Passaporte Rússia – Perseverança é a chave para o sucesso!

- Conheça o retrospecto da Alemanha em Copas do Mundo

Passaporte Rússia é mais uma coluna do Futebol na Veia que apresentará curiosidades de todas as seleções que participarão da Copa do Mundo deste ano. Este é o primeiro de sete textos sobre a Seleção Alemã desta edição. Confira a história dos Germânicos.

O retrospecto dos alemães nas Copas do Mundo é compreendido por três diferentes equipes: Alemanha (durante a era Nazista), Alemanha Ocidental e a Alemanha unificada. Podemos considerá-la como uma das seleções que mais obteve sucesso nos torneios, conquistando quatro títulos e se mantendo na elite do futebol mundial. Presente em 18 das 20 Copas realizadas, a Alemanha atualmente é considerada uma das favoritas para levantar a taça pelo segundo torneio consecutivo, dessa vez, em território russo. Para entender melhor a história, vamos contar todos os detalhes e edições em que os alemães marcaram presença.

PASSAPORTE RÚSSIA – A HISTÓRIA DA SELEÇÃO ALEMÃ EM COPAS DO MUNDO

1934

O futebol dos alemães era afetado por sua ideologia política na época. Do mesmo modo, a equipe não fez feio em campo e conseguiu chegar ao terceiro lugar, em sua primeira Copa do Mundo. Em um formato bem diferente do de hoje, a Copa de 1934 começou já nas oitavas de final. Em sua primeira partida, uma vitória elástica por 5 x 2 diante da Bélgica. Nas quartas, um jogo mais equilibrado contra a Suécia, que não pôde impedir a vitória germânica: 2 x 1. Na etapa de semi-finais, a Alemanha perdeu para a antiga Tchecoslováquia por 2 x 1 e teve de se contentar com o 3º lugar. Enfrentando a Áustria na disputa, os alemães venceram por 3 x 2. A Itália, anfitriã, se consagrou campeã do torneio.

Copa de 34, a equipe Alemã realizando o gesto da saudação nazista (Foto: Getty Images)

1938

A Copa do Mundo de 1938 na França pode ser considerada como uma marca negra em seu histórico nesse campeonato. Se analisarmos todas as suas participações, essa foi a que a seleção menos obteve sucesso, sendo eliminada na fase de oitavas-de-final, em que perdeu para a Suíça. A Alemanha enfrentou a Suíça na fase de grupos, empatando o primeiro jogo por 1 x 1, e o segundo perdendo de 4 x 2.

Podemos ainda considerar o ano dessa Copa e que o mundo estava às vésperas de presenciar a Segunda Guerra Mundial (1939-1945). A Áustria se via integrada à Alemanha, e como requerido pelos políticos nazistas, alguns jogadores foram convocados para se juntar com a equipe alemã.

Jogador alemão que sofreu um corte durante a partida contra a Suíça. Um detalhe importante é o símbolo presente no uniforme (Foto: TrollFootballMe)

1954

O primeiro título dos alemães veio em 54, vinte anos após sua estreia no torneio. Na fase de grupos, os placares foram elásticos. O primeiro jogo foi contra a Turquia, e os alemães venceram por 4 x 1. Já contra a Hungria, os germânicos foram atropelados, concedendo 8 gols e marcando apenas 3. No último jogo, a sorte parecia ter virado, e novamente contra os turcos, a seleção alemã cravou 7 x 2.

A final foi marcada por um grande jogo contra a Hungria, em que a Alemanha saiu atrás por 2 x 0, operando um “milagre” e virando o jogo para 3 x 2. Os gols foram de Max Morlock , e dois de Helmut Rahn. A Hungria estava em uma ótima fase, dado que um de seus maiores jogadores, Sandor Kocsis, foi o artilheiro disparado da Copa, com 11 gols. Na final, ele não balançou as redes, e os gols ficaram para o capitão Puskás e o atacante Czibor.

