Passaporte Rússia – Top 5 ídolos brasileiros

- Conheça os maiores ídolos da história da Seleção Brasileira

Passaporte Rússia é mais uma coluna do Futebol na Veia que apresentará curiosidades de todas as seleções que participarão da Copa do Mundo deste ano. Este é o segundo de sete textos sobre a Seleção Brasileira desta edição. Confira os cinco maiores ídolos da história do Brasil.

Não foi fácil eleger apenas cinco ídolos de uma história tão rica como a do Brasil. Fora os ídolos que, infelizmente, não foram campeões, caso da seleção de 82 e 86, que eram duas “senhoras” seleção. Brasil que desde a sua primeira Copa já teve craques e promete ter em 2018 também. Para escolher esses cinco nomes, elegemos por critérios: títulos, artilharias, gols, jogadas e a idolatria com o povo.

PASSAPORTE RÚSSIA – OS CINCO MAIORES ÍDOLOS DA SELEÇÃO BRASILEIRA

5 – Cafú

Bicampeão mundial pela seleção. Capitão em 2002 e o atleta que mais vestiu a camisa do Brasil em Copas do Mundo com 149 partidas, 91 vitórias, 38 empates e 20 derrotas. Convocado para a Copa de 94, a única oportunidade que ele teve foi na contusão de Jorginho, na final contra a Itália e já sagrou-se campeão. E ele continuou conquistando títulos pelo Brasil: Copa América e Copa das Confederações; na derrota para a França estava presente também. Em 2002 ele foi convocado e entrou para a história, sendo o único jogador a entrar em campo em três finais de Copa do Mundo, como capitão, ainda teve a honra de levantar o troféu do Penta. E em 2006, fez a sua despedida, deixando um novo marco na carreira já com 36 anos e se tornar o jogador brasileiro com mais partidas disparadas em mundiais, entrando em campo 20 vezes.

(Reprodução/Estadão)

4 – Mané Garrincha

Reconhecido por seus dribles e forma irreverente de jogar, Garrincha tornou-se um dos melhores jogadores a vestir a amarelinha. Sua capacidade em passar por defensores e a facilidade em conseguir essa façanha assustara a quem via. Sem Pelé, em 1962, Manuel Francisco dos Santoslevou o Brasil ao bicampeonato mundial e viveu seu auge no torneio realizado no Chile, no qual marcou quatro gols. Pela Seleção Brasileira, o astro botafoguense conquistou duas copas do mundo (1958 e 1962) e, ao todo, atuou 60 partidas pelo Brasil, entre 1955 e 1966. Em todos os jogos, perdeu apenas uma vez(derrota para a Hungria, na Copa de 66).

(Reprodução/Panenka)

3 – Romário

O baixinho que é o terceiro maior artilheiro da seleção brasileira (perde apenas para Pelé e Ronaldo), começou na seleção em 1987 para a disputa de amistoso diante da Irlanda. Fez bons jogos nas Copas Américas seguintes e em 90 iria ter sua grande chance, se não fosse uma lesão três meses antes, ele até foi para a Copa, porém só entrou na partida contra e Escócia e não marcou. Na eliminatórias para o mundial de 1994, o baixinho ficou bravo com o técnico Parreira que o deixou no banco diante de um amistoso contra a Alemanha e vira um “problema”. Mas quando foi chamado, no lugar de Müller, que sofreu uma lesão, Romário mostrou para o que veio: Caso o Brasil perdesse nas eliminatórias para o Uruguai, ficaria de fora pela primeira vez de uma Copa. Mas o baixinho não deu chances e só não fez chover naquela partida no Maracanã. Marcou dois gols e carimbou o passaporte para os Estados Unidos.

(Reprodução/Maxiverso)

Na Copa, ele brilhou, muito. Quando não estava marcando, estava dando passe e junto com Bebeto fez um ataque de brilhar os olhos. A final contra a Itália, foi um 0 x 0 e nos pênaltis, Romário bateu firme e a bola bateu na travessão antes de adentrar ao gol. Em 98 ele foi cortado, por conta de lesão na panturrilha. O atacante queria jogar e garantiu que iria estar recuperado para a segunda fase, mas perdeu a vaga para Emerson. Mas eliminatórias de 2002, ele jogou diante da Uruguai, mas pediu dispensa para a Copa, pois iria fazer uma cirurgia nas vistas.

2 – Ronaldo

O Fenômeno duas vezes campeão do mundo, melhor do mundo por três vezes é maior artilheiro brasileiro no mundial. Com todas adversidades e contusões, ele deu a volta por cima e se tornou um dos maiores ídolos do futebol brasileiro. A primeira convocação foi em 1994, sequer entrou em campo, mas estava presente na seleção campeão do Tetra. Era o menino dos olhos de Parreira. Já em 98 estava mais maduro e poderia ter sido a estrela de forma positiva, porém uma convulsão na véspera da final, deixou que o atacante não tivesse um bom desempenho e a lembrança é um triste 3 x 0 para a França. Mas em 2002, ele voltou de uma grave lesão do joelho e foi protagonista do Penta. Uma verdadeira volta por cima e com dois gols na final, diante da Alemanha. Sua última atuação foi em 2006, ele não brilhou, mas anotou seu nome na história ao marcar três gols e ultrapassar Gerd Müller na artilharia da história dos mundiais.

(Reprodução/sportal.bg)

1 – Pelé

Edson Arantes do Nascimento, o Pelé, iniciou sua história com a amarelinha, na qual atuou no Maracanã, em um combinado entre Santos e Vasco da Gama. Estreou aos 16 anos em 7 de julho de 1957 e, mesmo sendo derrotado pela argentina pela Copa Roca – 1957, já anotou seu primeiro gol. Foi convocado pelo técnico Vicente Feola para a disputa da Copa do Mundo de 1958 e, aos 17 anos, já disputara sua primeira competição mundial. Ainda que por sorte, encontrou sua camisa 10 já nesse torneio, embora tenha iniciado apenas no banco de reservas nos dois primeiros jogos. O resto da história o mundo inteiro conhece. O Rei entrou no time, teve uma atuação excepcional contra a Rússia, marcou gols no resto da campanha contra País de Gales, França e Suécia e saiu do Mundial para se tornar o Rei do Futebol.

(Reprodução/Placar)

Vencendo a última copa, Pelé chegou ainda mais popular em 1962 e, no jogo de estreia, já fez seu primeiro gol. Porém, uma lesão na virilha afastou-o ainda em seu segundo jogo e ele não jogou mais o torneio, que teve o Brasil como campeão. Mas, em 2007, recebeu sua medalha de campeão mundial. Em 1970, consolidou-se ainda mais, ao conquistar sua terceira Copa do Mundo.  Sua despedida deu-se em um empate por 2 x 2 contra a Iugoslávia, no Maracanã. No total, são 92 jogos e 77 gols com a camisa da Seleção Brasileira, sendo até hoje, o maior artilheiro a vestir a amarelinha.

Marcella Azevedo

Sobre Marcella Azevedo

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Marcella Azevedo, 22 anos, leonina, nascida no dia 17 de Agosto de 1994. Não tem frescura, quando o assunto é futebol, tanto que para ela o domingo perfeito é com amigos, futebol e cerveja. Completamente apaixonada, cursa Jornalismo com a inteção de ser uma Jornalista Esportiva e poder mostrar a todos como esse mundo é maravilhoso e que mulher entende de futebol sim. É daquelas mulheres que sempre está na rodinha dos homens na faculdade, comentando sobre o lance polêmico que rolou no final do semana. Daquelas que xinga muito ao ver um escanteio curto e que espera trazer várias novidades para vocês.

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