Passaporte Rússia – A debutante

- Conheça o retrospecto da Islândia em Copas do Mundo

Passaporte Rússia é mais uma coluna do Futebol na Veia que apresentará curiosidades de todas as seleções que participarão da Copa do Mundo deste ano. Este é o primeiro de sete textos sobre a Islândia desta edição. Confira como é a história da Seleção islandesa até chegar o Mundial da Rússia.

Não foi fácil chegar a glória de disputar um Mundial, mas a seleção da Islândia, persistiu muito até tornar em realidade, o sonho de jogar uma Copa do Mundo. Um time que evoluiu a partir dos anos 1990, graças aos investimentos do governo do país no esporte, tornando a prática do futebol profissional cada vez mais propícia. Porém a história do futebol islandês vai muito além do que se imagina, e sempre voltado a vontade de estar na maior competição entre seleções do planeta.

Passaporte Rússia – A história da Seleção Islandesa em Copas do Mundo

O começo foi difícil

Entre 1930 à 1950 o país não disputou nenhum tipo de eliminatória, para que possa jogar os mundiais da época. Em 1954, a FIFA negou a inscrição do país, pois já estava fora do prazo para entrar nas disputas. Assim como, entre os anos 1962 à 1970, mas por conta das guerras que o país se envolveu ao longo dos anos. Foi a partir de 1974 que a seleção acabou aparecendo com maior frequência nas competições que davam acesso aos Mundiais.

A reviravolta dos anos 1990

Dentre tantos os torneios que participou, o máximo que conseguia eram seis pontos, mas para o Mundial de 1994 as coisas mudaram e faltou pouco para a Islândia estrear em copas. Precisamente quatro pontos os separaram do carimbo no passaporte para mundial dos Estados Unidos, perdendo a vaga para Grécia e Rússia, que faziam parte do grupo 5 daquele certame.

 

Anos 2000 o “quase” foi insistente, maaasss…

20 anos depois a Islândia chegou o mais perto possível de jogar a Copa do Mundo, e por um jogo o sonho foi adiado, graças a uma derrota para a Croácia, na repescagem, por 2 x 0 em Zagreb. Mas a partir dali já tinha como imaginar qual seria o futuro dos garotos islandeses, que vão trazer consigo uma torcida apaixonante e prometem voar ainda mais alto.

Ruan Silva

Sobre Ruan Silva

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Meu nome é Ruan Silva da Silva, tenho 24 anos, moro na cidade de Altamira no Pará. Sou graduado na área de Letras, com habilitação em Língua Portuguesa e no momento pós-graduando na área de Linguagem e Ensino, ambos pela Universidade Federal do Pará (UFPA). Sou deficiente físico, tenho dificuldades na questão da locomoção, que dificulta um pouquinho as coisas, mas nada que impeça de exercer diversas atividades. Sou apaixonado por todos os esportes, principalmente pelo futebol, corintiano e simpatizante de diversos clubes na Europa que não cabem todos aqui e apaixonado também pelo jornalismo esportivo tendo como ídolos, ícones como Galvão Bueno, Luciano do Valle, André Henning, Vitor Sérgio Rodrigues e outros mais. Uma curiosidade minha é que consegui na graduação em um ambiente voltado aos estudos de ensino e aprendizagem, incluir o futebol no principal trabalho dos quatro anos de curso, o TCC. Escrevi sobre Nelson Rodrigues e a Copa de 1950, temas raramente trabalhados numa graduação como essa. Enfim! Sonho em um dia trabalhar efetivamente na área que tanto amo e acredito que posso fazer um bom papel no meio.

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Ruan Silva
Ruan Silva
Meu nome é Ruan Silva da Silva, tenho 24 anos, moro na cidade de Altamira no Pará. Sou graduado na área de Letras, com habilitação em Língua Portuguesa e no momento pós-graduando na área de Linguagem e Ensino, ambos pela Universidade Federal do Pará (UFPA). Sou deficiente físico, tenho dificuldades na questão da locomoção, que dificulta um pouquinho as coisas, mas nada que impeça de exercer diversas atividades. Sou apaixonado por todos os esportes, principalmente pelo futebol, corintiano e simpatizante de diversos clubes na Europa que não cabem todos aqui e apaixonado também pelo jornalismo esportivo tendo como ídolos, ícones como Galvão Bueno, Luciano do Valle, André Henning, Vitor Sérgio Rodrigues e outros mais. Uma curiosidade minha é que consegui na graduação em um ambiente voltado aos estudos de ensino e aprendizagem, incluir o futebol no principal trabalho dos quatro anos de curso, o TCC. Escrevi sobre Nelson Rodrigues e a Copa de 1950, temas raramente trabalhados numa graduação como essa. Enfim! Sonho em um dia trabalhar efetivamente na área que tanto amo e acredito que posso fazer um bom papel no meio.

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