O elenco do Bahia se reapresentou na tarde desta terça-feira (2), no CT Evaristo de Macedo. Dessa forma, além da reapresentação, o volante Patrick de Lucca, que completou 21 anos, concedeu entrevista, falou da reta final da temporada passada e da responsabilidade de substituir Gregore, que foi negociado recentemente.

A princípio, o atleta que chamou atenção nos últimos jogos da temporada, busca repetir a dose e responder a altura. Assim, como foi Gregore para os demais.

Eu trabalhei para isso. Sei que o Gregore é um ídolo. Sei que a torcida leva isso também. Aprendi muito no tempo que fiquei aqui com ele. Não só ele, como o pessoal mais experiente, Lucas [Fonseca], Gilberto, vêm me ajudando com essa experiência, vêm me passando a tranquilidade. Me ajudam bastante. Ele percebeu isso. E outras pessoas, quando estavam aqui. E eu espero que, quando eu tiver mais experiência no clube, eu possa passar também para quem estiver chegando. Acho que isso é fundamental”.

Por outro lado, desde a primeira chance que foi diante do Atlético-MG, o jogador deu conta do recado e se firmou na equipe na reta final da competição. Desse modo, com o bom desempenho, o volante deixou de vez o sub-23 e passou para a equipe principal do Tricolor.

Trabalhei por essas oportunidades. A gente não estava muito bem no campeonato, mas foi importante a minha contribuição. Também como o grupo abraçou a nossa proposta. Marcar baixo, como foi contra o Atlético-MG, e em outros jogos também. Acho que a gente se adaptou a esse estilo de jogo, se saiu bem, e isso é importante”. 

ESPAÇO PARA OUTROS ATLETAS

Posteriormente, Patrick de Lucca, afirmou que seu bom desempenho pode também render espaço para outros atletas vindo da base Tricolor.

Acredito que sim. Não só para mim, mas muita gente conseguiu sair bem da Copa do Brasil Sub-20. Acho que metade do nosso grupo que já estava estourando a idade se saiu bem, como eu, Thiago, Luis. Acredito que foi muito bom para a gente. A gente conseguiu se adaptar bem ao clube, porque a gente veio de outros lugares. Mas a gente se adaptou bem. A Copa do Brasil foi um grande trabalho também. O Brasileiro também. A gente se adaptou, soube buscar o que a gente estava buscando no sub-20, para chegar aqui no profissional e se adaptar o mais rápido possível”.

ADAPTAÇÃO

Por fim, Patrick de Lucca falou de como tem sido sua adaptação a equipe profissional. Já que é a primeira vez que inicia a temporada no time principal.

Para mim, foi fundamental, além do porte físico, porque eu não tenho muita estatura… Acho que minha parte física eu precisava muito melhorar, eu sentia isso. Fiz várias avaliações e achei que estava precisando disso quando chegasse no profissional, para estar preparado. Acho que isso foi fundamental na minha preparação e me sinto muito melhor fazendo essas atividades 

Acredito que não é fácil, porque a pressão é constante. Mas você, tendo ouvidos e mente focada, você consegue se adaptar bem rápido. Acredito que, com a ajuda dos meus companheiros, que me abraçaram quando cheguei aqui… Sou muito grato, porque a gente precisa desse apoio, os primeiros dias não são fáceis, porque a gente não está adaptado a essa pressão psicológica. Poucos jogadores estão prontos. Acredito que eu estava, mas é difícil mesmo. Você vê que alguns não se adaptam tão rápido. Mas é normal. Acredito que, com esse apoio, a gente se adapta o mais rápido possível”.

Foto Destaque: Divulgação/Felipe Oliveira/EC Bahia

 

Gilvan Rodrigues
Gilvan Rodrigues
Gilvan Junior, 20 anos, natural de Feira de Santana, estudante de jornalismo pela FAT. Desde pequeno, meu principal assunto era o esporte. Sempre acompanhado programas, sites, etc. Decidir, partir pra área que me dará a oportunidade de viver daquilo que mais amo. O futebol.

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