No Kuwait, Bruno Arrabal fala das primeiras impressões no país árabe

- Atleta falou com exclusividade ao FNV
No Kuwait, Bruno Arrabal fala das primeiras impressões no país árabe

Sondado ainda quando o clube estava na Sérvia, Bruno Arrabal viveu nos últimos meses uma realidade que não estava acostumado. O céu mais árido, mas uma paixão pelo futebol, muita estrutura e vontade de crescer. Isso foi o que Bruno Arrabal pode perceber no Kuwait, local de seu clube, o Burgan SC. Em conversa com o Futebol na Veia, ele falou sobre o desafio.

Acredito que foi uma escolha acertada. Aqui o atleta tem uma grande valorização, sem contar que o nível de vida é ótimo. Temos que batalhar todos os dias para se firmar porque eles tem grande expectativa nos brasileiros mas vale a pena. Tenho gostado bastante.

(Divulgação/AssCom Al Arabi)

A nova experiência

Novo no país, o jogador também conta sobre a experiência diferente que está vivendo.

Já estava acostumado com uma cultura árabe. Mas além da cidade que é suntuosa, acredito que o mais inusitado seja para os jogos em caso de horário de orações. Mas você como brasileiro tem de entender essa cultura deles e assim exercer o melhor papel possível e se adaptar. É diferente – disse o jogador.

Arrabal vive a primeira passagem no Oriente Médio. Nos seis meses iniciais, segundo ele, foi possível observar o amor do povo e dos Sheik's local pelo esporte. Para ele, um estrangeiro quando chega fora do país tem de causar boa impressão.

Você como brasileiro está abrindo ou não portas para outros. Como rondoniense, tenho responsabilidade dobrada. Espero evoluir ainda mais meu futebol aqui e ajudar a evoluir o deles também. É bom crescer junto com as pessoas. Os sheiks amam futebol – frisou o atleta.

Motivação no novo país

Questionado sobre até aonde o Burgan pode chegar, o atleta afirmou que o clube pensa grande e a participação na Copa da Coroa do Príncipe Herdeiro mostrou isso.

É um clube novo que quer crescer. Fico feliz de fazer parte dessa história. Os investimentos são buscando protagonismo. Fico feliz em já ter feito eles chegarem até uma quartas de final da Copa da Coroa do Príncipe Herdeiro. Caímos para o Al Arabi que é gigante aqui, mas nossa ambição é chegar justamente nesse nível – disse Bruno.

 

Destaque: (Divulgação/AssCom Al Arabi)

Ruan Silva

Sobre Ruan Silva

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Meu nome é Ruan Silva da Silva, tenho 24 anos, moro na cidade de Altamira no Pará. Sou graduado na área de Letras, com habilitação em Língua Portuguesa e no momento pós-graduando na área de Linguagem e Ensino, ambos pela Universidade Federal do Pará (UFPA). Sou deficiente físico, tenho dificuldades na questão da locomoção, que dificulta um pouquinho as coisas, mas nada que impeça de exercer diversas atividades. Sou apaixonado por todos os esportes, principalmente pelo futebol, corintiano e simpatizante de diversos clubes na Europa que não cabem todos aqui e apaixonado também pelo jornalismo esportivo tendo como ídolos, ícones como Galvão Bueno, Luciano do Valle, André Henning, Vitor Sérgio Rodrigues e outros mais. Uma curiosidade minha é que consegui na graduação em um ambiente voltado aos estudos de ensino e aprendizagem, incluir o futebol no principal trabalho dos quatro anos de curso, o TCC. Escrevi sobre Nelson Rodrigues e a Copa de 1950, temas raramente trabalhados numa graduação como essa. Enfim! Sonho em um dia trabalhar efetivamente na área que tanto amo e acredito que posso fazer um bom papel no meio.

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Ruan Silva
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Meu nome é Ruan Silva da Silva, tenho 24 anos, moro na cidade de Altamira no Pará. Sou graduado na área de Letras, com habilitação em Língua Portuguesa e no momento pós-graduando na área de Linguagem e Ensino, ambos pela Universidade Federal do Pará (UFPA). Sou deficiente físico, tenho dificuldades na questão da locomoção, que dificulta um pouquinho as coisas, mas nada que impeça de exercer diversas atividades. Sou apaixonado por todos os esportes, principalmente pelo futebol, corintiano e simpatizante de diversos clubes na Europa que não cabem todos aqui e apaixonado também pelo jornalismo esportivo tendo como ídolos, ícones como Galvão Bueno, Luciano do Valle, André Henning, Vitor Sérgio Rodrigues e outros mais. Uma curiosidade minha é que consegui na graduação em um ambiente voltado aos estudos de ensino e aprendizagem, incluir o futebol no principal trabalho dos quatro anos de curso, o TCC. Escrevi sobre Nelson Rodrigues e a Copa de 1950, temas raramente trabalhados numa graduação como essa. Enfim! Sonho em um dia trabalhar efetivamente na área que tanto amo e acredito que posso fazer um bom papel no meio.

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