O capitão da Alemanha, Fritz Walter, com o troféu em mãos (Foto: Corbis/DPA)

1958

A Alemanha mais uma vez demonstrou sua regularidade na Copa do Mundo. Nesse torneio, o Brasil se consagrou campeão, mas do mesmo modo, os alemães conseguiram chegar às semi-finais. Durante a fase de grupos desse torneio, os germânicos ganharam da Argentina por 3 x 1 e empataram por 2 x 2 contra a Tchecoslováquia e com a Irlanda do Norte, respectivamente.

Em um jogo contra a equipe da casa (Suécia), eles não jogaram muito bem e perderam por 3 x 0. Tiveram de se contentar então com a disputa de terceiro lugar contra a França. O talentoso Just Fontaine marcou quatro gols e os franceses arrancaram a vitória por 6 x 3, deixando a quarta colocação para a Seleção Alemã.

Semifinal da Copa de 1958, em Gotemburgo, com Suécia 3 x 1 Alemanha (Reprodução/Central Press/Getty Images)

1962

No Chile, outra Copa do Mundo que não foi das melhores para a Alemanha. Na primeira fase do torneio as coisas pareciam estar indo bem para os alemães. O primeiro jogo foi um empate sem gols contra a Itália. Após essa partida, foram duas vitórias, uma contra a Suíça por 2 x 1 e a outra contra o Chile por 2 x 0.

A seleção foi parada pela Iugoslávia nas quartas-de-finais, vencendo a equipe por um placar magro de 1 x 0. Outra Copa que o Brasil foi campeão e não deu chances para os adversários.

Empate por 0 x 0 entre Alemanha Ocidental e Itália, pelo Grupo 2 (Foto: Reprodução/FIFA)

1966

A Seleção Alemã nessa Copa na Inglaterra estava imparável (ou quase). Foi apenas o time da casa que conseguiu derrotar os alemães, em uma grande partida na final de 30 de julho de 1966. O tempo regular terminou empatado em 2 x 2, com gols de Geoff Hurst pelos ingleses, Helmut Haller e um gol de Woflgang Weber, que marcou aos 89 minutos, levando a partida para a prorrogação. O que os alemães não contavam, era com os outros dois gols de Hurst, durante o tempo extra. Essa Copa marcou dois grandes ícones da Inglaterra: Bobby Charlton e o capitão Bobby Moore. Para a Alemanha, quem marcou grande presença foi o meia Franz Beckenbauer, em sua primeira edição de Copa do Mundo.

Geoff Hurst marca o terceiro para os ingleses na final contra a Alemanha Ocidental (Foto: Reprodução/Hulton Archive/Getty Images)

1970

Mesmo ficando com o terceiro lugar nesse torneio, podemos concluir que foi uma grande Copa para os alemães. A fase de grupos foi marcada apenas por vitórias, contra o Marrocos por 2 x 1, Bulgária por 5 x 2 e Peru por 3 x 1. Nas quartas-de-finais, eles puderam sentir o gosto de uma revanche em relação ao último torneio, eliminando a Inglaterra também na prorrogação.

A equipe foi então para as semi-finais contra a Itália, em um jogo que muitos consideram “O Jogo do Século”. Os dois gigantes europeus travaram uma batalha com o objetivo de chegar à final contra uma seleção sul-americana, já que na outra chave de semi-final estavam Brasil e Uruguai. A partida durante os 90 minutos foi bem equilibrada, com um gol de Boninsegna aos 8 minutos para a Itália e o empata da Alemanha no último minuto, com Schnellinger balançando as redes. Podemos dizer que foi a partir da prorrogação que o jogo começou. Considerado como o tempo extra mais emocionante das Copas, a Itália derrotou a Seleção Alemã com três gols em menos de 15 minutos. Os alemães esboçaram uma reação, porém os dois gols de Gerd Muller não foram suficientes para derrotar os italianos. A Mannschaft teve de se contentar com o terceiro lugar, ganhando do Uruguai por 1 x 0, que havia sido eliminado pelo Brasil. Outo detalhe importante desse confronto, foi que um dos ídolos da Alemanha, Beckenbauer, jogou essa partida com o ombro deslocado.

