Copa do Mundo Feminina

A Copa do Mundo Feminina acabou ontem (8), com os Estados Unidos vencendo a Holanda e se tornando campeã. Embora o resultado final tenha sido de 2 x 0, essa Copa trouxe muitos gols para o esporte que, infelizmente, é pouco valorizado. Megan Rapione, umas das melhores jogadoras do mundo, junto com Marta e cia, pedem e lutam, por igualdade.

Primeiramente, a 18° edição da competição trouxe a tona a maior audiência de público. Aqui no Brasil, foram 35 milhões de pessoas assistindo o jogo entre Brasil x França. No mundo a fora, as audiências também foram altas. Finalmente, empresas do mais alto calão patrocinaram a competição, houve até ótimas jogadas de marketing de empresas como Avon e O Boticário. Até a Prefeitura Municipal de São Paulo aderiu ao mundial, ações que apenas eram vistas em campeonatos masculinos.

Talvez, esses resultados tenham sido o suficiente para, de uma vez por todas, empresários e patrocinadores entenderem que sim, o futebol feminino também dá dinheiro. Porque, claramente, é só isso que o mundo capitalista quer, dinheiro e status. Como se apoiar e tentar igualizar os gêneros de uma mesma competição, não fosse importante e necessário. Inúmeros argumentos de jogadores, já citadas, junto com gols, prêmios, jogadas geniais, fair play em todas as partidas e recordes importantíssimos superados. Esses são apenas algumas das ações que essas jogadoras realizaram.

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GOT THAT 4TH STAR

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O maior destaque da Copa do Mundo Feminina?

É difícil falar em apenas um destaque. A torcida que compareceu em ótimo número, em todos os jogos. As jogadores se empenhando para superar as dificuldades que já as acercam. Os pedidos de salários iguais na final, o lindo discurso da Marta, pedindo a união das meninas para continuar com o futebol feminino. As grandes atuações dos EUA na competição. Aliás, mostrando um futebol digno e de muita qualidade técnica. Sem dúvidas, o maior destaque dessa Copa foi a sonoridade das mulheres para com o esporte. E o apoio, real, das pessoas do mundo todo. Existe esperança, porque existe luta.

Confira nosso vídeo sobre a Copa América:

Giovanna Matiello
Meu nome é Giovanna Matiello, tenho 19 anos e sou estudante de jornalismo na UNIP. Sou apaixonada por esportes por causa da minha família, meu pai é fanático por futebol, minha tia é ex jogadora profissional de futsal e meu tio é vidrado no vôlei e é professor de educação física. Fica óbvia minha relação com o esporte. A NBA e a NFL entraram na minha vida por admiração à organização americana. Sonho em ser jornalista esportiva porque acredito que o esporte é um caminho de educação e, porque culturalmente falando, talvez seja uma das poucas tradições que uni verdadeiramente o povo brasileiro.
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