Passaporte Rússia – Top 5 ídolos mexicanos

- Conheça os maiores ídolos da história da Seleção Mexicana

O Passaporte Rússia é mais uma coluna do Futebol na Veia que apresentará curiosidades de todas as seleções que participarão da Copa do Mundo deste ano. Este é o segundo de sete textos sobre a Seleção Mexicana desta edição. Confira os cinco maiores ídolos da história dos “El Tricolores”.

Na primeira edição do Passaporte Rússia você conheceu a história e o retrospecto da Seleção do México. Se você gosta de acompanhar a maioria das seleções e quem são os maiores ídolos, o FNV mostra pra você.

Antes de conhecê-los, saiba que o comandante dos mexicanos é um velho trabalhador do Brasil. Os são-paulinos são os que mais se lembram do treinador, e porque não, sentem saudades. O técnico do México é Juan Carlos Osório, famoso por escrever e entregar bilhetes com recadinhos aos seus jogadores na beirada do campo. Chega de muitas delongas!

PASSAPORTE RÚSSIA – OS CINCO MAIORES ÍDOLOS DA SELEÇÃO MEXICANA

5 – Cuauhtémoc Blanco

Conhecido bela força e habilidade, Blanco, foi um dos maiores ídolos do América do México, clube de seu coração. Destro, tinha um chute potente de curta ou longa distância. Cobrador exímio de faltas, Blanco se aprimorava cada vez mais. Um técnico muito importante passou por sua vida ainda pelo América: Paulo Roberto Falcão. Jogador de personalidade forte, criou uma jogada que deixava seus adversários malucos.

(Reprodução/Pinterest)

O lance foi apelidado de “drible canguru” ou “Cuauhtemiña” em espanhol, que consistia em prender a bola entre as pernas e pular com ela no meio dos marcadores, lance feito durante o duelo contra a Coreia do Sul, na Copa de 1998, onde o mexicano encontrava-se cercado por dois coreanos. O fato foi tão inusitado que causou reclamações do asiáticos, que o consideraram ilegal. Blanco jogou por outros clubes como o Necaxa, Veracruz e Valladolid. Pela Seleção do México atuou nas Copas de 1998, 2002 e 2010. Campeão pela seleção mexicana em 1999, na Copa das Confederações, conseguiu a artilharia do torneio.

4 – Jorge Campos

Estatura baixa para goleiro, sendo 1,73 cm, engraçado, marrento e usava uniforme que não condizia com as cores de sua seleção. Esse foi um dos maiores ícones da meta mexicana: Jorge Campos. Muitos não sabem, mas sua carreira no futebol foi iniciada como atacante. Tudo indicava que o ex-goleiro seria um fazedor de gols, já que tinha muita velocidade e faro de gol. Nos treinamentos de sua equipe, o Pumas, Campos também atuava no gol, onde era uma referência e fazia grandes defesas. Na época o arqueiro titular saiu do time e Jorge assumiu. Foi um goleiro de grandes defesas, mas também deixava seus torcedores com frio na barriga, com suas saídas do gol malucas. Também jogou por Atlante, L.A. Galaxy e Chicago Fire. De volta ao México, atuou por Cruz Azul, Pumas, Tigres, Atlante e Puebla. Pela seleção mexicana disputou de três Copas do Mundo (1994, 1998 e 2002). Foi campeão da Copa das Confederações do ano de 1999. Atualmente é comentarista futebolístico na TV Azteca.

(Reprodução/BolaVip)

3 – Chicharito Hernández

Chicharito! Atacante rápido, fazedor de gols e com certa habilidade. Atuou em clubes grandes do cenário mundial como Real Madrid, da Espanha, Bayer Leverksen, da Alemanha e o inglês Manchester United. Atualmente joga pelo West Ham, da Inglaterra. É um jogador badalado, com características ofensivas e consegue chutar com ambas as pernas. O treinador da seleção Juan Carlos Osório gosta muito de utilizar o atleta, devido suas características de puxar contra-ataques. Na Seleção do México estreou nas Eliminatórias para a Copa de 2010. Sem muito sucesso, mas demonstrando um bom futebol, conseguiu manter-se no grupo. Disputou duas Copas do Mundo, a de 2010 na África e 2014 no Brasil.

(Reprodução/Harry How/Getty Images)

2 – Rafa Márquez

Xerife! Beque tradicional e que também atuou como volante. Técnica apurada e com boa impulsão para fazer gols. Esse é Rafa Márquez. Sua carreira deu início em 1996 no clube mexicano do Atlas. Não demorou muito para o zagueiro seguir para grandes clubes da Europa. A equipe do Barcelona acompanhava seu grande futebol no Mônaco, da França, e o contratou. No Barça fez grande parceria com os iniciantes Xavi, Iniesta e Thiago Motta. Pelo clube Catalão venceu por quatro vezes o Campeonato Espanhol, duas Liga dos Campeões, uma Copa do Rey e um Mundial. Deixou o clube espanhol e seguiu para o New York Red Bulls, da MLS. Recentemente esteve no Red Bull e voltou ao México para atuar pelo León. Nos anos de 2012 e 2013 conquistou o Campeonato Mexicano. Márquez atuou nas Copas do Mundo de 2002, 2006, 2010 e 2014 e também estava no elenco campeão da Copa das Confederações de 1999.

(Reprodução/The18)

1 – Hugo Sánchez

Se existiu um jogador de futebol que adorava as jogadas de bicicleta, esse era Hugo Sánchez. Considerado o maior ídolo da história da Seleção do México, Sánchez deixava seus adversários no chão para fazer seus gols de cabeça, com sua outra característica principal. Jogou no clube Pumas e apareceu no grande cenário Europeu, no Atlético Madrid no ano de 1981. Tinha força e habilidade para vencer seus rivais. Em pouco tempo se destacou e conquistou a Copa do Rey em 1985 e o vice-campeonato da Liga Espanhola. Além de tudo, no mesmo ano, conseguiu a artilharia da competição.

(Reprodução/Remezcla)

O craque mexicano com seus gols acabou contratado pelo grande Real Madrid. No clube merengue, Sánchez venceu ao lado de seus companheiros os campeonato espanhóis de 1984 a 1989 e foi artilheiro da La Liga por quatro anos seguidos. No final da sua carreira, voltou ao seu país para defender o América. Pela Seleção do México foi campeão da Copa Ouro e dos Jogos Pan-Americanos de 1977. Atuou nas Copas do Mundo de 1978, 1986 e 1994. Após ter encerrado sua carreira como atleta, trabalhou como técnico, dirigindo Pumas, a própria Seleção Mexicana, o Necaxa, o Pachuca e o Almería.

(Reprodução/Jorge Silva/Getty Images)
Ricardo Valente

Sobre Ricardo Valente

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Meu nome é Ricardo Valente, paulistano, radialista formado e amante de futebol.A persistência é a marca da minha vida e o jornalismo está no sangue.Um eterno aprendiz, sempre!

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