestar depoimentos e passar por exames de corpo de delito. O time do Boca ficou mais de 12h dentro de seu ônibus em frente à delegacia, esperando a resolução dos fatos. Ao todo, sete pessoas da delegação do Boca foram autuadas. Entre lesão corporal e dano ao patrimônio público, jogadores, como Marcos Rojo e Pavón, tiveram que pagar fiança para poderem voltar a Argentina.

Foto destaque: Reprodução / Polícia Militar de Belo Horizonte

Robert Ferreira
Sou o Robert! Fiz jornalismo para vivenciar histórias, estar dentro dos fatos e o principal, ter acesso a verdade, sempre! O esporte sempre esteve na minha vida, e unir a escrita com o futebol seria é o ideal de vida. Escrevi para redação do jornal universitário além de atuar fortemente nas redes sociais com posicionamentos sobre cultura negra. Sujeito calmo com o objetivo de ganhar o mundo!