Özil se oferece para pagar salários de mascote demitido pelo Arsenal

- Gunnners demitiram o mascote que trabalhava no clube há 27 anos
Mascote

A pandemia do Covid-19 segue impactando o mundo esportivo. A maior parte dos clubes segue sem receita da torcida nos estádios. Com isso, muitos deles estão apostando em redução de custos. Com o Arsenal isso não é diferente. Recentemente os Gunners optaram pela demissão do Gunnersaurus Rex, mascote oficial da equipe. Mas ao que parece, deve ter o retorno do dinossauro em breve.

Nesta terça-feira (6), o meia Özil afirmou que pagaria integralmente os salários de Jerry Quy, que interpreta o personagem. O atleta divulgou essa informação em seu Twitter oficial.

“Fiquei tão triste que Jerry Quy, também conhecido como nosso famoso e leal mascote Gunnersaurus e parte integrante do nosso clube foi despedido após 27 anos. Como tal, estou oferecendo para reembolsar o Arsenal com o salário integral do nosso grande cara verde, enquanto eu for jogador do Arsenal”.

MAIS INFORMAÇÕES SOBRE A DEMISSÃO DO MASCOTE DO ARSENAL

De acordo com o site “The Athletic”, a direção do clube entendeu que não faria sentido pagar o salário do mascote, já que a equipe está disputando jogos sem torcida por conta da pandemia. Conforme apurado pela reportagem, a intenção é ter o Gunnersaurus de volta assim que a Premier League autorize o retorno dos torcedores aos estádios.

Além do mascote, a direção optou pelo desligamento de mais 55 funcionários. Imediatamente após o anúncio da demissão, os torcedores invadiram as redes sociais. Não só protestando com a decisão, como também pedindo que o clube desligasse algum jogador do elenco para manter Jerry na equipe.

Mesut Özil foi o principal alvo da torcida. Apesar de ter um dos maiores salários do elenco, o técnico Mikel Arteta deixou claro que não conta com o jogador. Conforme informação da “BBC”, o meia recebe um salário bruto de 350 mil libras por semana.

Foto destaque: Reprodução/Twitter/Özil

Flavio Rodrigues

Sobre Flavio Rodrigues

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Apesar de não ser formado, sempre admirei a capacidade dos jornalistas em poder informar o público e despertar a reflexão e o senso crítico nas pessoas. Adoro falar e debater sobre esportes e acredito que como formadores de opinião, temos a obrigação de passar fatos aos leitores. Apesar disso, gosto muito de fazer textos opinativos, como análises táticas ou mesmo temas polêmicos, como o retorno do futebol na pandemia. Sou colaborador dos sites PlanetaGol (desde 2008) e Torcedores.com (2018), com foco maior no futebol em geral, mas no segundo tive experiências com matérias abordando outros esportes , entrevistas com atletas, dirigentes e pessoas envolvidas com o esporte (como especialistas em marketing) e cobertura de eventos presencialmente.Anos atrás tive um projeto chamado Buteco de Futebol, em conjunto com dois amigos. O foco era no lado mais torcedor. com cada um falando do seu time e valorizando a rivalidade sadia. Além de um podcast semanal, cada integrante escrevia textos sobre seu time.Há cerca de um mês, fui convidado por um amigo para um projeto chamado Futejotas, onde falo sobre o Corinthians. O formato nesse caso é mais visual, com vídeos que são publicados no canal do YouTube e alguns que gravo diretamente no Instagram.

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