Os desafios de ser mulher no futebol

“Mulher não serve para falar de futebol”, “futebol feminino não tem visibilidade”, “você não pode ser uma narradora de futebol”… Sempre escutei isso e algo a mais.

Não é fácil viver em um mundo de idealismo machista como o do futebol, que a sua opinião não é levada a sério e que o estereótipo de que lugar de mulher é na cozinha, nos persegue sempre. Parece antiquado, mas essa visão ainda persiste nos dias atuais.

O lugar da mulher é na arquibancada no meio da torcida, é na liderança de um clube, é no meio do campo como jogadora, árbitra ou técnica, é na redação esportiva, é na narração dentro das cabines dos estádios ou em tubo.

A mulher merece o reconhecimento de seu trabalho, de sua dedicação e de seu amor pelo esporte que se diz ser do povo. Seja no amador, na base, no profissional, no nacional ou internacional, seja na quadra do condomínio, o futebol sempre teve espaço para as mulheres.

Isso não é uma idealização, é um fato real que ganha força e se expande em alta velocidade. Que a ignorância não entre em campo e que o respeito seja o gol de placa. Quando a mulher entra no jogo pode ter certeza que é para ganhar.

BetWarrior


Poliesportiva


Maria Angélica Andrade
Maria Angélica Andrade
Sou Maria Angélica Andrade, moro em São Paulo, tenho 27 anos. Faço Jornalismo e amo esportes em especial futebol. Escrever sobre um esporte tão querido pelos brasileiros é motivo de orgulho e muita responsabilidade.

    Artigos Relacionados

    Topo