“Jogo do Século” entre Alemanha e Itália (Foto: Popper)

1974

Você já viu alguma partida entre Brasil contra Brasil? Ou Espanha contra Espanha? Nessa Copa do Mundo sediada na Alemanha, algo nunca antes visto, aconteceu. Devido a questões políticas, o país se encontrava dividido entre Alemanha Oriental e Ocidental. Na fase de grupos, a parte do Oriente surpreendeu e ganhou por 1 x 0, porém os ocidentais, que já tinham uma grande trajetória no torneio, puderam tirar proveito desse fator, contribuindo para o desfecho dessa Copa.

As semi-finais foram marcadas pelos confrontos entre Polônia e Alemanha Ocidental e do outro lado da chave, uma das favoritas ao título, a Holanda, enfrentando o Brasil. Mais uma vez, os destaques da Seleção foram o capitão Beckenbauer e o goleador Gerd Muller, que marcou um contra os poloneses e levou a Alemanha ao final do torneio. Na partida derradeira da Copa, o time da casa levou a melhor ganhando sua segunda taça. Johan Cruyff era talvez o destaque da final, porém foi apagado pelo ataque alemão em que mais uma vez Muller foi decisivo para a equipe e garantiu o troféu e a vitória por 2 x 1.

Franz Beckenbauer levantando o troféu de campeão e se consagrando líder da seleção alemã (Foto: GettyImages)

1978

Na Argentina, a Seleção Alemã não obteve nenhum triunfo e não se destacou como havia feito nas últimas copas. Foi eliminada pela Áustria na segunda fase, derrotada por 3 x 2. O que mais marcou a Alemanha nessa Copa foi a sólida defesa, em que durante a fase de grupos não levou um gol sequer e ainda goleou o México por 6 x 0.

Dividida entre holandês e alemão na segunda fase da Copa de 1978 (Foto: Reprodução)

1982 e 1986

Decidimos “juntar” essas duas edições já que a Seleção Alemã (infelizmente) chegou à final, porém não conseguiu o triunfo. Em 82, a fase de grupos começou com uma derrota contra a Argélia por 2 x 1. Após essa partida vieram duas vitórias, contra o Chile por 4 x 1 e contra a Áustria por 1 x 0. Nas quartas-de-finais os alemães eliminaram o time da casa (Espanha) no Santiago Bernabéu por 2 x 1. Avançando com confiança para as semi-finais, enfrentaram a seleção francesa em um grande confronto, de seis gols no total e que foi levado para a disputa nos pênaltis, vencendo por 5 x 4 e garantindo a vaga para a final. Porém foi no último jogo que a Mannschaft deixou a desejar, perdendo para o magnífico futebol italiano, consagrado pela lenda Paolo Rossi. O placar final da partida foi de 3 x 1 para a Itália.

Karl-Heinz Rummenigge e o italiano Bergomi em busca da bola durante a final de 1982 (Foto: GettyImages)

Em 1986, no México, novamente a Alemanha eliminou o time da casa nas quartas-de-finais, dessa vez nos pênaltis, visto que o jogo ficou empatado por 0 a 0. As semi-finais estavam entre a Seleção Alemã e França – que ganhou de 2 x 0 – e do outro lado da chave, Argentina e a seleção belga. A final ficou então entre a Alemanha e Argentina, que contava com a grande fase de Diego Maradona. A partida começou com dois gols dos argentinos, Jose Brown e Jorge Valdano, deixando um clima de tensão para os alemães. O empate veio nos gols de cabeça de Rummenigge e Voeller, porém o balde de água fria chegou três minutos após o empate, com um belo gol de Jorge Burruchaga, tornando a Alemanha vice-campeã pela segunda vez consecutiva e pela terceira vez no total.

Maradona e Rummenigge se cumprimentando antes do início da final (Foto: REX)

1990

A equipe alemã após perder duas finais seguidas, chegou forte nessa Copa de 1990, na Itália. Os destaques da seleção, ficaram por conta do talentoso meio campo e capitão, Lothar Matthäus e do atacante Juergen Klinsmann. Outro detalhe importante, é que essa equipe era comandada pelo ícone alemão em Copas do Mundo, Franz Beckenbauer. A fase de grupos desse torneio começou com uma grande vitória sob a Iugoslávia, por 4 x 1. O outro confronto foi contra os Emirados Árabes, vencendo por 5 x 1; por último um empate de 1 x 1 contra a Colômbia.

Os alemães passaram pelas oitavas-de-final vencendo a Holanda por 2 x 1, e pelas quartas-de final derrotando a Tchecoslováquia pelo magro placar de 1 x 0. Isso foi suficiente para levá-los à semi-final, contra a Inglaterra. Do outro lado da chave, estavam o time da casa, e o pesadelo da Mannschaft, a Argentina. A final não poderia ser outra, com a Alemanha sedenta por uma vingança sobre os sul americanos. O jogo em si, não foi de muitas emoções, porém a equipe europeia, com um gol de pênalti de Andreas Brehme, saiu do Estádio Olímpico, em Roma, levantando a taça de campeã. Beckenbauer se consagrou como o segundo atleta a conquistar uma copa do mundo como jogador e como técnico.

Pierre Littbarski (direita) e Lothar Matthäus comemorando o título (Foto: GettyImages)

1994 e 1998

Nessas duas edições, a equipe Alemã não conseguiu dar sequência a boa fase, ou ainda chegar entre os quatro primeiros do torneio. Em 1994, nos Estados Unidos os alemães eliminaram a Bélgica por 3 x 2, com dois de Voeller e um de Klinsmann. Chegando às quartas, a seleção decepcionou. Contra a Bulgária, o único gol foi marcado de pênalti, por Matthäus, enquanto Stoitchkov e Letchkov marcaram, eliminando os germânicos.

Thomas Hässler firme na marcação contra a Bolívia (Foto: Reprodução/Shaun Bot)

Em 1998, na França, podemos dizer que o mesmo roteiro se repetiu. Na segunda fase do torneio, a Alemanha derrotou o México por 2 x 1, com gols de Klinsmann e de Oliver Bierhoff, em sua primeira Copa do Mundo. Avançando na competição, uma grande surpresa foi sua eliminação nas quartas-de-finais, perdendo de 3 x 0 para a Croácia, que ainda acabou levando o terceiro lugar nessa Copa.

Oliver Bierhoff abraça Klinsmann, que marcou o gol da vitória contra o México (Foto: Reprodução/Doug Pensinger/Getty Images)

2002

Na Copa do Mundo, sediada na Coréia do Sul e Japão, os alemães tentaram se redimir das duas últimas edições em que não obtiveram muito êxito. Na fase de grupos, a seleção alemã foi soberana e dominou o grupo E. Avançando de fase, a equipe enfrentou nas oitavas-de-finais, quartas-de-finais e semi-finais respectivamente, o Paraguai, os Estados Unidos e a Coréia do Sul, e ganharam todos os jogos pelo placar de 1 x 0. Até esse momento, o grande goleiro alemão, Oliver Kahn, havia concedido apenas um gol. Na derradeira final, contra o Brasil, a história foi diferente. Nessa noite, Ronaldo fez dois gols e garantiu sua posição como artilheiro do torneio. A partida terminou 2 x 0, deixando um gosto amargo para o time alemão, já que durante toda a competição eles jogaram com excelência e muita disciplina. Do mesmo modo, pela primeira vez na história, um goleiro levou o título de melhor jogador da Copa, em que Oliver Kahn encantou o mundo com suas defesas espetaculares, mesmo falhando em um dos gols que deu a taça para o Brasil.

O goleiro Oliver Kahn, sentado à trave durante a derrota na final (Foto: TheseFootballTimes)

2006

Sediando a Copa em 2006, marcada por uma seleção jovem e com grandes talentos do futebol alemão como o goleiro Lehmann, o meia Bastian SchweinsteigerPodolski Philipp Lahm, a trajetória alemã nesse torneio foi bem consistente. Passando de forma tranquila pela fase de grupos e chegando até a semi-final, contra a Itália. A partida ficou no 0 a 0 durante os 90 minutos, porém na prorrogação, os italianos marcaram com Grosso e Del Piero, que saiu do banco para consagrar a vaga dos Azuis na final. Disputando o terceiro lugar contra Portugal, a partida terminou em 3 x 1, com dois gols de Schweinsteiger e um contra do português Petit. A artilharia do campeonato ficou com Miroslav Klose com 5 gols, e Podolski conseguiu o título de melhor jovem jogador, marcando 3 gols no torneio.

Podolski comemora após marcar o segundo gol na vitória contra a Suécia (Foto: Reprodução/Lars Baron/Bongarts/Getty Images)

2010

4 anos depois, na África do Sul, a equipe alemã obteve a mesma coloção de 2006, ou seja, o terceiro lugar. Eliminando grandes rivais, a Alemanha passou por cima da Inglaterra nas oitavas-de-final por 4 x 1, e nas quartas-de-final pela Argentina com um grande placar de 4 x 0. O que ninguém esperava, era que nas semi-finais, a Mannschaft iria cair diante da Espanha, um magro placar de 1 x 0, com gol do zagueiro Puyol. O terceiro lugar, no entanto ficou com os germânicos, ganhando por 3 x 2 do Uruguai com gols de Thomas Müller, Jansen e Khedira. Novamente, o artilheiro foi alemão, Müller marcou 5 gols e ficou empatado com o artilheiro da seleção campeã, David Villa.

Puyol voa de cabeça para levar a Espanha à final da Copa de 2010 (Foto: Reprodução)

2014

No Brasil, não é segredo como foi a Copa do Mundo para a Alemanha. Durante a fase de grupos, a seleção alemã foi firmando seu favoritismo e seu poder não só de ataque, mas também de defesa. Nessa etapa, a Mannschaft sofreu apenas 4 gols e marcou 9. Em um jogo que muitos diriam que seria fácil para a Alemanha, os germânicos passaram um certo sufoco contra a Argélia. O goleiro Rais foi o destaque da partida, parando a maioria das tentativas. Os gols somente saíram na prorrogação, com Schürrle marcando no começo do tempo extra e Özil no último minuto de jogo. A Argélia ainda conseguiu seu gol de honra, nos acréscimos, com Djabou. Nas quartas-de-final eles enfrentaram a França no Maracanã. Os franceses não obtiveram sucesso e o único gol da partida foi do zagueiro Mats Hummels, aos 13 minutos de jogo.

Partindo para as semi-finais, não houve dúvidas sobre a superioridade dos alemães nessa edição. O 7 x 1, em cima do Brasil, foi uma das maiores vitórias em torneios de Copa do Mundo. Sem Neymar, que havia se machucado no jogo anterior contra a Colômbia, o Brasil estava perdido na partida. A partir do primeiro gol de Thomas Müller aos 11 minutos, uma sequência de grandes jogadas da Alemanha aconteceu. Os outro que balançaram as redes foram Klose aos 23 minutos, Toni Kross marcou dois, um aos 24 e outro aos 26 do primeiro tempo. O placar foi ficando cada vez maior, com os gols de Khedira (29′) e para fechar a conta, dois de Schürrle (69′ e 79′).

A final ficou então entre Alemanha e Argentina. A partida foi de certa forma tensa para as duas equipes, e o único gol que consagrou o quarto título dos alemães, saiu dos pés de Mario Götze, que estava no banco e entrou aos 88 minutos de jogo. Ele balançou as redes do goleiro Romero faltando 7 minutos para que a decisão fosse para as penalidades. Manuel Neuer foi premiado como o melhor goleiro do torneio e garantiu o sucesso da Mannschaft em mais uma Copa.

Comemoração de Mario Götze ao marcar o único gol da final entre Alemanha e Argentina (Foto: FIFA)
Bruno Talpo

Sobre Bruno Talpo

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Meu nome é Bruno de Faria Talpo, tenho 19 anos e atualmente estou cursando jornalismo. A comunicação é meu foco principal, independente do tema ou da forma como é apresentada. Me interesso por música, gastronomia, esportes e videogames. Outra paixão são os animais, em especial os cachorros. Admiro o futebol no geral, desde finais de Champions League até partidas de artilheiro na quadra perto de casa.

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Meu nome é Bruno de Faria Talpo, tenho 19 anos e atualmente estou cursando jornalismo. A comunicação é meu foco principal, independente do tema ou da forma como é apresentada. Me interesso por música, gastronomia, esportes e videogames. Outra paixão são os animais, em especial os cachorros. Admiro o futebol no geral, desde finais de Champions League até partidas de artilheiro na quadra perto de casa.
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